Pesquisadores debatem alternativas para o desenvolvimento do RS

8º Encontro de Economia Gaúcha: 


A presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, participou, na manhã desta quinta-feira, dia 19, na Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS), da abertura oficial do 8º Encontro de Economia Gaúcha. Numa promoção do Programa de Pós-Graduação em Economia da PUCRS e da Fundação de Economia e Estatística (FEE), com o apoio do Corecon/RS, o encontro tem como objetivo analisar diversos setores e aspectos da economia do Rio Grande do Sul, a partir de uma perspectiva pluralista e tematicamente variada. Também participaram da mesa de abertura, que foi coordenada pelo coordenador do Programa de Pós-Graduação em Economia da PUCRS (PPGE/PUCRS), professor Augusto Mussi Alvim, o diretor da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da PUCRS (FACE/PUCRS), professor Alziro Rodrigues, o economista-Chefe da Federação das Indústrias do RS (Fiergs), André Nunes de Nunes, e o presidente da FEE, economista Igor Morais.

mesa02O professor Augusto Alvim abriu os trabalhos e agradeceu a presença de professores e estudantes, e anunciou a inscrição de mais de uma centena de trabalhos no evento, “muitos dos quais oriundos de instituições do interior do estado”, contemplando um leque dos mais variados temas, em função da condição multifacetada da economia gaúcha, que é o objeto de pesquisa.

O diretor da FACE, Alziro Rodrigues, falou da importância dos temas a serem discutidos, que possibilitam o intercâmbio de ideias e debates sobre os diversos setores e aspectos da economia gaúcha.

mesa03Para André Nunes, da Fiergs, o Encontro é de extrema relevância para a economia e para o pensamento econômico do RS, principalmente neste momento de crise que estamos vivendo. “E cabe a nós economistas, através de estudos, pesquisa e iniciativas, propormos soluções para o desenvolvimento social e econômico do nosso estado e do nosso País”, ressaltou.

mesa04igorO presidente da FEE afirmou que se trata de uma oportunidade de estreitar laços entre alunos, instituições de pesquisa e de ensino. E é muito importante termos a FEE, como órgão público de pesquisa, a PUCRS, como academia, o Corecon, como órgão de representação dos economistas, e a Fiergs, com sua representação privada, “unidos na promoção de discussões sobre temas, muitos dos quais serão levados à sociedade como alternativas para o enfrentamento de problemas do futuro”.

mesa05simoneA presidente do Corecon/RS falou do Plano de Trabalho instituído nesta gestão e relatou as principais ações que vêm sendo desenvolvidas ao longo deste ano, como o acompanhamento às solenidades de formaturas dos cursos de Ciências Econômicas da Região Metropolitana e do interior do RS, e as visitas institucionais, com o objetivo de desenvolver parcerias e fortalecer o mercado de trabalho para os economistas. Lembrou os excelentes resultados alcançados a partir da pesquisa de perfil, feita junto aos economistas e estudantes de Economia, com o intuito de conhecer melhor seus anseios e necessidades, e lembrou o encontro dos coordenadores dos cursos de Ciências Econômicas do RS, ocorrido neste ano, na Sede do Corecon/RS. Concluiu fazendo uma chamada para o Encontro dos Cursos de Ciências Econômicas, que acontecerá no dia 10 de junho próximo, na UCS, em Caxias do Sul.

O Encontro estende-se nesta quinta e sexta-feira com a realização de 28 sessões específicas, com a apresentação de trabalhos sobre agricultura familiar e desenvolvimento rural, políticas públicas da desigualdade e pobreza, economia do trabalho e demografia, e economia regional e urbana, cadeias produtivas e agronegócio, história econômica, macroeconomia, setor externo e crescimento econômico, meio ambiente e desenvolvimento sustentável, setor público e finanças públicas.

Pela primeira vez, o evento conta com duas conferências. “Lucratividade e Distribuição: a origem econômica da crise política”, proferida pelo professor Adalmir Marquetti, da PUCRS, e “Economia Brasileira em Perspectiva”, com a doutora em Economia pela New School for Social Research (Nova York), e professora da Universidade de São Paulo, Laura Barbosa Carvalho. Também acontecerão os workshops temáticos “Curso de metodologia do PIB”, com o economista Roberto Rocha, da FEE, e “Corecon/RS e a formação do Economista”, com a presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, e o conselheiro do Corecon/RS e pesquisador da FEE, economista Alfredo Meneghetti Neto.

Programação
Quinta-feira, dia 19
8h15min: Inscrições e entrega de materiais
8h45min: Solenidade de abertura
10h30min: Sessões 1, 2, 3, 4, 5 e 6

(Intervalo para almoço)

13h30min: Sessões 7, 8, 9, 10, 11 e 12
15h15min: Sessões 13, 14, 15 e 16
16h: Workshops temáticos
- Curso de metodologia de R - Estatística Fernanda Vargas (FEE);
- Curso de Metodologia da PED - Estatístico Rafael Caumo (FEE);
19h30min: Conferência de Abertura “Lucratividade e Distribuição: a origem econômica”

Sexta-feira, dia 20:

8h30min: Sessões 17, 18, 19, 20, 21 e 22
10h15min: Sessões 23, 24, 25, 26, 27 e 28

(Intervalo para almoço)

14h: Conferência “Economia Brasileira em Perspectiva”, com a doutora em Economia pela New School for Social Research, Nova York, e professora da Universidade de São Paulo, Laura Barbosa Carvalho.
16h: Workshops temáticos:
- Curso de metodologia do PIB - Economista Roberto Rocha (FEE);
- Corecon/RS e a formação do Economista – Economista Simone Magalhães (Presidente Corecon/RS) e Economista Alfredo Meneghetti Neto (Conselheiro Corecon/RS e Pesquisador FEE).

Para mais informações, acesse http://eventos.pucrs.br/eeg2016/

Encontro de Economia Gaúcha inicia nesta quinta, na PUCRS

 

Acontece, nesta quinta e sexta-feira, no Prédio 50 da Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS), em Porto Alegre, o 8ºEncontro de Economia Gaúcha. Numa promoção do Programa de Pós-Graduação em Economia da PUCRS e da Fundação de Economia e Estatística (FEE), com o apoio do Corecon/RS, o encontro tem como objetivo analisar diversos setores e aspectos da economia do Rio Grande do Sul, a partir de uma perspectiva pluralista e tematicamente variada.

Mais de uma centena de trabalhos foram inscritos, com enfoques em temas, como Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural; Desigualdade, Pobreza e Políticas Públicas; Economia do Trabalho e Demografia; Economia Regional e Urbana; Estudos Setoriais, Cadeias Produtivas e Agronegócio; História Econômica; macroeconomia, Setor Externo e Crescimento Econômico; meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Setor Público e Finanças Públicas.

Programação

Quinta-feira, dia 19

8h15min: Inscrições e entrega de materiais
8h45min: Solenidade de abertura
10h30min: Sessões 1, 2, 3, 4, 5 e 6

(Intervalo para almoço)

13h30min: Sessões 7, 8, 9, 10, 11 e 12
15h15min: Sessões 13, 14, 15 e 16
16h: Workshops temáticos
- Curso de metodologia de R - Estatística Fernanda Vargas (FEE);
- Curso de Metodologia da PED - Estatístico Rafael Caumo (FEE);
19h30min: Conferência de Abertura “Lucratividade e Distribuição: a origem econômica da crise política” (Dr. Prof. Adalmir Marquetti)

Sexta-feira, dia 20:

8h30min: Sessões 17, 18, 19, 20, 21 e 22
10h15min: Sessões 23, 24, 25, 26, 27 e 28

(Intervalo para almoço)

14h: Conferência “Economia Brasileira em Perspectiva”, com a doutora em Economia pela New School for Social Research, Nova York, e professora da Universidade de São Paulo, Laura Barbosa Carvalho.
16h: Workshops temáticos:
- Curso de metodologia do PIB - Economista Roberto Rocha (FEE);
- Corecon/RS e a formação do Economista – Economista Simone Magalhães (Presidente Corecon/RS) e Economista Alfredo Meneghetti Neto (Conselheiro Corecon/RS e Pesquisador FEE).

Para mais informações, acesse http://goo.gl/OaiIhJ  

Semana Nacional de Educação Financeira

Acontece, nesta semana, mais uma edição da Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), com a promoção de diversas ações educacionais, em todo o País. Na primeira edição da Semana ENEF, ocorrida em 2014, foram realizados mais de 170 eventos, presenciais ou online, em 21 cidades de 17 estados brasileiros e Distrito Federal. Já, na Semana ENEF de 2015, foram realizados 505 eventos, presenciais ou online, impactando milhares de cidadãos.
A educação financeira tem como objetivo conscientizar o indivíduo sobre a importância do planejamento financeiro, para que desenvolva uma relação equilibrada com o dinheiro e decisões acertadas sobre finanças e consumo.

Em diversas cidades do Rio Grande do Sul também estão sendo realizados eventos sobre educação Financeira. O ex-conselheiro e vice-presidente do Corecon/RS, economista Everton Lopes, participará, nesta terça-feira, dia 17, às 20 horas, na Faculdade de Desenvolvimento do RS (Fadergs), na rua Riachuelo, 1257, em Porto Alegre, de um Talkshow de Educação Financeira com os alunos da Faculdade. O evento é aberto ao público. No dia 19 de maio, quinta-feira, às 19 horas, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo, Lopes participa, como co-autor, da sessão de autógrafos do lançamento da obra “A Nova Gestão na Era do Conhecimento”. No dia 30 de maio próximo, às 19 horas, o lançamento da obra é em Porto Alegre, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country.

Para acessar a agenda da Semana ENEF, acesse http://www.semanaenef.gov.br/agenda-oficial/

 

A evolução da Saúde e o mercado para Economista foi tema de palestra de Balbinotto

 

O professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologias em Saúde, economista Giácomo Balbinotto Neto, foi o palestrante da última edição do Economia em Pauta, ocorrida na noite da quarta-feira, dia 11, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. O evento, que abordou o tema “Economia da Saúde”, foi aberto pela presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, que agradeceu a presença do palestrante e da plateia, e falou da importância da economia da saúde como uma nova e grande oportunidade de atuação para o profissional da Economia no mercado de trabalho.

O professor Balbinotto, que desenvolve ações e projetos de pesquisa na área de economia da saúde, farmacoeconomia e avaliação de tecnologias em saúde, iniciou sua apresentação conceituando Saúde, sob a ótica da Organização Mundial de Saúde (OMS). Explicou que se trata de um estado de bem-estar físico completo, mental e social, e não meramente a ausência de doença ou enfermidade, e que a economia da saúde é responsável hoje por cerca de 10% do PIB brasileiro. Apresentou ilustrações e informações que revelam maior convergência de pessoas com idades mais elevadas, próximas a 80 anos, em países com maior PIB per capita, em função dos avanços e melhorias das tecnologias da saúde, como medidas sanitárias, alimentares e nutricionais. “As pessoas vivem cada vez mais tempo, e, com isso, vão surgindo novos problemas e novos desafios ao setor, que terá que encontrar uma fórmula que concilie o avanço da idade com a alocação dos recursos necessários para esse atendimento”, disse. Lembrou a natureza da saúde, e seus respectivos incentivos e contrapartidas, com suas características de imprevisibilidade de demanda, de assimetria de informação, de risco moral, de incertezas e de intransferibilidade. Citou estudos de Kenneth Arrow, do ano de 1963, ligados à presença e extensão da incerteza, e artigos sobre análise de decisão, dos autores gaúchos Lídia Medeiros e Airton Stein, além do Modelo de Grossman, de 1972, que introduz a ideia de que os indivíduos produzem saúde.

O professor da UFRGS explicou que economia da saúde é um campo de conhecimento relativamente novo dentro da teoria econômica, que esttá voltado para o desenvolvimento e uso de ferramentas de economia na análise, formulação e implementação das políticas públicas em saúde. Falou sobre os fundamentos da economia da saúde, como a importância de obter a máxima eficiência no uso dos recursos materiais, humanos e financeiros diante de uma realidade de recursos finitos, de custos crescentes e de necessidades ilimitadas, e relacionou suas áreas de estudo, como saúde e valor, determinantes da saúde e doença, demanda, serviços, seguros, mercados, avaliação econômica, eficiência e equidade. Disse que a economia da saúde estuda a forma como os recursos são alocadas ao setor de saúde e distribuídos à população, através de suas redes. “A sua relevância está na capacidade de informar e de influenciar nas decisões daqueles que formulam as políticas de assistência”, disse, lembrando que o papel do economista é “informar os agentes públicos sobre as opções de custos e benefícios que determinadas ações possam trazer”. Afirmou que as especificidades do setor fazem do economistas, profissionais extremamente requisitados, pelas técnicas econométricas para lidar com essas especificidades.

Giácomo Balbinotto Neto referiu-se à economia da saúde animal como um espaço ainda inexplorado e citou a farmacoeconomia como mais uma área da economia da saúde que, envolvida pela interdisciplinaridade da matemática, estatística, economia, direito, entre outras, avalia o valor global dos produtos farmacêuticos. Explicou que a farmacoeconomia fornece informações críticas à alocação dos recursos de cuidados com a saúde, constituindo-se num valioso instrumento de apoio para a tomada de decisões, que envolve avaliação e direcionamento de investimentos baseados na distribuição mais racional de recursos. “Isso permite aos profissionais conciliarem necessidades terapêuticas com possibilidade de custeio individual das empresas provedoras de serviço do sistema de saúde”, disse. Apresentou gráficos com projeções da evolução da idade mediana da população brasileira, que demonstram crescimento cada vez maior da expectativa de vida e do envelhecimento da população e alertou para a necessidade de acompanhamento, por parte dos serviços de saúde, à essa crescente demanda. Falou sobre as ações de economia da saúde que vêm sendo realizadas no Rio Grande do Sul, como o I Encontro Gaúcho de Economia da Saúde, ocorrido em dezembro último na Unisinos, e de grupos de trabalhos existentes na UFRGS, UFPEL e na PUCRS. Citou, ainda, a excelência dos pesquisadores de diversas áreas, envolvidos em trabalhos nas áreas de transplantes, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e da Santa Casa de Misericordia, ou, mesmo, das ações que vêm sendo realizados por instituições hospitalares, como Hospital São Lucas.

Ao finalizar sua palestra, o professor Balbinotto ressaltou os tipos de análises econômicas no setor, citando o QALYs, que representam os ganhos do indivíduo com a qualidade de vida, e concluiu sua apresentação citando uma série de trabalhos e obras que sobre o tema, assim como a relevância da Biblioteca Virtual de Economia da Saúde (BVES).

Também prestigiaram esta edição do Economia em Pauta, os conselheiros Alfredo Meneghetti Neto e Rogério Tolfo, e o ex-presidente Lauro Renck.

No final do Encontro, foi servido um coquetel aos presentes, com a cortesia da Água Mineral Sarandi, Fante/Cordelier e Plaza São Rafael.

Abertas inscrições para a VI Gincana Nacional de Economia

 


Encontram-se abertas as inscrições para a 5ª Gincana Nacional de Economia, que acontecerá nos dias 1 e 2 de setembro, em Natal, Rio Grande do Norte. Por meio de um jogo virtual, os participantes deparam-se com um problema econômico e devem solucioná-lo usando conhecimento, estratégia e uma pitada de sorte. Cada carta do jogo representa uma decisão macroeconômica, que pode ter consequências, como aumento da inflação ou recessão. Ao todo, são realizadas três etapas, com objetivos diferentes. Ganha a dupla que vencer duas delas.

As etapas locais da gincana são organizadas pelos Conselhos Regionais de Economia.

Os vencedores da V Gincana, ocorrida nos dias 10 e 11 de setembro do ano passado, foram os estudantes Luan Bernadelli e Gustavo Leite de Castro, da UNEP/PR.

Para mais informações, acesse http://www.cofecon.org.br/gincana/

Darcy Carvalho dos Santos e Ely José de Mattos abrem debate “Como desenvolver o Estado sem recursos”

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O vice-presidente do Corecon/RS, economista Darcy Carvalho dos Santos, e o economista e professor da PUCRS, Ely José de Mattos, participarão de debate, na próxima terça-feira, dia 17, na sede do Grupo RBS (Avenida Ipiranga, 1075), sobre “Como desenvolver o Estado sem recursos”. O evento, que terá a intermediação da jornalista Marta Sfredo, é preparatório à divulgação dos resultados da última edição do Índice de Desenvolvimento Estadual (iRS), promovido pela Zero Hora. O encontro visa a conectar a aspiração da sociedade, de desenvolvimento econômico, social e humano, com a situação crítica das finanças públicas estaduais.

O iRS é um indicador que, desde 2014, monitora a evolução do nível de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. O objetivo do índice, iniciativa de ZH e PUC, com apoio da Celulose Riograndense, é contribuir para o debate sobre a situação do Estado e as melhores alternativas para buscar avanços.

Os interessados em participar do evento devem enviar o nome completo para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Leia Mais em http://coletiva.net/noticias/2016/05/zero-hora-promove-debates-sobre-a-economia-do-estado/

O site do iRS pode ser acessado aqui

Economia da Saúde é tema do Economia em Pauta, nesta quarta, no Plaza

convite economia pauta maio 2016

O Corecon/RS promove, nesta quarta-feira, dia 11, às 18h30min, no Hotel Plaza São Rafael (Av. Alberto Bins, 514), mais uma edição do Economia em Pauta. O tema será “Economia da Saúde” e será apresentado pelo economista Giácomo Balbinotto Neto, doutor em Economia, professor da UFRGS e pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologias em Saúde.

Será fornecido um certificado de 2 horas complementares aos estudantes que participarem do evento.

Na oportunidade, será servido um coquetel aos presentes, com a cortesia da Água Mineral Sarandi, Fante/Cordelier e Plaza São Rafael.

Entrada gratuita!

Informações e reservas pelo fone (51) 3254.2600 ou pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Cofecon cria Cadastro Nacional de Peritos de Economia e Finanças

 

Por decisão da Sessão Plenária Ampliada do Cofecon, ocorrida nos dias 8 e 9 de abril último, em Brasília, a Entidade deu início ao processo de criação do Cadastro Nacional de Peritos de Economia e Finanças (CNPEF). Conforme a Resolução nº 1.951, de 11 de abril de 2016, o Cofecon irá elaborar uma relação de profissionais qualificados em Perícia de Economia e Finanças. A Resolução, que atende ao Novo Código de Processo Civil Brasileiro, entra em vigor 90 dias após a sua publicação, período em que os Regionais deverão adotar as providências administrativas e operacionais para a sua criação.

A Comissão nacional, que se encarrega do processo de criação do Cadastro e Certificação técnica do profissional, é coordenada pelo conselheiro federal, economista gaúcho Henri Bejzman, e conta como um de seus membros, a presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães. Também integram o grupo o vice-presidente do Cofecon, economista Odisnei Béga, e o presidente do Sindecon/SP, economista Pedro Afonso Gomes. 

“Trata-se de um avanço significativo da Legislação, ao exigir a responsabilidade direta do Conselho e possibilitar que a perícia demandada seja assistida por profissionais com competência técnica comprovada. Isso não só amplia o mercado de trabalho para o Economista, como, também, valoriza os profissionais comprometidos com a atuação", afirma Simone Magalhães, que é Perita Judicial e Extrajudicial nas áreas civil, trabalhista e criminal. Lembra, ainda, além de os Conselhos de Economia disponibilizarem ao juizado os cadastros dos economistas, “estão se responsabilizando pela formação e capacitação desses profissionais, através da Comissão formada por economistas peritos atuantes em todo o Brasil, para emissão de  Certificação de competência por especialidade profissional”.

Diz o Artigo 156, do novo CPC, em sua Seção II, que trata “Do Perito”:

Art. 156. O juiz será assistido por perito quando a prova do fato depender de conhecimento técnico ou científico.

§ 1º Os peritos serão nomeados entre os profissionais legalmente habilitados e os órgãos técnicos ou científicos devidamente inscritos em cadastro mantido pelo tribunal ao qual o juiz está vinculado.

§ 2º Para formação do cadastro, os tribunais devem realizar consulta pública, por meio de divulgação na rede mundial de computadores ou em jornais de grande circulação, além de consulta direta a universidades, a conselhos de classe, ao Ministério Público, à Defensoria Pública e à Ordem dos Advogados do Brasil, para a indicação de profissionais ou de órgãos técnicos interessados.

§ 3º Os tribunais realizarão avaliações e reavaliações periódicas para manutenção do cadastro, considerando a formação profissional, a atualização do conhecimento e a experiência dos peritos interessados.

§ 4º Para verificação de eventual impedimento ou motivo de suspeição, nos termos dos arts. 148 e 467, o órgão técnico ou científico nomeado para realização da perícia informará ao juiz os nomes e os dados de qualificação dos profissionais que participarão da atividade.

§ 5º Na localidade onde não houver inscrito no cadastro disponibilizado pelo tribunal, a nomeação do perito é de livre escolha pelo juiz e deverá recair sobre profissional ou órgão técnico ou científico comprovadamente detentor do conhecimento necessário à realização da perícia.

Os economistas que estiverem em situação de regularidade poderão cadastrar-se no CNPEF, por meio dos portais dos Conselhos Regionais de Economia, que detêm o registro profissional.

Leia Mais, no Site do Cofecon

Corecon/RS visita a Casa do Economista

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A presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, acompanhada dos ex-presidentes Fernando Ferrari Filho e Lauro Renck, e do conselheiro Rogério Tolfo, reuniu-se, na tarde da última quarta-feira, dia 27, com os presidentes do Sindicato dos Economistas do RS, economista Mark Ramos Kuschick, e da Sociedade de Economia do RS, economista Sérgio Ramos Gonzalez. O encontro aconteceu na Casa do Economista e reuniu, também, membros da diretoria das duas entidades da Casa.

Simone Magalhães falou das ações que vêm sem sendo desenvolvidas pelo Corecon/RS em sua gestão, “com o objetivo de atender, de forma mais efetiva, às necessidades e anseios do profissional da Economia, através de cursos de treinamento e qualificação e do fortalecimento de sua atuação no mercado de trabalho”. Lembrou as visitas que a entidade vem fazendo às principais instituições públicas e privadas do estado, a rotina de acompanhamento às formaturas dos cursos de Economia da Região Metropolitana de Porto Alegre e do interior do Rio Grande do Sul, os convênios com diversas instituições de treinamento e qualificação, a melhoria da comunicação, entre outras iniciativas. Ressaltou que o grande objetivo da visita à Casa do Economista é buscar a reaproximação entre as três instituições representativas dos economistas gaúchos. Disse que hoje existem mais de 4,5 mil economistas e cerca de 1,5 mil bachareis de Economia e "que é fundamental que nos definitivamente na luta pelo fortalecimento das nossas instituições, dos cursos de Economia e da profissão de Economista em todo o estado".

foto3aOs representantes da Casa do Economista agradeceram a iniciativa do Corecon/RS. Mark Kutchik disse que "é uma satisfação muito grande verificar o interesse do Corecon/RS em buscar essa aproximação, tão necessária para o fortalecimento da Casa do Economista e para a categoria como um todo". Falou das dificuldades das duas entidades em manter a estrutura física à disposição dos economistas e relatou as principais ações do Sindicato e da Sociedade no apoio à categoria, como a mediação em dissídios e o acompanhamento a contratos de trabalho.

As três entidades resolveram um novo encontro para dentro de 15 dias, com o intuito de aprimorar a troca de experiências entre as instituições, quando se iniciarão os trabalhos de conhecimento mútuo dos planos e projetos definidos por cada diretoria.

Perícia é pauta de reunião entre Corecon/RS e Ajuris

 

A presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, e o conselheiro da Entidade, economista Alfredo Meneghetti Neto, reuniram-se, na última quarta-feira, dia 20, com o presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Gilberto Schäfer.

Na oportunidade, a presidente Simone falou sobre as ações que o Corecon/RS vem promovendo, desde janeiro deste ano, e dos objetivos e metas pretendidos ao longo de sua gestão. Disse que entender as reais necessidades dos economistas gaúchos e melhor atender a suas expectativas, levou a Entidade a um processo muito forte de interiorização, que passou pelo acompanhamento das formaturas dos Cursos de Ciências Econômicas das universidades do interior do estado e da região metropolitana de Porto Alegre, culminando com a histórica reunião dos coordenadores de seus cursos, ocorrida em Porto Alegre. “Isso nos aproximou de estudantes, professores e universidades, proporcionando-nos troca de experiências sobre as diferentes realidades, ajudando-nos a participar, de forma mais efetiva, de seus projetos e ações, em prol do futuro profissional da Economia”. Afirmou, também, que as diversas visitas que o Corecon/RS vem realizando junto às principais instituições públicas e privadas do estado, têm possibilitado o desenvolvimento de importantes parcerias, “com impacto na qualificação do profissional e na ampliação e fortalecimento do mercado de trabalho do Economista”.

Simone Magalhães falou sobre o crescimento do mercado de trabalho nas diferentes áreas da Perícia, que vem ocorrendo nos últimos anos, no Rio Grande do Sul, e da importância da participação do Economista nesse processo. “Pelo seu conhecimento e formação teórica, o Economista tem contribuído de forma significativa na interpretação e análise dos processos judiciais, com subsídios muito fortes à tomada de decisões dos magistrados gaúchos”, disse.

Gilberto Schäfer concordou com a posição do Conselho e lembrou a importância da Escola de Magistratura da Ajuris no contexto da qualificação dos bacharéis de Direito e dos magistrados gaúchos. Falou da necessidade de noticiar a Corregedoria sobre a relação dos economistas Peritos disponíveis no mercado e disse que contatará a Escola da Magistratura da Ajuris para estudar a possibilidade de desenvolvimento de cursos e palestras junto com o Corecon/RS. Solicitou, ainda, a elaboração de um projeto, com temas e pautas específicas, para serem desenvolvidos nessas ações.

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