Morre ex-presidente do Banco Central Carlos Langoni

Morreu no último domingo, dia 13, aos 76 anos, o ex-presidente do Banco Central Carlos Langoni. O economista estava internado desde novembro de 2020 no hospital CopaStar, no Rio de Janeiro, para tentar frear complicações da Covid-19. O hospital divulgou nota lamentando a morte do paciente e solidarizando-se com a família e amigos, mas informou que "não tem autorização da família para divulgar mais detalhes".

Carlos Geraldo Langoni nasceu em Nova Friburgo, em 24 de julho de 1944. Estudou no Colégio Nova Friburgo, projeto pioneiro da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com bolsa custeada pela prefeitura e por Luís Simões Lopes, então pO horesidente da Fundação. Ingressou no curso de graduação da Faculdade Nacional de Economia, na Praia Vermelha, Rio de Janeiro, onde lecionavam Octavio Gouvêa de Bulhões, Isaac Kerstenetzky e Julian Chacel, Formou-se em 1966. No ano seguinte, fez o curso de programação e planejamento econômico organizado por Og Leme no Centro de Treinamento para o Desenvolvimento Econômico Social (Cendec) do Ministério do Planejamento. Affonso Celso Pastore era um dos professores. O curso tinha orientação acadêmica próxima à da Universidade de Chicago. Leme fez um acordo com a Fundação Ford para mandar alguns alunos completar os estudos em Chicago. Langoni foi contemplado com bolsa e tornou-se o primeiro brasileiro a obter o doutorado em Economia na Universidade de Chicago em 1970. Ao retornar ao Brasil, Langoni foi convidado por Affonso Celso Pastore e Antônio Carlos Rocca para trabalhar no Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe/USP), onde estruturou o programa de pós-graduação e a Revista de Estudos Econômicos.

Mais informações sobre o economista em Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Geraldo_Langoni

Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

 

ECONOMISTAS PELA MODERNIZAÇÃO DO ESTADO - MANIFESTO AO POVO RIOGRANDENSE

ECONOMISTAS PELA MODERNIZAÇÃO DO ESTADO
MANIFESTO AO POVO RIOGRANDENSE

 

Povo Riograndense:

Em reunião plenária do dia 08 de junho de 2021, o Conselho Regional de Economia do Estado do Rio Grande do Sul (CORECON-RS), por meio de seus Conselheiros, deliberou, de forma unânime, posicionar-se nos debates que envolvem a modernização dos Entes Subnacionais. Essa definição se deu, de forma especial, em relação à necessária reestruturação da administração pública do Estado do Rio Grande do Sul e dos municípios gaúchos.

Dentre as mudanças que visam à melhoria da estrutura do Estado está a necessidade do Estado em aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que é a alternativa disponível de reequilíbrio das contas públicas estaduais. O Estado apresentou historicamente um elevado crescimento em sua folha de pagamentos do funcionalismo, que chegou a 118% entre os anos 2010-2018. Neste sentido, ainda que o Estado venha a aderir ao RRF, é fundamental que haja crescimento econômico e governos responsáveis, com aversão a políticas populistas, para que o “remédio não se torne veneno” no médio e longo prazos. Para tanto, é imprescindível que os governos planejem e executem políticas públicas concretas, voltadas ao crescimento e desenvolvimento econômico, com base na melhoria do ambiente de negócios. É necessário ainda, o compromisso com a responsabilidade fiscal, com uma gestão voltada à qualidade do gasto, focada na efetividade das políticas públicas.

Passa também pelo apoio à PEC 280/2019, que permite ao Estado realizar as privatizações da Companhia Riograndense de Saneamento (CORSAN), do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) e da Companhia de Processamento de Dados (PROCERGS), sem necessidade de plebiscito, desde que obtenha autorização de lei aprovada pela Assembleia Legislativa.

Nesta cesta de possibilidades de desestatizações, totais ou parciais, e de capitalizações, destaca-se a venda de ações da CORSAN, que permitirá a entrada de recursos para a realização de investimentos visando à universalização do saneamento até 2033, com base no Novo Marco Regulatório do Saneamento. A relevância da necessidade de investimentos em saneamento no Estado é apontado pelos indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Apenas 32,29% da população gaúcha é atendida por redes coletoras de esgotos, enquanto do total de esgotos que são gerados no território estadual, apenas 25,87% são tratados antes de serem lançados nos mananciais. Destaca-se ainda, que do pouco esgoto coletado, quase 20% não é tratado por perdas entre a coleta até as estações de tratamento, demonstrando um significativo nível de ineficiência e causando danos ambientais nos recursos hídricos do Estado.

Portanto, a solução dos problemas de saneamento no território estadual, passa também pela modernização da prestação de serviços de saneamento dos municípios, que não são atendidos pela CORSAN, que poderão realizar Parcerias Público-Privadas (PPPs) ou Concessões, como é o caso de Porto Alegre (DMAE), Novo Hamburgo (COMUSA), São Leopoldo (SEMAE), Caxias do Sul (SAMAE) e Pelotas (SANEP), dentre outros.

A adoção de PPPs ou Concessões pelos Municípios garantirá o aumento de investimentos, empregos e renda, além de possibilitar melhores condições sanitárias, que poderão impulsionar o desenvolvimento local e regional. Exemplos positivos de Concessão dos serviços públicos de saneamento vêm do Estado do Rio de Janeiro e da Região Metropolitana de Maceió. O Estado do Rio de Janeiro previa arrecadar, no leilão da outorga de serviços de saneamento, o valor mínimo de R$ 10,6 bilhões, mas obteve receita de R$ 22,7 bilhões (114,15% a mais), enquanto a Região Metropolitana de Maceió, que esperava negociar a outorga por R$ 15,1 milhões surpreendeu com uma venda no valor de R$ 2 bilhões (mais de 13.000%).

Ainda para os municípios, é urgente a reforma de suas previdências municipais, ao abrigo da Reforma da Previdência no âmbito da União. A Emenda Complementar nº 103, de 2019, além de autorizar reformas previdenciárias nos âmbitos estaduais e municipais, determinou que os Entes devessem constituir regimes de previdência complementar ou aderir a instituições já existentes. Nota-se aqui, no que diz respeito a aspectos financeiros, que a melhor alternativa é a de adesão a instituições e programas já existentes, uma vez que a criação de previdências complementares próprias elevará custos, com a administração de tais entidades, resultando numa baixa efetividade e elevação do dispêndio financeiro dos Entes, o que poderá impactar negativamente na execução de políticas públicas de outras funções essenciais, como saúde e educação.

No centro da discussão previdenciária está a necessária Reforma da Previdência de Porto Alegre. A realização de aportes do Município à previdência municipal poderá chegar a R$ 1,3 bilhão em 2021. Caso a Reforma seja aprovada, o Município deverá reduzir as despesas em aproximadamente R$ 250 milhões, recursos que poderão ser destinados a investimentos e à ampliação da prestação de serviços públicos municipais. Ademais, a aprovação da Reforma permitirá que os servidores do Município tenham uma manutenção segura de suas aposentadorias e pensões no médio e longo prazo, atualmente ameaçadas pela inviabilidade do atual regime previdenciário.

As reformas previdenciárias municipais, assim como a modernização na gestão do saneamento, visam à melhoria de vida da população, reduzindo custos e aumentando a prestação de serviços aos cidadãos pagadores de impostos. Salienta-se que a posição do CORECON-RS tem como base o resultado da aplicação de conhecimento técnico e científico no campo econômico, baseado em evidências, e na experiência de economistas gaúchos, que apontam a necessidade técnico-gerencial de solução dos problemas econômicos, sociais e ambientais, com base em sua formação de bacharel em ciências econômicas e na atividade profissional de economista.

Assim, o CORECON-RS aprovou e está finalizando a formação de Comissão Temática de Desestatização, Concessões e PPPs (CDCP), para tratar das discussões que estão ocorrendo nessas áreas, no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul. A CDCP irá debater, discutir, analisar e avaliar o futuro dos processos de modernização da administração pública gaúcha, para garantir que as modernizações realizadas visem inteiramente aos interesses da cidadania e da sociedade do Rio Grande do Sul, cujos economistas poderão atuar diretamente e estarão concentrados nestas discussões.

Porto Alegre, 11 de junho de 2021.

CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL

Grupo de pesquisa da FURG divulga relatório sobre o emprego formal em 2020

O Grupo de Pesquisa em Microeconomia Aplicada (EconoMicro), da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) divulgou o Relatório Anual do Emprego Formal no Rio Grande do Sul, que apresenta a movimentação do tema em 2020. O documento, coordenado pelo professor e 

economista Eduardo André Tillmann, apresenta análises feitas por setor, gênero, escolaridade e faixa etária.

Segundo o professor Tillmann, a ideia de analisar o emprego formal surgiu por conta da pandemia. “Entendemos ser interessante analisar o efeito que a pandemia tem sobre o mercado de trabalho. Além disso, os dados brutos do Ministério do Trabalho possibilitam a análise mais desagregada, assim conseguimos montar as estatísticas para a região sul e para Rio Grande”, relata o docente.

O relatório utilizou os microdados disponibilizados pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho, que mensalmente atualiza informações sobre a movimentação do mercado de trabalho formal.

Emprego formal em Rio Grande

Segundo a pesquisa feita pelo EconoMicro, Rio Grande apresentou 12.297 admissões e 12.672 desligamentos em 2020, totalizando um saldo negativo de 375 postos de trabalho formais.

No período da pandemia, de março a dezembro de 2020, houve 578 desligamentos a mais do que admissões no município. Somente em dezembro Rio Grande registrou um total de 1.041 admissões e 1.070 desligamentos, contabilizando um saldo negativo de 29 postos formais no mês.

Segundo a análise, o setor que mostrou pior desempenho no trabalho formal de Rio Grande foi o de construção, com -449 vagas. Já o setor industrial foi o único que terminou o ano com maior número de admissões do que demissões, nas três regiões analisadas. No município o saldo foi de +398.

Com relação à faixa etária, todas as regiões – Rio Grande, Região Funcional Sul e Rio Grande do Sul, apresentaram saldo positivo para as faixas etárias mais jovens, com até 24 anos. Porém, os maiores saldos negativos foram encontrados para os trabalhadores com idades entre 50 e 64 anos.

Emprego formal no Rio Grande do Sul

Os municípios da Região Funcional Sul apresentaram saldo negativo de 746 empregos formais, com 49.366 admitidos e 50.112 desligados. O Rio Grande do Sul, por sua vez, fechou o ano com um saldo negativo de 20.220 vagas, com 972.201 admissões e de 992.421 desligamentos.

No Estado, de março a dezembro de 2020, o saldo negativo de postos de trabalho formais foi de 56.545. Já a Região Funcional Sul apresentou saldo positivo de 1.129 postos de trabalho formais, justificado pelo desempenho positivo na geração de empregos do setor industrial da região.

O último mês de 2020, no Rio Grande do Sul, contabilizou saldo de 131 demissões a mais do que admissões. Na Região Funcional Sul, o saldo foi positivo em 864 admissões.

O setor de serviços foi o que mais contribuiu para saldo negativo do emprego formal no estado do Rio Grande do Sul em 2020, com -21.573 vagas. De acordo com o documento, este setor também foi o principal em termos negativos para os municípios da Região Funcional Sul, com -656 postos de trabalho. Já o setor industrial no estado teve saldo de +4.163 e de +892 na Região Funcional Sul.

Na análise por gênero, no acumulado do ano no Rio Grande do Sul, o saldo negativo de empregos foi maior entre as mulheres (-14.558) do que entre os homens (-5.662). Porém, no período da pandemia, o saldo negativo foi predominante para os homens (-29.247) em relação às mulheres (-27.298).

O estudo observou que o desempenho negativo do emprego formal se concentrou entre os trabalhadores com nível de escolaridade fundamental – incompleta e completa. O saldo entre admissões e demissões, no acumulado do ano, foi de -16.082 e -10.889, respectivamente. No período da pandemia este saldo é de -26.646 e de -15.125 postos de trabalho.

EconoMicro

Criado oficialmente em março de 2021, o Grupo de Pesquisa em Microeconomia Aplicada (EconoMicro) é composto pelo professor Eduardo Tillmann, do Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (Iceac) e pelos discentes Felipe Weizenmann, Andrew Piccioni, André Luis Zorzi, Caio Gonçalves, Douglas Pieper, Miriã Garcia e Rafael Santiago.

O grupo deu início aos trabalhos após os estudantes realizarem o curso de extensão “Introdução do Software Stata”, ministrado por Tillmann, onde tiveram contato com o software que permite o cálculo das estatísticas utilizadas no relatório.

O EconoMicro tem o objetivo de desenvolver pesquisas que contribuam para o debate de políticas públicas no Brasil, tratando de temas como educação, mercado de trabalho e meio ambiente. O grupo busca promover um ambiente de investigação entre professores e estudantes de graduação e pós-graduação, através de cursos, palestras e atividades de pesquisa.

Clique aqui para acessar o Relatório 

Matéria de Júlia Sassi/Assessoria de Imprensa FURG

Convênio com Faculdade Monteiro Lobato prevê descontos em Cursos de Pós-Graduação

LogoMontLobatoO Corecon-RS formalizou convênio com a Faculdade Monteiro Lobato, que oferece descontos especiais aos profissionais Registrados do Conselho, que estão em dia com suas anuidades.

A Monteiro Lobato está promovendo o Curso de Pós-Graduação em Alta Política “Formação em Liderança, Marketing e Estratégia Política, que terá uma turma especial com início das aulas em 25 de junho próximo e encerramento em maio de 2022. As aulas, com um mínimo de 22 inscritos, serão ministradas diretamente pelos professores, on line e ao vivo, sendo que, em 2022 ocorrerão Seminários presenciais.

O desconto para os profissionais registrados no Corecon e em dia com suas anuidades será de 30%.

Maiores informações e inscrições poderão ser obtidas em www.monteirolobato.edu.br/pos-graduacao ou pelo whatsapp 51999843985

Presidente participa de live da Escola de Negócios da PUCRS

O presidente do Corecon-RS, economista Mário de Lima, participará, nesta terça-feira, às 18 horas, de live, promovida pela Escola de Negócios da PUCRS, em que os estudantes do Curso de Ciências Econômicas da Universidade participam como moderadores. O tema será o "Auxílio Emergencial aos Estados", que terá a mediação do estudante Andrew Machado.

 

Live: “Situação da economia na região de Santa Maria”, com os professores Luciano Schuch (Vice-Reitor da UFSM) e Daniel Coronel (Economista, Diretor da Editora UFSM), e o empresário Luiz Fernando Pacheco (Presidente da Cacism)


O vice-Reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), professor LUCIANO SCHUCH, o diretor da Editora da UFSM, professor e economista DANIEL ARRUDA CORONEL, e o presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Santa Maria (Cacism), LUIZ FERNANDO DO COUTO PACHECO, participam de live, na próxima segunda-feira, dia 7, às 19 horas. Numa promoção do Corecon-RS, falarão sobre a situação da economia na região de Santa Maria.

Transmissão
www.facebook.com/coreconrs
https://www.youtube.com/c/CoreconRS2020

 

 

 

Currículo
Luciano Schuch

Graduado em Engenharia Elétrica (UFSM), Mestrado e Doutorado em Engenharia Elétrica (UFSM). Vice-Reitor e professor do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da UFSM. Possui experiência na coordenação de projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico financiados por órgãos de fomento, por empresas do setor elétrico e por indústrias. Possui experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Circuitos Eletrônicos, atuando, principalmente, no desenvolvimento de conversores de alto desempenho, sistemas fotovoltaicos, geração distribuída, integração de sistemas, técnicas de comutação suave e fontes ininterruptas de energia.

Daniel Arruda Coronel
Daniel Arruda Coronel é professor associado do Departamento de Economia e Relações Internacionais (DERI-UFSM), com atuação como docente nos programas de Pós-Graduação (Stricto sensu) em Gestão de Organizações Públicas, de Administração Pública, de Agronegócios e de Economia e Desenvolvimento. Atualmente é diretor da Editora UFSM, Diretor da Região Sul da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU), editor de área da Revista Ciência Rural e editor-chefe da Revista Práticas em Administração Pública e da Revista de Economia e Sociologia Rural.

Luiz Fernando do Couto Pacheco
Graduado em Engenharia Civil pela USFM, empresário do ramo da Construção Civil, foi presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon), coordenador da Comissão de Engenharia Civil da Inspetoria do CREA em Santa Maria e vice-presidente Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Santa Maria (Cacism). Atualmente é presidente do Conselho Municipal Pró-Segurança Pública de Santa Maria (Consepro) e, pela segunda vez, presidente da Cacism.

Economista Daniel Coronel é o novo Diretor da ABEU-Sul

O economista Daniel Arruda Coronel, Diretor da Editora da Universidade Federal de Santa Maria, foi eleito Diretor da Região Sul da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU). Daniel Coronel é professor Associado do Departamento de Economia e Relações Internacionais, com atuação como Docente Permanente nos Programas de Pós-Graduação (Stricto sensu) em Administração Pública, em Gestão de Organizações Públicas, e de Economia e Desenvolvimento, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atualmente é consultor ad hoc do Instituto de Pesquisas Educacionais INEP/MEC e do CNPq, editor chefe da Revista de Economia e Sociologia Rural, editor associado da Revista Práticas em Administração Pública, editor de área da Revista Ciência Rural, e acadêmico e membro do conselho fiscal da Academia Santa-Mariense de Letras (ASL). O resultado da eleição será ratificado pela assembleia da ABEU, o qual ocorrerá no final de junho.

Análise de impacto de Big Data na saúde é tema de live do IATS/UFRGS

Na segunda-feira, 7 de junho, a partir das 10h, o IATS transmite, via YouTube, a live “Análise de impacto de Big Data na saúde: apresentação de revisões sistemáticas e recomendações para estudos futuros”. A proposta da live tem como objetivo promover a reflexão acerca de questões como efeitos de análise de Big Data e Inteligência Artificial na saúde das pessoas, confiança nos resultados, desafios identificados e recomendações para estudos futuros.

As discussões serão apresentadas pelos professores Milena Marcolino, médica e professora associada da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora científica da Rede de Teleassistência de Minas Gerais e pesquisadora do IATS, e Marcos André Gonçalves, professor associado do Departamento de Ciência da Computação da UFMG e pesquisador do Centro de Inovação em Inteligência Artificial para Saúde (Co-PI do Eixo de Dados)

O Papel do TCE-RS e do Observatório Social no controle da Administração pública é tema de live da UCS

"O papel do TCE-RS e do Observatório Social no Controle da Administração Pública Municipal" será o tema de live, na próxima terça-feira, dia 1º de junho, às 18h30min, numa promoção da Faculdade de Ciências Econômicas, da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Participarão o Auditor Público Externo do TCE-RS, Cesar Cavion, o professor e profissional de carreira do TCE-RS, economista Reinaldo Duarte, e o coordenador do Observatório Social de Caxias do Sul, economista Marcelo Serejo. 

A transmissão acontecerá via Google-Meet GGP-HDJK-MIF

Página 6 de 90