Abertas inscrições para o “Prêmio Corecon-RS 2017”

Encontram-se abertas as inscrições para o “Prêmio Corecon-RS 2017”, nas modalidades Dissertação de Mestrado, Monografias ou Trabalhos de Conclusão de Curso e Artigos Técnicos ou Científicos.


A iniciativa visa premiar, anualmente, trabalhos de profissionais que atuam na área da economia, dos recém mestres dos cursos de Pós-Graduação em Economia e dos recém formados nos cursos de Graduação em Ciências Econômicas de Instituições de Ensino Superior no Estado do Rio Grande do Sul.

Somente poderão ser inscritos trabalhos de autores devidamente registrados no Corecon-RS e quites com o pagamento de suas anuidades perante o Conselho.

O prazo de encerramento das inscrições, nas três modalidades, assim como a data de entrega (e não a de postagem) ao Corecon-RS (Rua Siqueira Campos, 1184, 6º andar, Porto Alegre), é no dia 27 de outubro de 2017, até as 17h30 conforme informações de inscrições e regulamento no folder abaixo.

Acesse o regulamento e as fichas de inscrição
Maiores informações pelo fone (51) 3254.2608 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.


Presidente do Corecon-RS fala , no "Café com Finanças", da Apimec-Sul

 

O presidente do Corecon-RS, economista Clovis Meurer, foi o palestrante do “Café com Finanças”, nesta terça-feira, dia 10, na sede da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-Sul). Meurer, que é sócio e diretor superintendente da Companhia de Participações (CRP), falou sobre  o mercado de atuação da sua empresa, os investimentos em empreendedores de tecnologia e apresentou uma análise do mercado de investimentos de Private Equity, Seed Money e Venture Capital no Brasil. 

Tecnologia virtual e a ética profissional foi tema de Seminário promovido pelo Fórum dos Conselhos



O Forum dos Conselhos Regionais e Ordens das Profissões Regulamentadas no RS promoveu, no dia 6 de outubro último, no auditório do Ministério Público do Estado do RS, o Seminário “A tecnologia virtual e a ética profissional”, que reuniu representantes, diretores, conselheiros e agentes fiscais dos Conselhos federais do RS e de outros estados brasileiros, para discutir temas relacionados à comunicação e a responsabilidade ética com as mídias sociais.

A vice-presidente do Fórum dos Conselhos e presidente do Conselho Regional de Administração do RS, Cláudia de Souza Pereira Abreu, que esteve no evento representando o presidente Antônio Carlos Palácios, alertou para a necessidade de se buscar uma linguagem mais adequada para a comunicação através das mídias sociais, com base nos códigos de ética que regulam os conselhos profissionais.

O Assessor de Relações Institucionais do Conselho Regional de Farmácia e Coordenador do Grupo de Agentes Fiscais do Fórum dos Conselhos, farmacêutico Everton Borges, ressaltou a necessidade da definição de um representante de referência em cada Conselho profissional como forma de distribuir internamente as demandas do Fórum. “Sabemos que existem dificuldades de comunicação interna nos Conselhos e essa iniciativa vai, sem dúvida, melhorar a presença efetiva de cada Conselho nesse conjunto todo, que promove muitas ações”.

antonio

Para o fiscal do Corecon-RS, economista Antonio Hickmann, o encontro foi fundamental para esclarecer dúvidas importantes sobre a tecnologia virtual, “que está presente em nossa rotina diária de trabalho, por ser uma excelente ferramenta de trabalho na fiscalização”. Por outro lado, ela tem sido utilizada para cometer crimes virtuais que violam as éticas das profissões regulamentadas”, acrescentou. “Por isso, os Conselhos devem estar atentos à essa evolução, inclusive com a atualização de seus códigos de ética”, finalizou. Também estiveram presentes no Seminário a fiscal do Corecon-RS, economista Inara dos Santos Betat, e o superintendente do Corecon-BA, Bruno Pires (À direita na foto).

A programação do Fórum, que também contou com a presença do promotor de Justiça da Infância e Juventude, Júlio Almeida, integrou ainda o VII Seminário de Fiscalização Profissional, o II Encontro de Conselhos Profissionais e Ordens e o II Encontro Nacional de Agentes Fiscais.

Região serrana discutiu seus aspectos econômicos e sociais

 


A Universidade de Caxias do Sul (UCS) sediou, nos dias 2 e 3 de outubro, XVI Encontro sobre os Aspectos Econômicos e Sociais da Região Nordeste do RS (ESAES). Os trabalhos foram abertos com a mesa de debates intitulada “Novo ciclo Econômico na Economia de Caxias do Sul”, que contou com as participações de Carlos Heinen, Secretario de Desenvolvimento Econômico do Município, Alexandre S.Alves de Messias, Economista e diretor do Departamento de Economia da CIC e Diego Dall’Agnol, Secretário do Convention & Visitors Bureau de Caxias do Sul, e com a mediação da economista Maria Carolina da Rosa Gullo ,Diretora da Área de Ciências Sociais da UCS.

Ao longo dos dois dias, foram apresentados 54 estudos acadêmicos previamente inscritos para o Encontro. Os paineis abordaram temas como Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural; Crescimento, Desenvolvimento e Meio ambiente; Finanças Públicas; História Econômica e Social Regional; Cadeias Produtivas e Sistemas Locais de Produção; Inovação e Competitividade; Setor Externo; Turismo e Desenvolvimento; Emprego e Mercado de Trabalho; Tecnologia de Informação e Comunicação aplicada ao Turismo.
Realizado pelo Curso de Ciências Econômicas e o Programa de Pós Graduação em Turismo e Hospitalidade – Doutorado e Mestrado da Universidade, o evento teve como objetivo oportunizar aos acadêmicos e pesquisadores das áreas de Economia, Administração, Direito, Comunicação e Turismo, entre outros, um espaço de discussão em que possam apresentar suas mais recentes produções científicas voltadas ao tema central.

Prestigiaram o evento o Presidente da Associação dos Economistas da Serra (Ecoserra), economista Carlos Vanderlei da Silva, e o Delegado Regional do Corecon-RS, economista Milton Biazus.

"A crise, ou o pior dela, já passou!", diz Portugal

 

O economista e professor da UFRGS, Marcelo Portugal, foi o palestrante da última edição do Economia em Pauta, ocorrido na noite do dia 26, terça-feira, no salão Juá, do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Numa promoção do Corecon-RS, o evento contou, ainda, com a participação da jornalista Patrícia Comunello, do Jornal do Comércio.

O evento foi aberto pelo conselheiro do Corecon-RS, economista Guilherme Stein, que agradeceu aos presentes e falou da importância do tema nesse contexto de dificuldades que o Brasil vem vivendo.

portugal“A crise, ou pelo menos o pior da crise, já passou. Se olharmos os números do primeiro e do segundo trimestres deste ano, constatamos que o fundo do poço ficou para trás”, afirma o professor Marcelo Portugal, ao iniciar sua apresentação, abordando as origens econômicas e políticas que acabaram gerando essa, que foi a pior recessão experimentada pelo Brasil ao longo de sua história. “É lógico que ainda temos muito a superar e a pergunta que fica é se conseguiremos recuperar, até 2018, um pouco do muito que perdemos nesses dois últimos anos”. Disse que foram três tipos de determinantes para o agravamento da crise, especialmente nos anos 2015 e 2016. Apontou o de caráter microeconômico, que foram as intervenções mal feitas pelo governo federal no mercado, o macroeconômico, que foram os erros feitos na política de combate à inflação e na política fiscal, além dos determinantes políticos, que foi a falta de liderança da presidente Dilma sobre a sua própria base e o Congresso como um todo, levando incertezas ao mercado e agravando o cenário econômico. Para justificar um cenário de melhora na economia, apresentou uma análise do desempenho das variáveis consideradas relevantes, como os comportamentos do PIB, do desemprego e da inflação. “A inflação vem caindo e vai ficar ainda mais baixa, o desemprego começa a recuar e o PIB começa a se recuperar, então o pior já passou. Mas vai demorar muito para recuperarmos os níveis de produção e de renda que tínhamos em 2010 e 2011”, acrescentou.

Explicou que houve crescimento acelerado da economia ao longo dos dois mandatos do presidente Lula e que no primeiro mandato da presidente Dilma o resultado foi pífio, seguido por total descontrole em seu segundo mandato. Para ele, a crise começou a ser gestada no final do governo Lula, em 2010, quando o Brasil ainda tinha uma situação fiscal razoavelmente equilibrada, com superávit primário. “A partir dali houve uma política keynesiana mal implementada, focada em gastos correntes permanentes e não em investimentos transitórios, somada a uma série de reduções fiscais inconsequentes, ao abandono do sistema de metas de inflação e o consequente reinício do controle de preços, além do excesso de intervenção cambial através de uso exagerado de swaps pelo Banco Central, que acabou gerando descontrole fiscal”. Disse que, depois de oito trimestres seguidos de queda do PIB, o país deve apresentar agora um ano de crescimento da ordem de 0,7% ou 0,8%. “No RS esse numero ainda pode ser mais alto porque a agricultura tem peso maior que no resto do país”, acrescentou.

portugal1O economista apresentou, ainda, gráficos sobre o comportamento da crise, que com cenários positivos também para a geração do emprego formal no país. Disse que de fevereiro de 2015 a fevereiro de 2016 foram fechados 1,8 milhão de empregos e que agora, no acumulado dos últimos 12 meses, segundo o Caged, houve abertura de 170 mil novas vagas formais, além de aumento do emprego também na informalidade. Também através de gráficos, demonstrou que a inflação caiu 2,5% nos últimos 12 meses e que este ano deve fechar ainda abaixo de 3% e que, embora as expectativas sejam de leve alta, não deve passar de 4%. Lembrou que, assim como a inflação caiu, os juros, que estavam em 14,25% no final do governo Dilma, despencaram para 8,25%, devendo chegar, nas próximas reuniões do Copon a 6,75% ou 6,5%, o que, segundo Portugal, é extremamente positivo para a economia. Lembrou, ainda, que a inflação deve ficar muito baixa este ano, em torno de 4%, devido ao forte caráter inercial da inflação brasileira, que atrapalha quando tem-se que puxá-la para baixo e a inércia a segura lá em cima, mas ajuda quando começa a subir porque a inércia tende a segurá-la embaixo.

“Esta é uma recessão made in Brazil”, disse, já que essa crise acontece na contra mão de um contexto internacional de crescimento da economia, como os casos dos EUA, China, Europa e tantos outros países. “O mundo está puxando a economia para cima”, completou. O fato apontado por ele como de mais difícil solução é o problema fiscal. Explicou que no final do governo Lula o superávit primário era da ordem de R$ 100 bi, passando para R$ 150 bi no primeiro governo Dilma e, depois, em ritmo de queda livre até chegar a um déficit primário de R$ 170 bi nos dias de hoje. “E para voltarmos a ter uma dívida pública pagável, precisaríamos de um esforço fiscal de cerca de 5% do PIB, o equivalente a R$ 300 bi, a ser gerado através de redução de gastos ou de aumento de impostos”, acrescentou.

Como alternativas para o enfrentamento da crise atual, o professor Marcelo Portugal elencou a necessidade de reequilíbrio das contas públicas, que passa obrigatoriamente pela aprovação da reforma da previdência, acabar com a cultura de privilégios setoriais, uma política eficiente de privatizações e concessões, uma reforma tributária mais horizontal e homogênia, além do avanço na condução da política monetária e cambial, que acaba com o monopólio do Banco Central no mercado de câmbio,

portugalpatricia2A jornalista Patrícia Comunello teceu algumas impressões sobre a crise e lembrou o professor Portugal de suas previsões feitas durante entrevista ao Jornal do Comércio ainda no ano de 2016 sobre como seria a tendência da economia neste ano. Falou das dificuldades do enfrentamento dos principais problemas em função da crise política que vem se desdobrando ao longo desses últimos meses e questionou o palestrante sobre PIB, desemprego, inflação e reformas.

Ao finalizar o Encontro, o conselheiro Guilherme Stein fez um convite para a próxima edição do Economia em Pauta, que será realizada no dia 16 de outubro próximo, e que abordará o tema “As criptomoedas e a livre geração de valor”.

No final do evento, foi servido um coquetel aos presentes, com a cortesia da Água Mineral Sarandi e Hotel Plaza São Rafael.

“Acabou a crise econômica?” é o tema do Economia em Pauta

 

- Economista Marcelo Portugal e jornalista Patrícia Comunello -

“Acabou a Crise Econômica?” é o tema da próxima edição do Economia em Pauta, que acontecerá nesta terça-feira, dia 26, às 18h30min, no Hotel Plaza São Rafael (Av. Alberto Bins, 514). Numa promoção do Corecon-RS, o evento terá como palestrante o economista Marcelo Portugal (Professor titular do Departamento de Economia da UFRGS, pesquisador do CNPq e doutor em Economia pela University of Warwick), e a participação da jornalista Patrícia Comunello (Jornal do Comércio).

Será fornecido um certificado de 2 horas complementares aos estudantes que participarem do evento.

No final do evento, será servido um coquetel aos presentes, com a cortesia da Água Mineral Sarandi e Hotel Plaza São Rafael.

Entrada gratuita!

Informações e reservas pelo fone (51) 3254.2608 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..



Cofecon capacita economistas em Perícia e Assistência Técnica Econômico-Financeira


“Vocês estão ingressando em uma área de atuação que tem um mercado muito bom, muito bom mesmo”. Foi assim que o conselheiro federal e coordenador do Grupo de Trabalho Perícia Econômico-Financeira, Sérgio Guimarães Hardy, recebeu os alunos da primeira edição do Curso de Perícia e Assistência Técnica Econômico-Financeira. A capacitação é promovida pelo Conselho Federal de Economia, com o apoio do Conselho Regional de Economia do Paraná (Corecon-PR) e do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF). A primeira aula foi ministrada no dia 21 de setembro, na sede do Cofecon.

Ao todo, 37 economistas se inscreveram para participar da capacitação, dividida em 4 módulos: I) Apresentação geral do curso; Planilhas Periciais, Links Úteis e Cadastramento; Excel e Matemática Financeira; Aspectos Gerais da Perícia na Justiça; e o Trabalho do Perito e Assistente Técnico Econômico-financeiro (21 a 23 de setembro de 2017); II) Processo e Cálculos Cíveis, Empresariais e Contratos Bancários (28 a 30 de setembro); III) Processo e Cálculo Trabalhista (5 a 7 de outubro); IV) Finanças em Perícia Econômico-Financeira – Avaliação de Empresas (19 a 21 de outubro).

No primeiro dia de curso, Sérgio Hardy apresentou o conteúdo a ser abordado ao longo de toda a qualificação e falou sobre o mercado de trabalho para os profissionais que atuam na área de perícia. “O conteúdo foi pensado com o objetivo de que os participantes tenham uma boa base para começar o trabalho”, destacou. O conselheiro federal também apresentou o Cadastro Nacional de Peritos em Economia e Finanças (CNPEF), lançado pelo Cofecon por meio de Resolução nº 1.951 do Cofecon, de 11 de abril de 2016. “O CNPEF funciona como um banco de dados, em que o Judiciário pode acessar informações sobre economistas qualificados em perícia de Economia e Finanças. Os profissionais que estiverem em situação de regularidade nos Conselhos Regionais de Economia podem se inscrever”, explicou Hardy. Em seguida, o economista e advogado Ademar Rogério Heylmann apresentou o conteúdo restante.

Sobre a atuação de economistas em perícia econômico-financeira

O novo Código de Processo Civil Brasileiro, que entrou em vigor em 2016, estabelece que os Tribunais da Justiça Estadual devem ter acesso aos conselhos de classe para a convocação de peritos. O Judiciário é auxiliado por esses profissionais quando as provas do fato de determinada causa dependem de conhecimentos específicos. O economista que atua nessa área é responsável por elaborar um trabalho técnico-científico para analisar, sugerir e dar valor às possíveis causas que geraram problemas de ordem econômico-financeira. O profissional pode atuar como perito do juízo ou assistir uma das partes envolvidas nas áreas que fazem parte do campo profissional do economista, incluindo os âmbitos trabalhista, ambiental, comercial, recuperação de empresas, atuarial, previdenciário, familiar, contratual, de indenizações, tributário, habitacional, financeiro e todas as demais áreas do Direito.

UCS promove XVI Encontro da Região Nordeste do RS

 

Encontram-se abertas as inscrições para XVI Encontro sobre os Aspectos Econômicos e Sociais da Região Nordeste do RS (ESAES), que será realizado na Universidade de Caxias do Sul (UCS), nos dias 2 e 3 de outubro próximo.  O evento é realizado pelo Curso de Ciências Econômicas e o Programa de Pós Graduação em Turismo e Hospitalidade – Doutorado e Mestrado da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

O objetivo do Encontro é oportunizar aos acadêmicos e pesquisadores das áreas de Economia, Administração, Direito, Comunicação e Turismo, entre outros, um espaço de discussão em que possam apresentar suas mais recentes produções científicas voltadas ao tema central deste ano: Novo Ciclo Econômico? Desafios e Oportunidades. 

Os paineis abordarão temas como Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural; Crescimento, Desenvolvimento e Meio ambiente; Finanças Públicas; História Econômica e Social Regional; Cadeias Produtivas e Sistemas Locais de Produção; Inovação e Competitividade; Setor Externo; Turismo e Desenvolvimento; Emprego e Mercado de Trabalho; Tecnologia de Informação e Comunicação aplicada ao Turismo. 

Para participar do evento, é necessário realizar a inscrição online por meio do link:
http://www.ucs.br/site/eventos/xvi-encontro-sobre-os-aspectos-economicos-e-sociais/


Corecon-RS na formatura da UFSM/Palmeira das Missões

A economista Marlene Kohler Dal Ri representou o Corecon-RS na solenidade de colação de grau dos estudantes de Ciências Econômicas da UFSM/Campus Palmeira das Missões. O evento aconteceu no dia 23, no Centro Cultural do Campus, na cidade de Palmeira das Missões.  

unipampaO delegado do Corecon-RS na cidade de Pelotas, economista Castelar Braz Garcia, esteve em Santana do Livramento, no sábado, dia 2 de setembro. Representou a Entidade durante a cerimônia de colação de grau do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), ocorrida no ginásio da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB).

O delegado regional do Corecon-RS em Caxias do Sul, economista Milton Biazus, e o presidente da Associação dos Economistas da Serra Gaúcha (Ecoserra), economista Carlos Wanderlei Reis da Silva, representaram o Conselho na solenidade de formatura do Curso de Ciências Econômicas da Universidade de Caxias do Sul (UCS), ocorrida no dia 1º de setembro último, no Teatro da Universidade.

caxias1No dia 25 de agosto, o vice-presidente do Corecon-RS, economista Rogério Tolfo, também esteve em Caxias do Sul, representando a Entidade na formatura dos estudantes do Curso de Ciências Econômicas da UCS. No dia 26,  o conselheiro Aristóteles Galvão representou o Conselho na formatura dos estudantes de Ciências Econômicas da Fadergs, que ocorreu no Teatro Bourbon Country, em Porto Alegre.

No dia 16 de setembro, o conselheiro Guilherme Stein representou o Corecon-RS na formatura dos 38 novos bachareis de Ciências Econômicas da Universidade Federal do RS (UFRGS), que aconteceu no Salão de Atos da Universidade.

O Corecon-RS retomou, em julho último, o roteiro de participações nas formaturas dos cursos de Ciências Econômicas das universidades gaúchas. No dia 28, o conselheiro Guilherme Stein acompanhou a solenidade de formatura dos novos bacharéis em Economia da Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS), que aconteceu no Salão de Atos da Universidade. Na mesma noite, o economista Bernardo Baggio representou a Entidade na formatura dos alunos da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). No sábado, dia 29 de julho, o economista Ezequiel Insaurriaga Megiato esteve em Rio Grande, onde acompanhou a formatura do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). A solenidade aconteceu no Cidec Sul, Campus Carreiros.

 

 

 

 

 

 

Prêmio ABDE-BID de Artigos divulga lista de vencedores

O trabalho “Os mercados de títulos verdes nos países em desenvolvimento e o papel do Novo Banco de Desenvolvimento”, de Rafael Antonio Anicio Pereira (USP) e Marcelo Milan (UFRGS), foi agraciado com a primeira colocação, Categoria II Finanças Verdes, do Prêmio ABDE-BID de Artigos 2017. 

A lista dos vencedores foi divulgada pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), na última segunda-feira, dia 18. No dia 13 de dezembro será a vez dos ganhadores serem premiados durante o Fórum do Desenvolvimento, que ocorre em Belo Horizonte, que contará com a presença de nomes como o professor de Cambridge, Ha-Joon Chang, e do especialista em cooperativas de crédito e professor da Universidade de Pula, Milford Bateman.

Os vencedores em cada categoria receberão R$ 8 mil, com os segundos colocados sendo agraciados com R$ 4 mil. Os artigos premiados serão publicados em livro, lançado durante o evento.

Em sua quarta edição, o Prêmio ABDE-BID de Artigos contou com três categorias: Desenvolvimento em Debate (I), Finanças Verdes (II), e Sistema OCB (III): Cooperativismo de Crédito e Desenvolvimento. A ideia foi estimular a produção de trabalhos acadêmicos dedicados ao financiamento do desenvolvimento, em especial sobre o Sistema Nacional de Fomento (SNF), levando à reflexão sobre o aprimoramento e a importância do fomento produtivo e sua efetividade no desenvolvimento sustentável. O Prêmio teve, nesta edição, 34 trabalhos inscritos, sendo 17 na Categoria I, 5 trabalhos na Categoria II e 12 na Categoria III.

Confira os nomes dos vencedores e o título dos trabalhos:

Categoria I – Desenvolvimento em Debate

1º colocado: Estrutura produtiva e crescimento: uma análise comparativa de Brasil, Austrália e Canadá, de Larissa Vieira Resende (UFMG/NApq) e João Prates Romero (UFMG/Cedeplar);

2º colocado: Concentração de mercado no sistema financeiro nacional e regulação concorrencial: implicações sobre a eficácia da regulação financeira e o desenvolvimento brasileiro, de Márcio Roberto Moran (USP).

Categoria II – Finanças Verdes

1º colocado: Os mercados de títulos verdes nos países em desenvolvimento e o papel do Novo Banco de Desenvolvimento, de Rafael Antonio Anicio Pereira (USP) e Marcelo Milan (UFRGS);

2º colocado: Expansão pecuária no Brasil e proposição metodológica de cálculo da produtividade em termos de sustentabilidade ambiental, de José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho (IPEA).

Categoria III – Sistema OCB: Cooperativismo de Crédito e Desenvolvimento

1º colocado: Estrutura de diversificação das cooperativas de crédito brasileiras, de Laís Karlina Vieira (IFMG) e Valéria Gama Fully Bressan (UFMG);

2º colocado: Impenhorabilidade das quotas nas sociedades cooperativas de crédito, de Ademir Cristofolini (Schmitt e Cristofolini).

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