Corecon/RS visita Sebrae e Afocefe

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A presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, reuniu-se, na manhã de quarta-feira, dia 6, com o diretor-Superintendente do Sebrae/RS, economista Derly Cunha Fialho, e com o diretor-Executivo Julio César Ferrazza.

Simone Magalhães falou sobre as ações que o Corecon/RS vem desenvolvendo, como visitas às instituições públicas e privadas do RS, acompanhamento das solenidades de formatura dos alunos dos cursos de Ciências Econômicas das universidades do interior do estado e a elaboração de cursos que tenham o objetivo de melhoria e qualificação dos economistas e estudantes de Economia. Conversaram sobre a formação de parcerias entre as entidades, especialmente nas ações voltadas à interiorização.

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Também na quarta-feira, a presidente do Corecon/RS, acompanhada do conselheiro Alfredo Meneghetti Neto, visitou o Sindicato dos Técnicos Tributários do Estado do RS (Afocefe/Sindicato). Foram recebidos pelo vice-presidente da entidade Gilberto da Silva e pelo diretor de Comunicações Giugliano Medeiros.

Durante o encontro, foram discutidas a situação das finanças do Estado e a necessidade de ampliar a receita através do aumento dos investimentos em fiscalização ostensiva no combate à sonegação. Simone Magalhães falou das ações do Corecon/RS e concordou com a Afocefe de que a fiscalização pode ser uma das grandes saídas para a crise do RS. Do encontro, ficou acertado entre as entidades, ações conjuntas, que visem o estreitamento dos laços através de parcerias entre as entidades. Ficou acertado, também, a parceria na promoção de um concurso de artigos científicos, voltados a estudantes, graduados e pós-graduados, com temas voltados ao combate à sonegação.

Associação apresenta Prêmio ABDE-BID para economistas gaúchos

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O Corecon/RS recebeu, no dia 30 de março, a visita dos pesquisadores Andrej Slivnik e Fernanda Feil, da Gerência de Estudos Econômicos, da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE). Foram recebidos pela presidente da Entidade, economista Simone Magalhães, e pelos conselheiros Alfredo Meneghetti Neto, do Corecon/RS, e Henri Bejzman, do Cofecon.

Os representantes da ABDE vieram ao estado visitar uma série de universidades e instituições de pesquisa, com vistas à divulgação do Prêmio ABDE-BID de Monografias sobre o Sistema Nacional de Fomento, cujas inscrições já se encontram abertas.

Fernanda Feil explicou que a ABDE tem como principal meta definir estratégias e executar ações voltadas ao fortalecimento do Sistema Nacional de Fomento, aprimorando e fortalecendo a atuação dos seus associados. A entidade reúne instituições financeiras de desenvolvimento existentes em todo o País, que participam do desenvolvimento brasileiros, entre bancos públicos federais, de desenvolvimento, cooperativos, públicos comerciais estaduais e agências de fomento, além da Finep, do Sebrae e do BID, que é seu principal parceiro.

A presidente do Corecon/RS lembrou que a entidade vem desenvolvimento ações muito fortes junto a instituições públicas e privadas do Rio Grande do Sul, com o intuito de promover o treinamento e qualificação dos economistas gaúchos para fazerem frente aos novos desafios exigidos pelo mercado de trabalho. “Estamos firmando uma série de parcerias com essas instituições, especialmente na área de formação”, acrescentou.
Esta edição do Prêmio está dividida em duas categorias, a de “Desenvolvimento em Debate”, aberta a membros de universidades, instituições de pesquisa e interessados na temática, e a “Financiamento: desafios e soluções”, exclusiva para empregados das instituições de fomento associadas a ABDE.

As inscrições para o prêmio vão até o dia 25 de julho. Os primeiros colocados em cada categoria serão conhecidos em setembro e a cerimônia de premiação acontecerá em dezembro. O regulamento e demais informações estão disponíveis em www.abde.org.br ou pelo endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Informações também no site http://www.abde.org.br/GerenciaEstudosEconomicosPremioABDE.aspx

 

“Sem resolução de impacto político, dificilmente se conseguirá alternativa para retomar o crescimento econômico”, diz Miragaya

 

O presidente do Cofecon, economista Júlio Miragaya, foi o palestrante do Economia em Pauta, ocorrido na noite de quinta-feira, dia 31, no Hotel Plaza São Rafael, que abordou a conjuntura econômica nacional. O encontro foi aberto pelo vice-presidente do Corecon/RS, economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos, que falou da importância do tema e agradeceu a presença do palestrante e da plateia.

O presidente do Cofecon iniciou sua palestra dizendo que o País vice hoje uma crise econômica, alimentada por outra crise, de caráter político, que vem desde o final do processo eleitoral de 2014. Explicou que essa crise econômica decorre da insegurança dos agentes econômicos em relação a falta de investimentos, formando uma ciranda, em que as dificuldades econômicas existentes estimulam a crise política e, ao mesmo tempo, a crise política realimenta a situação econômica. “Então, sem uma resolução desse impacto político, dificilmente encontraremos uma alternativa para retomar o crescimento econômico”, afirmou. Lembrou que, ainda em 2015, apesar de estar muito claro que se teria dificuldades pela frente, em função dos programas fiscais, havia, também, uma expectativa de que, em 2016, ocorreria uma retomada do crescimento. “Só que a crise perdurou durante todo o ano de 2015 e todo esse primeiro trimestre do ano e já se considera 2016 como um ano perdido, com pequena perspectiva de retomada em 2017”, afirmou, alertando que, “se não for solucionada essa crise política, teremos um ano de dificuldade econômica também em 2017”. Disse que, possivelmente terá que se esperar as eleições de 2018 porque, mesmo que aconteça o afastamento da atual presidente, os problemas políticos não estarão resolvidos pelo menos até o final do ano. “Então nesse contexto, dificilmente haveria tranquilidade para um eventual governo Temer”, acrescentou.

Miragaya apresentou uma análise do contexto internacional. Para ele, o cenário, que esteve muito difícil há dois anos atrás, amargando um recorde de transações correntes de U$ 104 bilhões, o equivalente a 4,5% do PIB, tem perspectiva de queda desse déficit para U$ 15 bilhões, em torno de 1% do PIB, que é um saldo totalmente coberto por investimentos diretos. “Isso foi propiciado pela correção do câmbio, que acabou favorecendo as contas externas”, ressaltou. Disse que o cenário na área da inflação também é bastante favorável, em função da recessão econômica e das altas taxas de desemprego, que acabarão provocando, depois de muitos anos, um comportamento de queda dos chamados preços livres. Lembrou, no entanto, que o maior problema está na questão da taxa de juros, que continua muito elevada e tem emperrado qualquer possibilidade de retomada, já que inibe o investimento privado. “O que acontece é que ela retira recursos dos investimentos públicos, em função dos gastos com a dívida pública, e desestimula o consumo, ficando muito difícil vislumbrar uma retomada de crescimento, se não houver uma reviravolta na política monetária”. Explicou que, da mesma forma, a taxa de juros afeta o quadro fiscal, cujo problema ocorre muito mais por uma redução da receita do que propriamente pelo aumento da despesa. Lembrou que a despesa tem caído em decorrência da retração econômica e “se não se consegue retomar o crescimento econômico, também não se conseguirá solucionar o problema fiscal”. Disse que chegou o momento de o Comitê de Política Monetária (Copom), em sua reunião do final de abril próximo, decidir por iniciar um curso de redução da taxa básica de juros. “Esta é a posição do Cofecon”, exclamou, lembrando que durante todo o ano passado, especialmente no segundo semestre, a entidade já colocava a necessidade, prevendo um alívio da pressão inflacionária.

miragaya5Júlio Miragaya apresentou, ainda, um resgate histórico do chamado presidencialismo de coalizão, que, para ele, tem levado a uma situação de fragmentação política e à necessidade de composição com dezenas de partidos políticos para garantir a governabilidade, e do excessivo financiamento privado das campanhas políticas. Disse que não considera que o Brasil esteja vivendo uma situação de caos, mas uma crise muito forte de sua economia, e que a percepção de caos fica por conta da falta de habilidade do governo em passar uma segurança desse cenário, do que propriamente aos fundamentos da economia. “A presidente Dilma revela uma incapacidade de liderança e de diálogo muito grande na condução do quadro político, dificultando muito a resolução dos problemas”, disse.

Apresentou dados sobre o comportamento das exportações brasileiras, dizendo que recentemente o País começou a experimentar melhora de sua balança comercial, saindo de uma posição deficitária em 2014, de cerca de U$ 4,5 milhões para um superávit de U$ 20 milhões no ano passado, além de uma perspectiva de fechamento em U$ 40 milhões neste ano. “A desvalorização da nossa moeda ajudou a recuperar a nossa capacidade exportadora, particularmente da indústria, o que tende a melhorar a partir de agora”, afirmou. Disse que, da mesma forma, na área cambial, o quadro está favorável, com reservas internacionais da ordem de U$ 370 milhões, estimuladas pela valorização do dólar, o que deixa o País em posição confortável diante de eventuais turbulências no mercado externo. Criticou a política monetária que vem sendo adotada pelo Banco Central que, diferentemente dos bancos centrais dos países desenvolvidos, definem taxa de juros com foco na inflação, deixando de lado indicadores fundamentais, como nível de atividade econômica, taxa de desemprego, entre outros. Segundo o economista, na área fiscal, o déficit público poderia ser resolvido com o aumento da receita, o que significaria aumento da carga tributária e consequente reaquecimento da atividade econômica. “O déficit fiscal vem acontecendo, não por conta da despesa, mas de uma frustração de receita”, disse, lembrando que existe uma queda brutal da arrecadação tributária que acaba gerando crescimento do déficit, provocando a elevação da taxa de juros. “Não tem como retomar o crescimento econômico sem começar a mexer na taxa de juros, até porque ela impacta fortemente nos gastos da dívida pública”, concluiu.

Na oportunidade, foi servido um coquetel aos presentes, com a cortesia da Água Mineral Sarandi, Fante/Cordelier e Plaza São Rafael.

Também participaram do Economia em Pauta os conselheiros Alfredo Meneghetti Neto, Aristóteles Galvão, Bruno Breyer Caldas, Isabel Schutt e Rogério Tolfo, o conselheiro federal Henri Bejzman, além do ex-presidente do Corecon/RS Lauro Renck, o ex-delegado federal Luiz Machado, e o ex-vice-presidente Carlos Alberto Abel.

 

Encontro de Economia Gaúcha: Prorrogado prazo para submissão de trabalhos


Encontram-se abertas as inscrições de trabalhos para o 8º Encontro de Economia Gaúcha, que acontecerá nos dias 19 e 20 de maio próximo, na PUCRS. O prazo para submissão de trabalhos foi prorrogado até o dia 17 de abril.

O evento, promovido e organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Economia da PUCRS (PPGE) e pela Fundação de Economia e Estatística (FEE), com o apoio do Corecon/RS, consolida-se como um dos mais expressivos espaços de debate sobre a economia estadual.

O objetivo do Encontro é propiciar a análise dos problemas econômicos do Rio Grande do Sul, sob uma perspectiva metodologicamente pluralista e tematicamente variada. Ele deve se constituir numa oportunidade de reflexão sobre temas variados, inserindo-se em diferentes tipos de discussão.

O evento destina-se a professores e pesquisadores, a alunos de Ciências Econômicas e áreas afins, bem como a profissionais da área de economia e público em geral.


Faça sua inscrição e confira mais informações no site do evento http://eventos.pucrs.br/eeg2016/

Simone e Miragaya visitam Badesul

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A presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, e o presidente do Cofecon, economista Júlio Miragaya, reuniram-se, na manhã de quinta-feira, dia 31, com a ditetora-presidente do Badesul, Susana Kakuta. Simone Magalhães foi apresentar ao Badesul as ações que vêm sendo desenvolvidas pelo Conselho, na busca de uma maior aproximação da entidade com as empresas públicas e privadas, universidades e demais instituições de pesquisas existentes no estado.

A economista apresentou os eventos programados para este ano, destacando a próxima edição do Torneio Corecon/RS de Economia, que inicia em junho e terá o fomento como tema central. Disse que o Torneio é dirigido a estudantes dos cursos de Ciências Econômicas de todo o RS, com o objetivo de proporcionar oportunidades de utilização da prática e do conhecimento teórico, para o confronto através de jogos. Falou, ainda, sobre a importância de um maior aprimoramento e qualificação dos profissionais de Economia, através de cursos específicos exigidos pelo mercado de trabalho, e colocou o Corecon/RS, assim como seus “quase cinco mil economistas registrados, potenciais agentes multiplicadores do desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, à disposição dos inúmeros projetos do Badesul.

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Suzana Kakuta, que também é gestora executiva do Parque Tecnológico da Unisinos (Tecnosinos), falou sobre as diversas frentes e ações desenvolvidas pelo Badesul na promoção do desenvolvimento econômico e social do RS, como órgão de financiamento e de promoção do conhecimento, voltado a projetos do setor público e de empresas privadas, com vistas ao desenvolvimento econômico do estado.

Também participaram do encontro o conselheiro do Corecon/RS, economista Alfredo Meneghetti Neto, e o conselheiro federal, economista Henri Bejzman.

Corecon/RS e Apimec/Sul firmam convênio

A presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, e o presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento em Mercado de Capitais do RS (Apimec/Sul), economista José Júnior de Oliveira, reuniram-se, no último dia 22, na sede da Apimec/Sul, para acertarem os detalhes de convênio entre as duas entidades, que possibilitará aos economistas e estudantes de Economia, registrados no Corecon/RS, descontos especiais na participação de cursos promovidos pela Associação.

Além da parceria em cursos, as duas entidades desenvolverão ações conjuntas, voltadas à promoção de palestras e outros eventos, que visem ao treinamento e qualificação de seus associados junto ao mercado de trabalho.

Também participou da reunião o conselheiro do Corecon/RS e professor da PUCRS, economista Alfredo Meneghetti Neto.

Abertas inscrições para o XXII Prêmio Brasil de Economia


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Encontram-se abertas as inscrições para o XXII Prêmio Brasil de Economia, promovido pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon). 


O Prêmio aclamará os melhores trabalhos nas categorias Monografias de graduação, Dissertações de mestrado, Teses de dotorado, Artigos técnicos/científicos e Livros de Economia. Serão distribuídos, ao todo, R$ 48 mil em prêmios.

O Prêmio tem por objetivo estimular, em vários níveis, a reflexão crítica sobre a economia como ramo de conhecimento, primando por seu caráter aplicado, especialmente nas questões ligadas a aspectos econômicos, sociais e regionais da sociedade brasileira e a sua inter-relação com o exercício da profissão de Economista.

Os trabalhos podem ser inscritos de forma presencial, nos Conselhos Regionais de Economia ou pelo site do Prêmio na internet.

A cerimônia de entrega acontecerá durante o XXV Simpósio Nacional dos Conselhos de Economia, que acontecerá na cidade de Natal (PE), entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro.

Maiores informações no site www.cofeconorg.br/pbe

 

Previdência do Estado: “Não se resolverá o problema sem mexer na idade mínima,” afirma Darcy

O vice-presidente do Corecon/RS, economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos, proferiu palestra, na última terça-feira, dia 22, na Fundação de Economia e Estatística. A palestra, que enfocou a situação previdenciária do Estado do RS, foi aberta pelo diretor-técnico da FEE, economista Martinho Lazzari, e contou com a mediação do economista Pedro Zuanazzi.

O professor Darcy iniciou sua apresentação demonstrando, através de gráficos, a atual estrutura do sistema previdenciário gaúcho. Disse que o déficit da previdência pública do estado, em termos de valor, encontra-se em torno de R$ 8,5 bilhões e que, da receita corrente líquida, o Governo gasta 38% com o pagamento inativos e pensionistas. Explicou que, como uma parte desse montante é paga pelos funcionários, restam cerca de 34% da referida receita, ficando o déficit em 26% da receita corrente líquida, descontada a contribuição patronal. “De cada R$ 3 que o Estado arrecada, R$ 1 é gasto com a Previdência”, afirmou.


O vice-presidente do Corecon/RS ressaltou que o grande problema do Estado são as chamadas aposentadorias especiais, que permitem que o servidor, ao invés de se aposentar com 35 anos de contribuição e 60 anos de idade, o faça com 10 ou cinco anos a menos, tanto na contribuição como na idade. “Atualmente, 87% dos servidores estaduais são beneficiados por esse tipo de aposentadoria”, lembrou. Citou o exemplo dos professores, em que as mulheres representam 90% dos casos, que se aposentam com 10 anos a menos e com idade mínima de 50 anos. Outro caso, levantado pelo economista, é o dos policiais civis e militares, que entram na inatividade com 30 anos para o homem e 25 anos para a mulher, sem limite de idade mínima. “Esse é o grande problema, que se agravará ainda mais com o passar dos anos se nada for feito com relação à idade mínima”, afirmou, lembrando que policiais e professores perfazem 73% do total dos servidores. 

Disse que a melhor solução para amenizar essa situação de déficit da Previdência seria aumentar a idade mínima, já que não se pode mexer na alíquota, que está em 13,25%, porque um desconto superior a 14% é entendido pelo STJ como confisco. “Não tem sentido se imaginar que, enquanto nos países desenvolvidos os trabalhadores, tanto homem como mulher, se aposentem com 65 ou 67 anos, no serviço público estadual a metade se aposente com 50 anos de idade mínima e, pior, uma quarta parte sem limite mínimo de idade”, disse.

O professor Darcy lembrou, ainda, que as reformas da Previdência, ocorridas em 1998 e 2003, embora tenham apresentado alguns avanços, não mexeram na idade mínima, estabelecendo que o trabalhador, a partir dali, passaria a se aposentar pela média de contribuição. “Só que, ao mesmo tempo em que fez isso, criou uma regra de exceção, permitindo a quem tivesse 20 anos de serviço público, 10 anos na carreira e cinco no cargo, ficaria beneficiado pela integralidade e pela paridade com os ativos”. Lembrou, ainda que, para conseguirem uma mexida forte na Previdência, embora fosse gerar descontentamento, deveriam acabar com essa exceção, estabelecendo, então, a média das contribuições. “Temos consciência de que Previdência é algo que mexe com os sentimentos, mas as pessoas não entendem que se alguém ganha sem contribuir o necessário, outros terão que pagar por elas”, concluiu.

 

Cofecon realiza Gincana para estudantes de Economia

 

Juros altos, inflação e crescimento negativo do PIB. O cenário da economia brasileira é desafiador até para os economistas mais experientes. Mas, e se um estudante de Economia tivesse a chance de se aventurar a resolver essas questões? Na Gincana Nacional de Economia, realizada anualmente pelo Cofecon, os universitários de todo o País têm essa oportunidade.

Por meio de um jogo virtual, os participantes se deparam com um problema econômico e devem solucioná-lo usando conhecimento, estratégia e uma pitada de sorte. Cada carta do jogo representa uma decisão macroeconômica, que pode ter consequências como aumento da inflação ou recessão. Ao todo, são realizadas três etapas, com objetivos diferentes. Ganha quem vencer duas delas.

As etapas locais da Gincana são organizadas pelos Conselhos Regionais de Economia. A fase final é realizada pelo Cofecon, com data marcada para 1º e 2 de setembro, em Natal (RN). As inscrições estarão disponíveis a partir do dia 5 de abril, sendo que cada Conselho adotará um cronograma específico para a etapa regional.

Coordenadora nacional da Gincana, a economista e conselheira federal Denise Kassama acredita que a iniciativa do Cofecon proporciona uma experiência única aos estudantes. “Além da oportunidade de testar conhecimentos, a competição em um ambiente controlado prepara os participantes para a vida profissional, pois o mercado está cada vez mais competitivo. É também uma oportunidade de conhecer estudantes de outras instituições de ensino de todo o território nacional”, indica.

Com a Gincana, os alunos começam a enxergar a Economia de forma prática. “Uma coisa é estudar os conceitos na faculdade, outra é decidir o que fazer para solucionar um problema com as variáveis disponíveis, por meio do sorteio de cartas. A Gincana representa um preparo para que o estudante entenda na prática a conjuntura econômica do País. Todas as oportunidades de enxergar a Economia de uma forma mais prática são válidas, já que o curso tem um viés muito teórico”, explica Denise Kassama. Com a atual crise econômica no País, não falta material nem inspiração para estudar. “Esse ano (o jogo) estará mais difícil por causa da atual conjuntura econômica. Preparem-se!”, sugere.

Para saber mais sobre a Gincana Nacional de Economia e conferir o regulamento da competição, acesse o site

 

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