Fadergs promove Feira de Empregabilidade

O Centro Universitário Fadergs está promovendo a 5ª Edição da Feira de Empregabilidade e Empreendedorismo, nos dias 22 e 23 de maio.  O evento tem como foco o tema “Internacionalidade”, com programação de atividades organizadas nas sedes Andradas, Luiz Afonso, João Pessoa, Riachuelo e Sertório. Na oportunidade, serão discutidos assuntos globais (nacionais e internacionais), e possibilitará a ampliação das oportunidades para o público participante, que poderá ocorrer por meio do contato com as instituições, com os empregadores, bem como mediante os conteúdos relacionados às competências profissionais abordados. Também irá auxiliar no desenvolvimento da confiança do participante para a sua futura inserção profissional.
Nas salas das unidades da Fadergs, os participantes ainda encontrarão informações que poderão ser obtidas diretamente com as empresas e com os palestrantes convidados.
Será um momento de aproximação com o mercado, a fim de que a comunidade realize contatos, troca de ideias e tire dúvidas sobre a carreira escolhida. Além disso, atrações culturais, consultorias, dicas de carreira também estarão entre os destaques do evento. Você que quer ser um profissional de sucesso não perca esta grande oportunidade! 

Nota do Corecon ao Governo do Estado do RS

Excelentíssimo Governador do Estado do RS,

O Conselho de Economia da 4ª Região – CORECON-RS congrega 4.000 economistas e acompanha a formação de outros 3.000 estudantes de Cursos de Economia do Estado do Rio Grande do Sul.

Convencido da necessidade de um Estado mais moderno e eficiente, o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul entende que o papel do Estado deve focar em atividades que a sociedade civil e os agentes privados não são capazes de executar plena e adequadamente. Para cumprir este propósito necessitam os governos planejar ações de curto, médio e longo prazo com base em indicadores e estudos nos quais a participação do profissional Economista é fundamental.

A produção de estatísticas e indicadores econômicos como, por exemplo, o PIB possui uma natureza que a configura como um bem público, não rival e não excludente, que cresce em relevância quando transformado em conhecimento comum, a todos acessível. Por esse motivo, o CORECON-RS entende que a produção de estatísticas que possuem essas propriedades é de responsabilidade do Estado.

Com fundamento em tais premissas, o CORECON-RS respeitosamente questiona o planejamento que fundamentou a decisão de dispensar Economistas concursados nas Fundações em processo de extinção, sem que esta ação represente efeitos significativos na redução do gasto público, enquanto, simultaneamente, abre concurso em outros órgãos governamentais. Os economistas que o governo pretende dispensar, em sua maioria mestres e doutores, representam investimento em capital humano e possuem vasta experiência na execução de atividades de elaboração e análise de indicadores econômicos. Manifesta-se assim este Conselho, pelo cuidado na preservação do conhecimento, da experiência e da memória destes profissionais que por anos trabalharam para subsidiar as políticas públicas do Estado do Rio Grande do Sul, em governos de diferentes matizes ideológicas, colaborando para o seu aperfeiçoamento e atração de investimentos.

Por fim, o CORECON-RS se coloca ao inteiro dispor do Governo do Estado para auxiliar na busca de soluções que compatibilizem objetivos da administração pública e de toda sociedade gaúcha.

Cordialmente,

Conselho Regional de Economia do RS

Economista Paulo Pereira é reconduzido à presidência da ACPA

 

 O economista Paulo Afonso Pereira foi reconduzido a mais uma gestão como presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA). A cerimônia de posse aconteceu no dia 26 de abril, no Salão Nobre do Palácio do Comércio, e contou com a presença de diversos empresários, representantes de entidades e o prefeito de Porto Alegre Nelson Marchezan Jr. Na vice-presidência, assumiu, para o biênio 2018-20, o também economista e ex-presidente do Corecon-RS, José Alfredo Duarte Filho.

Economistas José Alfredo e Paulo Afonso (Foto: Imprensa ACPA)

Economistas poderão ter acesso a Plano de Saúde Senge Unimed

 

O Sindicato dos Economistas do RS (Sindecon-RS) e o Sindicato dos Engenheiros no Estado do RS (Senge-RS) assinaram convênio possibilitando aos economistas acesso, através do Sócio-Conveniado, aos serviços do Plano de Saúde Unimed, Plano Odontológico e ao Senge Previdência, plano previdência complementar administrado pela Fundação CEEE.

Maiores informações podem ser obtidas pelo fone (51) 32301600 ou no site http://www.sengers.org.br/site/beneficios/28/planos-de-saude-senge-unimed.

MS disponibiliza biblioteca virtual de Economia da Saúde


O Ministério da Saúde, através do Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento (Desid), disponibiliza para acesso aos interessados o portal da biblioteca virtual de economia da saúde. A plataforma é extremamente útil para pesquisadores da área. A responsável pela biblioteca é a biblioteconomista Jacqueline Portales Cesar Ferreira, do Desid/MS.

Acesse em http://economia.saude.bvs.br

“Perspectiva do mercado financeiro brasileiro: Comprar ou vender?” é o tema do Economia em Pauta, dia 16, na PUCRS



“Perspectiva do mercado financeiro brasileiro: Comprar ou vender?” é o tema da edição de maio do Economia em Pauta, que acontecerá no dia 16 de maio (quarta-feira), às 17h50min, no Auditório do 9º andar do Prédio 50 da Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS). Numa promoção do Corecon-RS, com o apoio da Faculdade de Ciências Econômicas da PUCRS, o evento terá como palestrante o presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais – Seccional Sul (Apimec-Sul), economista José Junior de Oliveira, que falará abordará a perspectiva do Mercado Financeiro Brasileiro em um ano eleitoral e as melhores estratégias sob a ótica de um profissional de mercado.

Será fornecido um certificado de 2 horas complementares aos estudantes que participarem do evento.

Entrada gratuita!

Maiores informações pelo fone (51) 3254.2608 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , ou na Secretaria da FCE/PUCRS.

 

"A profissão, especialmente nos momentos de crise, apresenta uma série de oportunidades", afirma Garcia


O professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e conselheiro do Corecon-RS, economista Felipe Garcia, foi o palestrante do Economia em Pauta, realizado no dia 25 último, na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), em Santa Cruz do Sul. Numa promoção do Conselho, com o apoio da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade, abordou “A crise como oportunidade: o mercado de trabalho do Economista no cenário de incerteza”. O Encontro foi aberto pela coordenadora do Curso, economista Rosa Valentim, e reuniu, no miniauditório do Bloco 53, alunos e professores para discutirem o tema. Também estiveram presentes o presidente do Corecon-RS, economista Rogério Tolfo, o conselheiro Aristóteles Galvão e o ex-conselheiro Vladimir Alves.

A professora Rosa de Fátima Valentim apresentou o palestrante e agradeceu ao presidente do Corecon-RS e aos conselheiros o apoio para a realização do evento. Lembrou que neste ano a Unisc está completando 25 anos e que o Curso de Economia chega aos seus 33º aniversário de sua criação e que a primeira turma graduou-se em 1989.

O presidente Rogério Tolfo explicou a finalidade dos órgãos federais, como o Conselho de Economia, na fiscalização da profissão e explicou as diversas ações que vêm realizando no sentido de promover, cada vez mais, a aproximação dos cursos, seus alunos e o profissional de Economia com seu órgão de representação, seja através do fortalecimento da profissão, da qualificação e atualização de seus registrados.

felipe1O economista Felipe Garcia iniciou sua apresentação dizendo que, mesmo diante de um cenário adverso do mercado de trabalho, gerado a partir do mau desempenho da economia nos últimos anos, há possibilidades interessantes. “A nossa profissão, especialmente nos momentos de crise, apresenta uma série de oportunidades, tanto na iniciativa pública, privada ou, mesmo, na área acadêmica. O economista deve estar no centro da solução dos problemas”, complementou. Explicou que existe um delay na resposta do mercado de trabalho às diferentes crises econômicas, especialmente em economias em desenvolvimento, com efeitos heterogêneos, em função das características demográficas, sociais e educacionais. “Sabe-se que pessoas com maior nível de conhecimento e de educação tendem a sofrer menos os impactos das crises econômicas”, disse, lembrando os estragos no mercado de trabalho causados pela última crise, que levou a taxa de desemprego no Brasil a 13,7% da População Economicamente Ativa no primeiro trimestre de 2017. “Cerca de 14 milhões de brasileiros estavam fora do mercado de trabalho e outras seis milhões não se sentiam inseridas de forma plena, gerando uma série de prejuízos ao bem estar social”, afirmou.

felipe2O professor da UFPel falou, ainda, sobre as melhores alternativas de trabalho oferecidas pelo setor público, através da avaliação de políticas públicas, pelo setor privado, com seus consultores e especialistas em mercado, e pela academia, com os instrumentos de pesquisa necessários para a promoção do desenvolvimento.  Ressaltou a importância do estudo na vida do economista, e do domínio da econometria, da teoria microeconômica e do conhecimento em programação como formas de criar oportunidades no mercado de trabalho, lembrando, ainda, que “o conhecimento da macroeconomia e da história econômica fornece interessante visão geral dos acontecimentos”.

Felipe Garcia finalizou sua apresentação, lembrando o economista norte-americano Gary Becker, vencedor do Prêmio de Ciências Econômicas em 1992, por seus estudos sobre os domínios da análise microeconômica em áreas até então inimagináveis para atuação dos economistas. Elencou uma série de áreas, consideradas extremamente modernas para a atuação profissional, como a Economia da Saúde, da Educação, do Crime, dos Recursos Humanos, dos Recursos Naturais, assim como a Teoria dos Contratos.

 

"Crise e mercado de trabalho no cenário de incerteza" é tema do Economia em Pauta, na Unisc

O professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e conselheiro do Corecon-RS, economista Felipe Garcia, será o palestrante da próxima edição do Economia em Pauta, que acontecerá nesta quarta-feira, dia 25, na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), em Santa Cruz do Sul. Falará, às 19 horas, no miniauditório do Bloco 53, sala 5328, sobre “A crise como oportunidade: o mercado de trabalho do Economista no cenário de incerteza”. Na oportunidade, também se farão presentes o presidente do Corecon-RS, economista Rogério Tolfo, e o conselheiro Aristóteles Galvão.

Felipe Garcia é bacharel em Ciências Econômicas pela UFRGS, e mestre e doutor em Economia pela Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas. É membro do corpo permanente e coordenador do mestrado em Economia do Programa de Pós-Graduação em Organizações e Mercados (PPGOM-UFPel). Tem experiência como pesquisador assistente do Centro de Estudos em Microeconomia Aplicada da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (C-micro/EESP-FGV), como pesquisador assistente da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), como consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e como Pesquisador Visitante do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Atualmente, seus trabalhos se concentram na área de avaliação de políticas públicas e em microeconomia do desenvolvimento.

 

COMUNICADO CORECON-RS


O Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (CORECON-RS) vem explicitar que se mantém fiel às suas atribuições dispostas no Artigo 36 do Decreto Nº 31.794/52, listadas abaixo:
a) organizar e manter o registro profissional do economista;
b) fiscalizar o exercício da profissão de economista dentro das normas baixadas pelo CFEP;
c) expedir a carteira de identidade profissional;
d) realizar o programa de atividades elaboradas pelo CFEP no sentido de disseminação da técnica econômica nos diversos setores da economia naciona,l promovendo estudos e campanhas em prol da racionalização econômica do país;
e) elaborar o seu regimento interno para exames e aprovação do CFEP;
f) aplicar penalidades;
g) arrecadar as multas, anuidades, taxas e demais rendimentos, bem como promover a distribuição das cotas previstas nos artigos 31 e 37.

O CORECON-RS também ressalta a necessidade do Conselho Federal de Economia (COFECON) manter-se fiel às suas atribuições, dispostas no Artigo 30, do Decreto Nº 31.794/52, listadas abaixo:
a) organizar o seu regimento interno;
b) promover estudos e campanhas em prol da racionalização econômica do país;
c) elaborar anualmente um programa das atividades definidas neste Regulamento programa que servirá também de base para todos os Conselhos Regionais;
d) aprovar o orçamento e suas alterações, bem como os créditos adicionais;
e) autorizar operações referentes às mutações patrimoniais;
f) criar cargos, funções e fixar vencimentos e gratificações, bem como aprovar o regulamento de promoções e suas alterações, quando julgadas necessárias;
g) julgar as obras ou trabalhos previstos na alínea "b" do artigo 47, do Capítulo – da Habilitação – após o pronunciamento da Comissão de Professores, especialmente designada;
h) organizar os C.R.E.P., fixando-lhes a composição, a jurisdição e a forma de eleição de seus membros;
i) examinar e aprovar os regimentos internos dos CREP, podendo modificá-los no que se tornar necessário a fim de manter-se a respectiva unidade de ação;
j) julgar em última instância os recursos de penalidades impostas pelos CREP e promover a responsabilidade dos economistas nos casos previstos no artigo 5º;
k) tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas nos Conselhos Regionais e dirimi-las;
l) tomar todas as providências que julgar necessárias para (como responsável que é pela orientação e disciplina das Conselhos Regionais) manter uniformemente, em todo o país, a necessária e devida orientação dos referidos Conselhos;
m) homologar ou não a expedição dos títulos de habilitação profissional, concedidos pelos CREP;
n) servir de órgão de consulta do Governo, em assuntos de natureza econômica.

A disseminação de opiniões sobre a situação política brasileira atual, em nome dos Conselhos, não é uma das atribuições destas Autarquias, e manifestações que expressem as preferências partidárias dos ocupantes de cargos possuem o efeito de diminuir o prestígio destas entidades. Assim, o CORECON-RS reitera que sejam observados os ritos apropriados na elaboração de notas emitidas pelo COFECON e que estas estejam de acordo com as suas atribuições legais. Quaisquer atividades que não sigam estes pré-requisitos estão eivadas de suspeita quanto à utilização político-partidária do Sistema e não possuem a devida legitimidade.

Por fim, O CORECON-RS reforça que segue firme na defesa da profissão de Economista, com equilíbrio e maturidade, dentro das suas atribuições legais, buscando unir todos os Conselhos Regionais na promoção e divulgação da nossa nobre atividade.

Econ. Rogério Vianna Tolfo
Presidente do CORECON-RS

Econ. Bruno Breyer Caldas
vICE-Presidente do CORECON-RS

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