LIVE: “Homem, natureza e economia no Antropoceno”, com os professores economistas Maria Carolina Gullo e Daniel Caixeta Andrade

Os economistas Maria Carolina Gullo, professora do PPG em Direito Ambiental da Universidade de Caxias do Sul (UCS) e membro Diretoria Região Sul da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (Ecoeco), e Daniel Caixeta Andrade, professor do Instituto de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Uberlândia (IERI-UFU) e presidente da Ecoeco, participam de live, nesta terça-feira, dia 15, às 18 horas. Abordarão o tema “Homem, natureza e economia no Antropoceno”, dentro do projeto “Força-tarefa: economistas falam à sociedade gaúcha”, promovido pelo Corecon-RS.


Transmissão 
https://www.facebook.com/coreconrs


Currículos

Maria Carolina Gullo
Graduada em Economia pela Unisinos, Mestrado em Economia Rural pela UFRGS e Doutorado em Economia pela UFRGS. Professora Adjunta da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Atua como Professora do Programa de Pós Graduação em Direito (ambiental). Membro da Diretoria Região Sul da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (Ecoeco).

Daniel Caixeta Andrade

Professor Associado do Instituto de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Uberlândia (IERI-UFU). É economista, graduado pela Universidade Federal de São João del Rei. Mestrado em Economia pela Universidade Federal de Uberlândia e o Doutorado em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Unicamp. É presidente da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (Ecoeco).

Inteligência emocional como instrumento de gestão financeira

Pensando Economia:

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“Dali, foi fácil virar a chave
e partir para o empreendimento”

Dirlene Silva

Economista, consultora de Gestão Estratégica
e Inteligência Financeira,
Colunista do Blog Prateleira de Mulher,
Linkedin Top Voices

Corecon-RS Nº 6597



Apaixonada pela família, pela profissão e pelo estudo como forma de alcançar o controle das emoções e o equilíbrio financeiro, a economista Dirlene Silva foca a sua linha de ação na inteligência emocional como instrumento de gestão financeira dos seus clientes, sejam empresas ou os cidadãos mais carentes da periferia das grandes cidades. “Todos têm que saber administrar seu orçamento ou a falta dele”, diz, ressaltando a necessidade de ajudar as pessoas na construção de uma relação mais saudável com suas finanças, para que conquistem maior qualidade de vida”. De família muito humilde, com a mãe empregada doméstica e, depois, gari, Dirlene teve que aproveitar a juventude para “investir” todo o salário que recebia como auxiliar contábil para pagar a faculdade dos sonhos, Economia. Foi uma caminhada de 10 anos pela graduação, já que teve que fazer o número de cadeiras da faculdade caber dentro de seus recursos. De lá pra cá, soube dividir seu tempo entre o trabalho, os cursos de especialização, o Mestrado e a filhinha Joana, com seis anos de idade. Com a pandemia, viu sua vida mudar com o desligamento da empresa em que trabalhava há uma década, e resolveu correr atrás de novos sonhos. Depois de conquistar prêmios, como o GPTW 2017, 2018 e 2019 e o LinkedIn Top Voices 2020, resolveu que era hora de fundar a DS Estratégias e Inteligência Financeira, empresa de consultoria, com o propósito de “desmistificar economia e finanças” e “ajudar as pessoas a buscarem maior qualidade de vida através de uma relação mais saudável com suas finanças”, e atuar com projetos sociais na área do empodeiramento da mulher da periferia. Dirlene Silva possui mestrado em Gestão e Negócios, MBA em Finanças Corporativas, MBA em Gestão de Pessoas e Pós-MBA em Inteligência Emocional e, ainda, formação em Mentoria Organizacional e Coach Financeiro e em Gestão da Emoção. Mas, ao participar do Projeto “Corecon-RS, como a sua profissão pode ajudar a Sociedade”, Dirlene ainda quer dar mais um passo em relação ao seu novo projeto de vida: “exercer a docência”, que é seu grande desejo.

Como iniciou o gosto pela Economia?

Iniciei, trabalhando com contabilidade, no curso técnico, onde tive uma disciplina de Economia. Eu era adolescente e já acompanhava pela televisão, lá pelos anos 80, 90, informações sobre inflação, câmbio, e sempre tive muita curiosidade em entender a complexidade daquilo. Só que a família, assim como meus amigos mais próximos, eram todos muito humildes, e não tinham condições de me esclarecer. Também na escola, já que, na nossa idade, a gurizada não estava nem aí para o noticiário. Quando eu tive essa disciplina dentro do meu curso de Contabilidade, imaginei que a Economia poderia me trazer uma profissão que eu pudesse trabalhar e me sustentar. E foi o que acabou acontecendo, e hoje sei que fui muito feliz nessa escolha. Hoje me considero uma micro economista e por isso não me considero menos economista porque tenho um amor tão forte pela economia.

Como usar a inteligência emocional como instrumento de gestão financeira?

A inteligência financeira está relacionada à inteligência emocional. Ao contrário, do que se pensa, o comportamento financeiro é mais emocional do que racional e está diretamente ligado a capacidade de conhecimento de suas capacidades financeiras, organização e disciplina. Ter inteligência financeira é ter as ações com dinheiro sob controle, ou seja, quando se adquire algo se faz pela real necessidade e sabe-se exatamente a capacidade de pagamento. Também pressupõe não ter atitude impulsiva e entender a diferença de preço baixo, preço alto e preço justo.

Por que resolveu criar a DS Estratégias e Inteligência Financeira?

Trabalhei por muito tempo como líder nas áreas de finanças e gestão estratégica de empresas. Contudo, a vontade de empreender me acompanhava. Sempre me senti incomodada com o tabu em torno de economia e finanças, que, de uma certa forma, sempre foram considerados assuntos da elite, já que muito pouco falávamos sobre dinheiro na família ou entre amigos. Nesse tempo todo de trabalho, tive a oportunidade de sentir, de fato, a necessidade de levar às pessoas uma forma mais clara de ver a gestão e a educação financeira. Há seteanos, depois que eu me formei no mestrado, comecei a trabalhar de uma forma mais estratégica, elencando a empresa como um todo e não só tão focada nas finanças, mas de uma maneira mais estratégica. Além de finanças, passei a trabalhar em risco, em recursos humanos, compras e implementei dois planejamentos estratégicos em empresas. Chegou a um ponto que eu fazia processos seletivos nas empresas e aí eu comecei a descobrir que não tinha mais vontade de trabalhar numa empresa de outra pessoa. Não encaixava mais. E ocorreu que, com a pandemia, fui desligada da empresa em que estrava trabalhando há 10 anos. Pelo momento complicado do mercado, percebi que era a hora de colocar em prática o projeto de empreender. Aí, pensei que eu conseguiria ajudar muito mais as pessoas, as empresas se eu não estiver fixa em um lugar só. E, dali, foi fácil virar a chave e partir para o empreendimento, que era o que eu realmente queria. Foi um processo planejado, demorado, mas quando eu decidi, não tive nenhum arrependimento.Portanto, acabei criando a DS Estratégias e Inteligência Financeira com o propósito de desmistificar economia e finanças, levando às pessoas uma relação mais saudável com suas próprias finanças, de forma que pudessem conquistar maior qualidade de vida no seu dia a dia.

Qual a proposta da empresa?

A DS presta serviços de consultoria, processos de Coach e Mentoriaa empresas e pessoas. Além disso, possui programas especiais de mentorias voltados para líderes e novos empreendedores. Ajudaremos os nossos clientes a facilitar o dia a dia de seus negócios e a alinhar o seu público alvo a suas estratégias, através de uma gestão mais atraente de seus negócios para que possam atingir resultados mais satisfatórios, através da cultura do planejamento e das decisões baseadas em dados. É sempre bom lembrar que a proposta é atingir as metas e resultados através de pessoas.

Quais são os seus planos para o próximo ano de Consultoria?

Consolidar mais a consultoria. Hoje estou bem cautelosa, no sentido de que entendo que é muito importante consolidar a marca através de uma estratégia. Estou trabalhando em imagem, a partir do Prêmio Linkedin Top Voices 2020, que recebi recentemente, e que acabou me gerando uma série de pedidos de entrevistas, de convites para participação em Livese em outros eventos. Por conta disso, tive que abrir mão de alguns trabalhos, já que esse é o momento de plantar, de investir, para a colheita que chegará logo ali na frente. Já possuo alguns clientes, incluindo uma média empresa, além de uma parceria em mentoria de finanças para novos empreendedores, na área de startup. Vou ficar com esses trabalhos até março, quando deverei iniciar com mais força total nos trabalhos da Consultoria.

Como você recebeu o Prêmio Top Voices 2020, do Linkedin?

Ainda nesse período de pandemia, mergulhei na plataforma do Linkedin, que, para mim, foi uma resposta salvadora, em função da multiplicação de contatos que obtive e, mesmo, a conquista do blog “Prateleira de Mulher”, que me surgiu a partir dali. Explorei ao máximo essa rede e consegui extrair tudo que foi de melhor e possível dela. E nesse ato de exploração da rede e de fomentar network, conversei com muitas pessoas que já haviam empreendido e que me perguntavam o que eu estava esperando para iniciar a minha caminhada pelo empreendedorismo. É uma característica muito pessoal minha, conversar com pessoas que já fizeram aquilo que eu gostaria de fazer. Apartir desses contatos, recebi vários convites para palestras e eventos online, que prontamente aceitava, e que acabou gerando o Prêmio, um reconhecimento aos usuários da plataforma que foram contemplados por suas ações ao longo dos últimos 12 meses.O Linkedin tem critérios para a seleção dos Top Voices, como engajamento, frequência de publicações, relevância, crescimento de seguidores, entre outros. Das 25 pessoas premiadas, eu sou a única economista.

E os PrêmiosGPTW, como aconteceram?

A sigla GPTW representa o nome Great Place toWork, ou “ótimo lugar para trabalhar”. Na verdade, o GPTW reconhece as melhores empresas para se trabalhar em âmbito nacional e é construído com base nos relatos de quem de fato pode avaliar com propriedade: os funcionários. Segundo o próprio GPTW, o seu programa de certificação permite a mensuração de uma forma prática da percepção dos funcionários em relação à empresa através da sua ferramenta online de diagnóstico do clima organizacional. É importante salientar que há o GPTW nacional e regional. As premiações que possuo são regionais, ou seja, referentesàs “Melhores Empresas para se trabalhar do Rio Grande do Sul.

De que forma acontecem os projetos sociais relacionados à inteligência financeira?

Tenho vários projetos sociais, que me contataram pra trabalhar e desenvolver, ainda muito na linha do empoderamento financeiro feminino. E faço esse trabalho junto com o blog Prateleira de Mulher, que é mais voltado ao público feminino. Desses, vou selecionar um projeto, para focar e trabalhar os pilares da consultoria.

Que tipos de projetos são esses?

Ao longo desses meses de pandemia e, em função dos contatos online, com as mais variadas pessoas, comecei a entender o que realmente as pessoas estão querendo cada vez mais. Eu entendo que as pessoas não gostam de falar de dinheiro e fui estudar o tema. O problema financeiro significa a segunda causa de divórcio hoje no Brasil, perdendo apenas para as traições. A segunda causa é questões financeiras. Basta a gente ver nos jornais os crimes que ocorrem por causa de dinheiro, com familiares brigando e se matando por causa de heranças, sócios de empresas disputando lucros, enfim. Só que tudo isso é economia, é finanças. E as pessoas não se dão conta. E foi aí que surgiu o gancho da minha proposta de desmistificar economia e finanças. O que acontece é que se as pessoas não tem uma boa relação com seu dinheiro, vão acabar levando essa má relação para o seu negócio também.

Por que adotaste o termo inteligência financeira?

Adotei o termo inteligência financeira a partir do termo inteligência emocional, que funciona a partir das emoções. Estudos demonstram que as decisões de compra são muito mais emocionais do que racionais. Então, tem tudo a ver com a inteligência. Essa questão de falar que a pessoa tem que poupar, especialmente para aqueles que mal tem dinheiro pra pagar as suas contas. Essa pessoa tem que, obrigatoriamente, usar a sua inteligência pra utilizar os poucos recursos que ela tem.Eu trabalho muito de forma customizada, de pessoa para pessoa. Primeira coisa, entender a realidade em que essa pessoa vive. Parece algo surreal, mas tem pessoas que não sabem nem qual é o seu rendimento mensal. Muitas vezes perdem o contato com sua conta corrente, não tiram extratos bancários, etc. As pessoas têm que conhecer o seu orçamento, seus rendimentos, seus gastos fixos e, depois, as despesas. Isso é essencial para uma sobrevivência saudável. A maioria das pessoas tem essa desorganização e são descontroladas financeiramente. Aí, juntando o padrão de compras, vira um desastre.

Como a inteligência financeira vê os investimentos em educação?

Eu já vi muita gente falando em 10 dicas para enriquecer em dos 30 anos, assim como, em alguns casos, lista de motivos que insinuam que não vale a pena fazer uma faculdade. E isso me preocupou bastante porque sou a prova viva de tudo o que o estudo pode fazer para uma pessoa. E, aí, comecei a bater na tecla da educação como investimento. Ou seja, se não tem dinheiro pra investir na poupança, na bolsa de valores, a educação é um investimento riquíssimo. É algo que vai transformar e ampliar os recursos financeiros das pessoas. Investir em educação agora é pensar em ser uma pessoa que vai agregar valor, tanto intelectual quanto monetário, no futuro. Então, investir em educação é uma iniciativa que vai te render retorno que pode ser inimaginável. O meu caso, que é a minha realidade, eu não poderia imaginar onde cheguei hoje sem o estudo.

Você sonha, estabelece as metas e desenvolve os planos. Algum sonho relacionado à vida acadêmica?

Sim, muito. Como diz Augusto Cury “Sem sonhos a vida não tem brilho. Sem metas os sonhos não têm alicerces e sem prioridades os sonhos não se realizam”. Quando me chamam de professora, pelo fato de eu ser economista, vejo o meu futuro. Quero muito entrar na vida acadêmica, sim. Esse é o meu grande objetivo, pra não dizer mais um sonho, que será alcançado.

Como seguir a economista Dirlene Silva nas Redes Sociais:
Linkedin: www.linkedin.com/in/dirlenesilva
Instagram: www.instagram.com/dirlene.economista

Corecon-RS no "Cruzando as Conversas", da RDC TV



O presidente do Corecon-RS, economista Mário de Lima, e seu vice, economista Felipe Garcia Ribeiro, participam, logo mais, às 22h15min, do programa “Cruzando as Conversas”, na RDC TV. Apresentado pelo jornalista Guilherme Macalossi, o tema será “Habitação, economia e enfrentamento ao Covid”, o programa também contará com as participações do Secretário de Habitação de Porto Alegre, André Machado, e do Secretário Extraordinário de Enfrentamento ao Covid, Renato Ramalho.

O programa será transmitido ao vivo pelos canais 24 e 524 da Net e pelas plataformas digitais rdctv.com.br/aovivo e facebook/rdctvdigigal.

Presidente e vice, do Corecon-RS, participam de debate sobre habitação, economia e enfrentamento ao Covid


O presidente do Corecon-RS, economista Mário de Lima, e o vice-presidente do Corecon-RS, economista Felipe Garcia Ribeiro, participam, logo mais, às 22h15min, do programa “Cruzando as Conversas”, na RDC TV. Apresentado pelo jornalista Guilherme Macalossi, o tema será “Habitação, economia e enfrentamento ao Covid”, o programa também contará com as participações do Secretário de Habitação de Porto Alegre, André Machado, e do Secretário Extraordinário de Enfrentamento ao Covid, Renato Ramalho.

O programa será transmitido ao vivo pelos canais 24 e 524 da Net e pelas plataformas digitais rdctv.com.br/aovivo e facebook/rdctvdigigal.

Economista assume Secretaria do Governo Leite

O governador Eduardo Leite confirmou nesta quarta-feira (6/1) o nome do auditor fiscal concursado, da Secretaria Estadual da Fazenda Leonardo Maranhão Busatto como novo secretário extraordinário de Parcerias do Estado. O gestor assume a pasta no lugar de Bruno Vanuzzi, que deixou o governo para assumir um cargo na iniciativa privada.

Com uma trajetória de mais de 14 anos no serviço público, Busatto assume a secretaria com o desafio de dar sequência aos projetos que compõem uma ampla carteira de parcerias público-privadas (PPPs), concessões e privatizações e que integram o programa RS Parcerias.

“O governo aposta muito no setor privado não apenas como uma oportunidade de viabilizar financiamentos, mas também para agilizar os processos de modernização e qualificação de serviços prestados à população. Temos uma carteira extensa de projetos e apostamos em um servidor com experiência para dar sequência e liderar o trabalho que vem sendo realizado”, destacou o governador.

Busatto ingressou no serviço público em 2006, na Secretaria Estadual do Planejamento. Em 2007, foi admitido em concurso público como auditor fiscal da Secretaria Estadual da Fazenda. Nos anos de 2015 e 2016, atuou como subsecretário do Tesouro do Estado e, de 2017 até abril de 2020, foi secretário da Fazenda de Porto Alegre.

O novo secretário extraordinário de Parcerias agradeceu a confiança do governador e disse que não faltará empenho para atender às expectativas. “Esse é o futuro do setor público. O desafio será efetuar as entregas previstas até o final da gestão para contribuir com a melhoria dos serviços prestados à sociedade e ajudar a impulsionar o desenvolvimento econômico do Estado”, afirmou Busatto.

Entre os principais projetos da pasta estão as concessões de mais de 200 quilômetros da RSC-287, de outros 1,1 mil quilômetros de estradas estaduais, da Rodoviária de Porto Alegre e do Zoológico de Sapucaia do Sul, além da primeira parceria público-privada (PPP) de um presídio no país, que será construído em Erechim. O futuro do cais do Porto de Porto Alegre também será inserido no rol do RS Parcerias.

Graduado em Economia pela UFRGS, com especialização em Administração Pública Eficaz pela UFRGS e em Theory and Operation of a Modern National Economy, pela George Washington University. É Auditor Fiscal da Receita Estadual na Secretaria da Fazenda do Estado do RS e economista registrado no Conselho de Economia do RS (Corecon-RS). Foi Subsecretário do Tesouro do Estado do RS e Secretário Municipal da Fazenda de Porto Alegre. 

Texto: Renan Arais
Edição: Secom/Palácio Piratini/Assessoria de Imprensa Corecon-RS
Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

 

Economista Mário de Lima é eleito presidente do Corecon-RS

- O economista Felipe Garcia assume a vice-presidência -

marioO economista Mário de Lima foi eleito, na tarde do dia 4 de janeiro, segunda-feira, presidente do Corecon-RS. Para a vice-presidência, foi eleito o economista Felipe Garcia Ribeiro. A eleição, para um mandato de um ano, ocorreu durante a primeira sessão plenária de 2021, realizada de forma virtual. Os novos gestores substituem os economistas José Junior de Oliveira e Aristóteles Galvão. Durante sessão-plenária, também tomou posse o novo terço de conselheiros eleitos em outubro último, para o triênio 2021-23, composto pelos economistas Darcy Francisco Carvalho dos Santos, Guilherme Stein e Felipe Garcia Ribeiro, como conselheiros titulares, e Gustavo Raupp, Lucas Aronne Schifino e Marivia de Aguiar Nunes, como conselheiros suplentes.

Em seu discurso de posse, Mário de Lima agradeceu a confiança dos colegas conselheiros e falou dos grandes desafios programados para o ano de 2021. “É uma grande responsabilidade presidir o Conselho de Economia em meio à pandemia e preparar a ação da profissão de Economista junto à sociedade, na transição para o período pós-pandemia. O trabalho feito pelo Conselho é bastante sólido administrativamente. Minha contribuição e do Felipe é consolidar institucionalmente, junto à sociedade gaúcha, o papel fundamental do Economista, que é o bacharel em Ciências Econômicas registrado no Corecon, que, por sua vez, chancela a qualidade e a responsabilidade da atuação desses profissionais”. Parabenizou, ainda, o seu antecessor e o vice, assim como o novo terço que está assumindo, e colocou-se à disposição da gestão.

Natural de Santa Maria, Mário de Lima é economista com mestrado e doutorado em Economia do Desenvolvimento pela Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS). Atua nas áreas de políticas públicas, finanças públicas, gestão pública, planejamento e desenvolvimento regional, urbano e metropolitano, com experiências em diversos órgãos e conselhos da administração pública brasileira. É professor universitário de graduação e pós-graduação há mais de oito anos. Como economista, atua como assessor na Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre/RS e é presidente da delegação de Controle do Departamento Municipal de Água e Esgoto de Porto Alegre (DMAE). Foi eleito conselheiro do Corecon-RS, para o triênio 2021-2023.

Felipe Garcia Titular


O vice-presidente eleito, economista Felipe Garcia Ribeiro, possui doutorado em Economia pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, é Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e foi Secretário Adjunto e Assessor Especial de Política Econômica no Ministério da Economia. Também foi consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Pesquisador Visitante do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). É professor adjunto da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e líder do grupo de pesquisa Avaliação de Políticas Públicas e Programas Sociais da Universidade.

reunioAlém dos conselheiros empossados, participaram da Plenária, presidida pelo conselheiro de inscrição mais antiga, o economista Antonio Carlos Brites Jaques, os conselheiros efetivos Bruno Breyer Caldas, Janile da Silva Pereira Soares, João Carlos Medeiros Madail, e os suplentes, Giovana Menegotto, José Junior de Oliveira, Leandro André Hoerlle e Pedro Lutz Ramos. Também participou da solenidade o ex-vice presidente, economista Aristóteles da Rosa Galvão.

 

CONSELHEIROS TITULARES

darcy titular

Darcy Francisco Carvalho dos Santos
Graduado em Economia e em Ciências Contábeis pela UFRGS, com curso de Especialização em Integração Econômica e Comércio Internacional pela PUCRS. Foi auditor externo do Tribunal de Contas do Estado e auditor de finanças públicas da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul. É autor e co-autor de cinco livros na área de Finanças Públicas, entre eles “Noções Básicas de Orçamento e Finanças Públicas para Municípios”. Foi coordenador do grupo em Finanças Públicas estaduais da Agenda 2020 e vice-presidente do Corecon-RS.

Guilherme Stein TitularGuilherme Stein

Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008), mestrado em Economia de Empresas pela Fundação Getulio Vargas - SP (2011) e doutorado em Economia pela Fundação Getulio Vargas (2016). Atualmente é professor assistente da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

 

CONSELHEIROS SUPLENTES

Gustavo Raupp Suplente

Gustavo Raupp
Graduado em Economia pela PUCRS, pós-graduado em Auditoria e Perícia pela FAPA/RS. Atuou por 20 anos no mercado financeiro e atua como Perito, tanto na área Trabalhista, como Cível. Professor Universitário de Finanças, Custos de RH, Noções Básicas do Mercado Financeiro e no Pós-Graduação em Perícia Trabalhista.

 

Lucas Aronne Schifino suplenteLucas Aronne Schifino
Economista formado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestre em Economia Aplicada na mesma universidade. Recebeu o segundo lugar no prêmio de melhor dissertação de Mestrado do Conselho Regional de Economia em 2013. Foi professor das Faculdades São Francisco de Assis e de pós-graduação da UniRitter. Participou como autor dos livros “O Rio Grande tem saída?” e “E agora gauchada?”. Atua como economista no Sistema Fecomércio-RS/SESC/SENAC desde 2011, ocupando atualmente o cargo de gerente da Assessoria Parlamentar.

Marivia Nunes suplenteMarivia de Aguiar Nunes
Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mestre em Economia Regional pela PUCRS, e Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Foi Professora Assistente na Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (FADERGS) e trabalha como analista na Gerência de Análise Técnica - área de Estudos Econômicos - no Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). Atuou como analista financeira de projetos de investimento na Excelência Energética Consultoria Empresarial LTDA (São Paulo, SP) e como estagiária na Unidade de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). Trabalhou ainda na Área de Análise de Investimentos da Solidus SA Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários.

 

Rodrigo Fantinel é o novo secretário da Fazenda da Capital

O auditor fiscal e servidor público de carreira Rodrigo Fantinel é o novo secretário Municipal da Fazenda de Porto Alegre. Fantinel foi empossado no final da tarde de 1º de janeiro, junto com os demais secretários municipais, após a posse do novo prefeito Sebastião Melo.

“Assumi um grande compromisso com o prefeito Sebastião Melo, com o vice-prefeito Ricardo Gomes e, acima de tudo, com o Município de Porto Alegre: manter as finanças equilibradas para que possamos viabilizar uma cidade melhor. Equilíbrio fiscal, indução do desenvolvimento econômico e a adoção de uma política de inovação serão as diretrizes adotadas. Agradeço a ambos pela confiança e pela oportunidade de conduzir a competente equipe da Secretaria da Fazenda no alcance dos nossos objetivos”, disse Fantinel.

Mestre em Economia, com ênfase em Controladoria pela UFRGS, graduado em Ciências Atuariais também pela UFRGS, Rodrigo Fantinel foi professor universitário em cursos de Graduação e Pós-Graduação nas áreas de gestão, finanças, previdenciária e tributária. Também ocupou a Superintendência da Receita Municipal no período de 2008 a 2014. Em 2017 foi, ainda, presidente do Conselho Fiscal do Previmpa. É diretor de Arrecadação e Cobrança da Receita Municipal desde 2017, sendo responsável por resultados expressivos, que tornaram Porto Alegre referência nacional em recuperação de créditos.

O secretário adjunto da Fazenda é Bruno Breyer Caldas, conselheiro do Corecon-RS e pesquisador em economia na FEE, e que está cedido para a assessoria na Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre desde 2019.

Fonete: Assessoria de Imprensa/SMFPoA

Conselheiro do Corecon-RS é anunciado pelo prefeito Melo como Secretário Adjunto da Fazenda

Bruno Breyer CaldasO conselheiro do Corecon-RS, economista Bruno Breyer Caldas, teve seu nome anunciado, na última segunda-feira, dia 28, como Secretário Adjunto da Secretaria da Fazenda do Município de Porto Alegre.

O prefeito eleito Sebastião Melo anunciou, ainda, cinco novos secretários e dois diretores. Germano Bremm, para a Secretaria de Urbanismo, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Alexandre Garcia, para a Direção-Geral do DMAE, Antônio Pereira (Kiko), para a Secretaria de Esporte e Lazer, Rodrigo Machado, para a Direção do Previmpa, Gustavo Ferenci, para a Secretaria de Transparência e Controladoria, Fernando Mattos, para o Gabinete de Inovação, e Luiz Fernando Záchia, para a Secretaria de Mobilidade Urbana.

Bruno Caldas possui Doutorado em Economia pela UFRGS (2016) com um período como aluno visitante na Nova School of Business and Economics (NovaSbe); Mestrado em Administração com ênfase em Finanças pela UFRGS (2011); Possui Graduação em Ciências Econômicas pela UFRGS (2008). Atualmente é Professor Adjunto da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), pesquisador em Economia do Departamento de Economia e Estatística (ex-FEE) e cedido para a SMF, e conselheiro do Corecon-RS.

 

Presidente José Junior envia mensagem a Economistas

junior1Caros Economistas:

Quando iniciamos este ano de 2020, nos preparamos para maximizar as nossas ações, na incansável busca do fortalecimento da profissão do Economista, diante dos parcos recursos de que dispúnhamos. Mas a caminhada foi desestabilizada pela pandemia, que chegou, e muito forte. O mundo parou, empresas quebraram, pessoas foram jogadas ao desemprego... Mas nós não paramos. Pelo contrário. Tivemos que nos reciclar, renovar, reaprender, para não nos afastarmos de nossas metas. E o fizemos. Assim que iniciaram as novas regras de distanciamento social, no final do mês de março, criamos a Força-Tarefa “Economistas falam à sociedade gaúcha”, para atender às dúvidas da sociedade sobre esse novo mundo econômico que se apresentava. Para dinamizarmos essas ações, além dos vídeos de economistas, com esclarecimentos de dúvidas à população, criamos as lives. Programação que, ao longo do ano, reuniu renomados profissionais da Economia, do Brasil e do exterior, para levar aos nossos economistas, estudantes e professores, e à sociedade como um todo, a discussão e o debate sobre os mais variados temas da Economia, sempre, envolvendo a nova realidade que se apresentava. Do início de abril, até o momento, foram mais de 60 transmissões, produzidas e operacionalizadas pela equipe de colaboradores do Conselho, em home office, sem qualquer custo adicional aos cofres da Entidade, em respeito aos poucos recursos que dispúnhamos. Foram inúmeras ações, junto aos diversos cursos de Economia, sempre levando o apoio, esclarecimento e troca de ideias. Foram diversas parcerias, com entidades públicas e privadas, que nos acrescentaram em conteúdo e ampliaram, de forma significativa, os horizontes até então imaginados. Aprendemos muito nessa caminhada. O que era um pesadelo, transformou-se rapidamente em desafio, e virou realidade.

Agora, economistas, a nossa nova meta. Juntarmos o aprendizado, o conhecimento e a sabedoria, para, mais uma vez, sermos sujeitos de uma reconstrução que se inicia ali na frente. Da esperança, por um caminho melhor, de crescimento econômico e social para a nossa comunidade, para a nossa região e para o nosso país.

Por isso, amigos, estamos aí. Prontos para enfrentar, de frente, o novo ano que chega. Do jeito que ele vier e com as armas de que dispomos: conhecimento e força para superar, sempre!

Paz, saúde, superação e felicidades é o que desejamos para você, Economista, e seus familiares, nessa nova caminhada.

Atenciosamente,

Economista José Junior de Oliveira,
Presidente Corecon-RS.

 

Corecon-RS realiza solenidade de entrega de prêmios em modo online

 

O Corecon-RS realizou, na noite da última terça-feira, dia 22, a solenidade de entrega das distinções do Prêmio Corecon-RS 2020, em modalidade online, aos autores das melhores Monografias, Artigos Técnicos e Dissertações de Mestrado. Na oportunidade, também foram entregues os prêmios às melhores reportagens de Economia do Ano, além das distinções “Economista do Ano” a André Nunes de Nunes, “Economista Destaque do Ano-Prêmio Roberto Camps de Moraes” a Giácomo Balbinotto Neto, e “Jornalista de Economia do Ano” a Leonardo Vieceli. O evento foi transmitido na página da Entidade no facebook.

A cerimônia foi aberta oficialmente pelo presidente do Corecon-RS, economista José Junior de Oliveira, que fez uma retrospectiva das principais ações realizadas pela Entidade ao longo do ano, que, mesmo com atividades em home office, desenvolveu ações e serviços aos economistas, como o programa de vídeos e lives “Força Tarefa Economistas falam à sociedade gaúcha”. “Tivemos que nos reciclar, renovar, LiveJunior1reaprender, para não nos afastarmos de nossas metas. E o fizemos”, acrescentou, referindo-se especialmente às mais de seis dezenas de lives, que, desde abril deste ano, reuniu renomados profissionais da Economia, do Brasil e do exterior, “para levar aos nossos economistas, estudantes e professores, assim como à toda a sociedade, a discussão e o debate sobre os mais variados temas, envolvendo os impactos que a nova realidade apresentava”. Ao finalizar, o presidente agradeceu o apoio de seu vice-presidente, economista Aristóteles Galvão, dos demais conselheiros e dos colaboradores da Entidade.

Os trabalhos vencedores de todas as modalidades, assim como seus autores, foram apresentados ao público, iniciando com o Prêmio Corecon-RS de trabalhos acadêmicos, que tem como objetivo homenagear, anualmente, trabalhos de profissionais que atuam na área da economia, de recém mestres dos cursos de Pós-Graduação em Economia e dos recém formados nos cursos de Graduação em Ciências Econômicas, de instituições de Ensino Superior no RS.

Na categoria Monografias ou trabalhos de conclusão de curso, receberam a Menção Honrosa os trabalhos "Educação financeira: o conhecimento dos jovens em relação ao uso das linhas de crédito oferecidas no mercado financeiro nacional", de autoria de Janaina Rosane Willig, que teve como orientadora a professora Jacqueline Maria Corá, da Universidade de Caxias do Sul (UCS), e o trabalho "Análise da competitividade do setor calçadista brasileiro comparando-o com países selecionados", de autoria de Gustavo Pereira Moreira, sob a orientação do professor Marcos Tadeu Caputi Lélis, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Foi premiado em 3º Lugar, na mesma categoria, o estudo "Análise comparativa entre Small Caps e Big Caps na bolsa de valores brasileira", de autoria de Igor Vérdi Pasquali, que teve a orientação do professor Mosár Leandro Ness, da UCS. O prêmio de 2º Lugar foi para "Análise do impacto econômico do rompimento do Reino Unido com a União Européia (Brexit) por meio do modelo de equilíbrio geral computável", de autoria de Marcos Vinícios dos Santos Soares, com a orientação da professora Angélica Massuquetti, da Unisinos. E, em 1º Lugar, "A teoria do sistema dual aplicada ao processo de tomada de decisão: um experimento com mapeamento cognitivo cerebral", de autoria de Bruna Rabaiólli Rugéri, que recebeu a orientação da professora Cleide Fátima Moretto, da Universidade de Passo Fundo.
Na Categoria Artigos Técnicos ou Científicos, o premiado foi o trabalho "Do Foreign Portfolio Capital Flows Affect Domestic Investment? Evidence from Brazil", de autoria de Jéfferson Augusto Colombo, João Frois Caldeira e Tiago Rodrigues Loncan.

Na Categoria Dissertações de Mestrado, o Prêmio de Menção Honrosa, na Categoria Dissertações de Mestrado, foi para o trabalho "Violência: um análise do bullying juvenil e da violência doméstica contra mulher", de autoria de Julia Sbroglio Rizzotto, que teve a orientação do professor Marco Tulio Aniceto França, da PUCRS. O prêmio de 3º Lugar foi para o trabalho "Serving three masters: optimal monetary and regulatory policies when Central Bankers have career concerns", de autoria de Alexandre Fogaça Damô, sob a orientação do professor Marcelo de Carvalho Griebeler, da UFRGS. O prêmio de 2º Lugar foi para o estudo "Complexidade na escolha do curso de graduação e o uso de heurísticas e vieses como mecanismos de decisão", de autoria de Mateus Feld e orientação do professor Tiago Wickstrom Alves, da Unisinos. O 1º Lugar ficou com o trabalho "Transporte coletivo e externalidades ambientais: o legado olímpico do Rio de Janeiro", de autoria de Mateus Bandeira da Cunha, sob a orientação do professor Sabino da Silva Porto Junior, da UFRGS.

Foram divulgados, em seguida, os vencedores do “Prêmio de Reportagem de Economia 2020”, distinção tem como objetivo valorizar trabalhos jornalísticos, sobre a economia gaúcha, produzidos por profissionais em atividade no Estado, nas áreas da mídia impressa e mídia digital. O prêmio de Menção Honrosa, na Categoria Mídia Impressa, foi para a Série “Futuro da Economia”, de autoria dos jornalistas Juliana Bevilaqua, Ciro Fabres, Marcelo Mugnol e Mateus Frazão, do Jornal Pioneiro. O 3º Lugar foi para a matéria “Recursos gerados pela ‘Economia do Mar’ na mira dos gaúchos”, de autoria do jornalista Jefferson Klein, do Jornal do Comércio; O 2º Lugar, para a matéria “Brasil tem mais uma década perdida, a pior em 120 anos”, de autoria do jornalista Leonardo Vieceli, do Jornal Zero Hora; e o 1º Lugar, para a matéria “Pacote do governo do Estado para as finanças públicas”, de autoria da jornalista Mauren de Souza Xavier dos Santos, do Correio do Povo.

Na Categoria Radiojornalismo, o prêmio de 2º Lugar foi para a reportagem “As crises que venci”, de autoria da jornalista Babiana Mugnol, da Rádio Gaúcha, e o 1º Lugar para a reportagem especial “Seguros x Pandemia”, de autoria do jornalista Eduardo Matos, da Rádio Gaúcha.

Na Categoria Mídia Digital (Online), recebeu o 2º Lugar a matéria “Entenda como o menor crescimento populacional impacta a economia no RS”, de autoria do jornalista Leonardo Vieceli, do Jornal Zero Hora, e o 1º Lugar, a matéria Vidas Secas – Como a estiagem mudou a rotina em 10 municípios do RS”, de autoria do jornalista Fernando Soares, do Jornal Zero Hora.

Na última etapa da solenidade, foram homenageados o “Jornalista de Economia do Ano”, o “Economista Destaque-Prêmio Roberto Camps de Moraes” e “Economista do Ano”.

LiveVieceli1O Prêmio “Jornalista de Economia do Ano” é uma homenagem a um jornalista que se destacou na sua área de atuação durante o ano. A escolha é feita por uma Comissão Julgadora, escolhida pelo Corecon, e por indicações de faculdades gaúchas que oferecem o curso de Comunicação Social/jornalismo no Rio Grande do Sul. Recebeu a homenagem o jornalista Leonardo Vieceli, do Jornal Zero Hora.

Natural da cidade de Feliz, no Rio Grande do Sul, Leonardo Vieceli tem 27 anos de idade, é jornalista graduado pela Unisinos, onde estudou de 2012 a 2016. Trabalha desde 2015 em Zero Hora. Ingressou no jornal como assistente de conteúdo e hoje é repórter da editoria de Notícias, com foco na cobertura de economia. Também escreve para a coluna Mais Economia, como interino, e para o site GZH, além de colaborar com a Rádio Gaúcha. Durante a graduação, estudou por seis meses Comunicação Social na Universidad de Deusto (País Basco, Espanha).

Em seu pronunciamento, Leonardo Vieceli agradeceu ao Corecon-RS, “especialmente neste ano tão difícil para todos nós”, e lembrou que a Entidade reúne os diversos nomes que pensam o desenvolvimento econômico e social do RS e do Brasil. “Quem trabalha com o jornalismo econômico tem a missão de mostrar à sociedade que a economia está presente em diversos momentos do nosso dia a dia”, afirmou. Ao finalizar, agradeceu aos colegas de redação pelo apoio no seu dia a dia de trabalho.

LiveGiacomoRecebeu a distinção “Economista Destaque do Ano-Prêmio Roberto Camps de Moraes”, o economista Giácomo Balbinotto Neto. A distinção é tradicionalmente outorgada aos economistas que tiveram especial destaque ao longo de sua vida profissional. Com graduação em Ciências Econômicas pela UFRGS, mestrado em Economia pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas e doutorado em Economia pela Universidade de São Paulo, Giácomo Balbinotto Neto é pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologias em Saúde da UFRGS (IATS/UFRGS) e professor de Economia da Saúde do PPGE/UFRGS. É orientador de Doutorado e Mestrado. Suas linhas de pesquisa são Economia da Saúde, Avaliação de Tecnologia em Saúde, Economia dos transplantes e Farmacoeconomia.

Recebeu o Prêmio “Economista do Ano” o economista André Nunes de Nunes. A distinção é um reconhecimento a economistas que atuam nos mais diferentes campos da profissão, engajados em atividades dos setores privado ou público, academia ou profissionais autônomos, no RS, e que tenham se destacado, através de análises críticas e inovadoras sobre assuntos relevantes e de LiveAndre1interesse público, por sua contribuição no fortalecimento do desenvolvimento econômico regional ou nacional. André Nunes é graduado em Economia pela UFRGS e Doutor em Economia Aplicada também pela UFRGS e, atualmente, é Economista-chefe da Federação das Indústrias do Estado do RS (Fiergs) e Coordenador do Comitê de Investimentos da Sociedade de Previdência Privada do RS (InduspreviRS).

Ao fazer uso da palavra, o homenageado lembrou os momentos de convivência com o professor Roberto Camps de Moraes e disse que sempre viu o Prêmio como distinção a economistas consagrados e que sentiu-se muito honrado em fazer parte desse grupo tão seleto, “especialmente num ano tão especial, cujos impactos ainda vão se fazer sentir por muitas décadas nas economias dos países”. Apresentou uma rápida análise sobre a recessão na economia global, provocada pelas medidas de combate à pandemia, ressaltando que agora passaremos a viver “o início do novo tempo para a economia mundial”. Lembrou colegas do tempo de faculdade e profissionais que desempenharam papeis fundamentais na sua formação e agradeceu aos colegas e à direção da Fiergs, que sempre lhe proporcionaram a liberdade de desenvolver o seu trabalho. O homenageado finalizou sua fala, enaltecendo a importância da sua família no apoio à sua formação e no desempenho de suas atividades profissionais.

A solenidade de premiação foi encerrada, com as felicitações aos homenageados e os agradecimentos ao público que acompanhou o evento.

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