Corecon/RS passa a usar o Selo ENEF

SELO ENEF RGB 01O Corecon/RS recebeu, nesta semana, a liberação para o uso oficial do Selo Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), concedido à entidade gaúcha, em novembro último, pelo Conselho Nacional de Educação Financeira (Conef).

Publicado no Diário Oficial da União, sob a Portaria Nº 9, de 06 de novembro de 2015, do Banco do Brasil, o Selo ENEF é um reconhecimento do Conef às iniciativas realizadas por instituições brasileiras na área de educação financeira.

O Corecon/RS, que é a primeira entidade nacional representativa dos economistas a ser premiada, recebeu o Selo ENEF pelo projeto "Concurso de Redação em Educação Financeira nas Escolas", promovido pela Entidade junto às escolas públicas e particulares de ensino médio e fundamental do Rio Grande do Sul.

O Concurso, cuja solenidade de premiação foi realizada no dia 20 de novembro último, abordou o tema “Educação Financeira em Casa e na Escola”, e selecionou as três melhores redações do ensino médio e as três melhores do ensino fundamental.

Juntamente com o Corecon/RS, também foram premiadas, em nível nacional, empresas, como Allianz Seguros, Banco Itaú, Banco Santander, Banco do Brasil, BrasilPrev Seguros e Previdência, HSBC Bank Brasil, Sebrae, entre outros.

A Comissão de Educação Financeira do Corecon/RS, coordenada pelo então conselheiro, economista Everton Lopes, era também composta pelos economistas Alfredo Menegheti Neto, Alexandre Reis e Volney Rosa.

Para acessar a lista das iniciativas aprovadas pelo Conef, clique aqui.

Banco Central distribui R$ 35 mil às melhores monografias sobre política monetária

 

Com o objetivo de estimular a pesquisa nos campos da ciência econômica e em comemoração aos seus 50 anos de existência, o Banco Central do Brasil está lançando o Prêmio Banco Central de Economia e Finanças. Ao todo, serão distribuídos R$ 35 mil para os três melhores trabalhos de monografia, que deverão ter o tema política monetária como foco central.

Maiores informações, no site do Cofecon http://goo.gl/XwBBzJ

Economista Sylvio Motta assume presidência da Aeconsul em janeiro

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A Aeconsul promoveu, na última quarta-feira, dia 16, em Pelotas, solenidade de apresentação da sua nova Diretoria, que assume a partir do dia 1º de janeiro próximo, para um mandato de dois anos. Para a presidência, foi eleito o economista Sylvio Motta.

A solenidade, realizada no Salão de Eventos do Curi Palace Hotel, foi coordenada pelo presidente da entidade, economista Volney Rosa, e contou com a participação de economistas, professores, políticos e empresários da região Sul do Estado. Os conselheiros Simone Magalhães, Aristóteles Galvão e Eduardo Mendonça estiveram presentes no evento, representando o Corecon/RS.

Em seu discurso, Volney Rosa apresentou um relatório das atividades realizadas ao longo deste ano. Destacou, entre elas, a reestruturação física da sede da Aeconsul, com aquisição de móveis e equipamentos, e lembrou os projetos “Educação Financeira” e “Café com Economia”, coordenado pelo vice presidente João Carlos Madail. “Somados os períodos em que fui presidente da Aeconsul, conselheiro do Corecon/RS e delegado regional, foram 27 anos consecutivos de serviços prestados em prol de minha categoria profissional”, afirmou.

O presidente eleito Sylvio Motta falou sobre projetos a serem desenvolvidos durante sua gestão e disse que “Assumo uma entidade prestigiada e forte, que tem entre suas metas a incansável busca da qualificação”.

No final do evento, o economista Volney Rosa foi homenageado pelos colegas da Aeconsul, com uma placa de reconhecimento e homenagem pelos relevantes serviços prestados à categoria.

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O economista e professor Sylvio Motta é o atual coordenador do Instituto Técnico de Pesquisa e Assessoria (Itepa), da Universidade Católica de Pelotas (UCPel),

  onde ministrou aulas nos cursos de Administração e Economia ao longo dos últimos 44 anos.

Júlio Miragaya é eleito presidente do Cofecon

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O economista Júlio Miragaya foi eleito, durante sessão plenária ordinária, ocorrida no dia 12 último, presidente do Cofecon. Na vice-presidência, assumirá o economista Odisnei Béga, também para um mandato de um ano, que terá início em 1º de janeiro próximo.

Após a eleição, Júlio Miragaya agradeceu o apoio dos conselheiros e afirmou que o Cofecon tem tido grandes avanços nos últimos anos, em especial a implementação do voto eletrônico, a inauguração da nova sede e as tratativas no Senado para implementação da lei que regulamenta a profissão de economista. “São conquistas de todos nós e, no próximo ano, queremos avançar ainda mais”, afirmou.

Júlio Miragaya foi conselheiro do Corecon/DF e presidente da entidade em 1999, e vice-presidente do Cofecon em 2015. É doutor em Desenvolvimento Econômico Sustentável e mestre em Gestão Territorial pela Universidade de Brasília (UnB) e especialista em Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ. O economista também é presidente do Instituto Brasiliense de Estudos da Economia Regional (Ibrase) e foi eleito presidente da Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (Anipes) para o biênio 2016/2017.

Odisnei Antônio Béga é formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná. Foi funcionário do Banco do Estado do Paraná (Banestado) por 28 anos e trabalhou como agente autônomo de investimentos de 2001 a 2013. Foi conselheiro do Corecon/PR por três anos e membro do Conselho Administrativo do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), de 2003 a 2010.

Economistas e jornalistas gaúchos recebem Prêmios Corecon/RS

 

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O Corecon/RS promoveu, na última quinta-feira, dia 3, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, a solenidade de entrega do “Prêmio Corecon/RS 2015”, do “Prêmio Economista do Ano” e dos prêmios “Economista Destaque Especial do Ano” e “Docente Destaque do Ano”. Durante concorrida cerimônia, que lotou o auditório do Hotel, também foram homenageados o “Jornalista de Economia do Ano” e os vencedores do “Prêmio Reportagem de Economia do Ano”, com as melhores reportagens de Economia de mídia impressa (jornal/revista) e de rádio no Rio Grande do Sul.

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Na mesa, diretor da ARI, jornalista Ayres Cerutti, vice-presidente do Corecon/RS Everton Lopes, presidente do Corecon/RS Fernando Ferrari Filho, secretário do Planejamento, Cristiano Tatsch, delegado federal Fernando Ramos Filho e presidente do Sindjors, Milton Simas Júnior.

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O presidente Fernando Ferrari Filho abriu oficialmente a solenidade dando boas vindas aos presentes e falou sobre algumas das principais ações de sua gestão frente ao Corecon/RS, que teve como principal objetivo conduzir a entidade “para uma linha de atuação mais inclusiva e participativa, e não apenas fiscalizadora”. Disse que o Corecon/RS não fechou os olhos para o mundo real e tampouco preocupou-se tão somente em fiscalizar os profissionais da área de Economia. Citou algumas de suas principais ações, como relatórios de gestão, atas, prestações de contas, entre outras iniciativas, “que há muito vinham sendo cobrados pelo Tribunal de Cotas da União, agora estão disponíveis no site da Entidade”. Lembrou a realização de cursos de extensão de Economia, ministrados gratuitamente por conselheiros, e que vinham há muito tempo sendo demandados pelos registrados, a substituição de todos os computadores e criação de infraestrutura adequada para o funcionamento da TI, a implantação do Plano de Cargos e Salários, e, ainda, a parceria com a Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS para a realização do XVIII Enesul, que trouxe a Porto Alegre economistas de renome nacional e internacional, como Werner baer, David Kupfer e Aod Cunha de Moraes, para discutir temas de interesse da categoria, dos estudantes e da sociedade como um todo. “Todas as nossas ações foram propostas, discutidas e aprovadas nas reuniões plenárias do Corecon”, finalizou, lembrando citação de Keynes, em carta enviada a Roy Harrod, em abril de 1938, que dizia que “Economia, antes de tudo, é uma ciência moral, cujos motivos psicológicos e éticos são fundamentais”. Ferrari concluiu dizendo que é com muito orgulho que resgata Keynes justamente para enfatizar que sua gestão à frente do Corecon/RS foi, "antes de tudo, uma gestão pautada pela ética e pela transparência".

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Representando o governador do Estado José Ivo Sartori, esteve presente o secretário e economista Cristiano Tatsch, da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional. Tatch deu boas vindas aos presentes, elogiou a iniciativa do Corecon/RS, do qual já foi presidente e conselheiro, e falou da importância do Prêmio Corecon/RS para o estímulo à pesquisa e o desenvolvimento do estado e do País. 

Prêmio Corecon/RS 2015

Dissertações de Mestrado

1º lugar

“Crescimento Econômico e restrição Externa no Brasil:
uma análise a partir da hipótese de Thirlwall”
Autor: 
Econ. Eduarda Martins Correa da Silveira (Corecon/RS nº 7310)
Orientador: 
Econ. Marcos Tadeu Caputi Lélis ((Corecon/RS nº 7589)
Universidade: 
Unisinos 


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 2º lugar

“Políticas Econômicas anticíclicas e seus efeitos regionais e setoriais utilizando um modelo de equilíbrio geral computável inter-regional”.
Autora: 
Econ. Marívia de Aguiar Nunes (Corecon/RS nº 8072)
Orientador: 
Econ. Gustavo Inácio de Moraes (Corecon/RS nº 7863)
Universidade: 
PUCRS

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3º lugar

“O Boom de preços de commodities e a economia brasileira nos anos 2000”
Autora:
Econ. Clarissa Black (Corecon/RS nº 7850)
Orientador:
Econ. André Moreira Cunha (Corecon/RS nº 5243)
Universidade:
UFRGS

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Monografias

1º lugar

“Reservas Internacionais: determinantes, custos, montante ótimo
e impactos macroeconômicos”.
Autora: 
Econ. Caroline Pelisser (Corecon/RS nº 8362)
Orientador:
Econ. André Moreira Cunha (Corecon/RS nº 5243)
Universidade:
UFRGS

 

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2º lugar

“Constant-Market-Share: determinantes do efeito competitividade”.
Autora:
Econ. Iuna Lamb Scheffler (Corecon/RS nº 8289)
Orientador:
Econ. Marcos Tadeu Caputi Lélis (Corecon/RS nº 7589)
Universidade:
Unisinos

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3º lugar

“Preferências adaptativas e aspirações educacionais: uma análise empírica
para a cidade de Porto Alegre”.
Autora:
Econ. Daiane Zanon (Corecon/RS nº 8360)
Orientador:
Econ. Flávio Vasconcellos Comim (Corecon/RS nº 8313)
Universidade:
UFRGS

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Prêmio Docente Destaque do Ano

Economista André Moreira Cunha

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O economista André Moreira Cunha, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) recebeu o “Prêmio Docente Destaque do Ano 2015” das mãos do presidente do Corecon/RS, Fernando Ferrari Filho, e do vice-presidente, Everton Lopes. A iniciativa do Corecon/RS tem como objetivo homenagear o professor Orientador da Monografia ou Trabalho de Conclusão, na área de Economia, classificado em 1º Lugar no Prêmio Corecon/RS. O homenageado orientou a Monografia “Reservas
Internacionais: determinantes, custos, montante ótimo e impactos macroeconômicos”, de autoria da economista Caroline Pelisser (Corecon/RS nº 8362).


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Em seu discurso, o professor André Cunha homenageou seus colegas do Departamento de Ciências Econômicas da UFRGS e parabenizou os ganhadores dos prêmios de monografia e dissertação de mestrado, e, também, os professores Flávio Comin, pelo Prêmio Economista do Ano e Cláudio Accurso, pelo Prêmio Destaque Especial em Economia. Lembrou que há 23 anos foi agraciado com o Prêmio Corecon/RS de melhor monografia, fato “que representou um estímulo adicional para consolidar a convicção pessoal em torno das minhas escolhas profissionais”.


Prêmio Destaque Especial em Economia do Ano

Economista Cláudio Francisco Accurso

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O economista Cláudio Francisco Accurso recebeu o “Prêmio Destaque Especial em Economia do Ano”, homenagem outorgada aos profissionais de Economia que têm destaque ao longo de sua vida profissional.

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Accurso agradeceu à Comissão que escolheu o seu nome para o Prêmio e apresentou um resgate histórico da formação da estrutura acadêmica da Faculdade de Economia da UFRGS e dos serviços que, já naquela época, prestava à sociedade. “Sou fruto de um momento em que a Faculdade de Economia da UFRGS se modernizava em sua capacidade de produzir e se abria para a sociedade com seus problemas a lhe bater às portas”, afirmou, lembrando a atuação do então diretor Ely Pinto Diniz da Silva, “um entusiasta da Economia, sob cuja gestão se promoveu uma mobilização de professores mais jovens para pôr em marcha um grande programa de atualização acadêmica e de prestação de serviços à sociedade”.

Prêmio Economista do Ano

Economista Flávio Vasconcellos Comim

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O economista Flávio Vasconcellos Comim recebeu o “Prêmio Economista do Ano” do presidente Fernando Ferrari Filho e de seu vice-presidente Everton Lopes. O Prêmio é um reconhecimento a economistas que atuam nos mais diferentes campos da profissão, engajados em atividades dos setores privado ou público, academia ou profissionais autônomos, no Rio Grande do Sul, e que tenham se destacado por sua contribuição no fortalecimento do desenvolvimento econômico regional ou nacional, através de análises críticas e inovadoras sobre assuntos relevantes e de interesse público. Os candidatos ao “Prêmio Economista do Ano” são indicados por entidades públicas, privadas, universidades e entidades de categoria, como associações e sociedades, entre outras, sediadas no Rio Grande do Sul. A Comissão Julgadora é independente e formada por nove economistas com atuação profissional no âmbito do Rio Grande do Sul, sendo três representantes do setor público, três do setor privado e três do setor acadêmico.

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Comim iniciou sua fala agradecendo ao Corecon/RS, aos professores, colegas, à família e a todos os presentes e lembrou seus estudos de Doutorado em Cambridge e suas atividades junto a ONU e apresentou uma análise sobre o desenvolvimentismo. Defendeu o ajuste econômico e disse que “o momento em que estamos vivendo hoje nos mostra que não fomos capazes de ter um movimento de desenvolvimento, de longo prazo, que fosse sustentável”. Falou da pobreza e disse que a classe média brasileira não irá passar pelo grau de dificuldades que as famílias pobres passarão, já que não possuem recursos para as necessidades mais básicas, como alimentação, mobilidade, entre outros. Disse que o fato de toda a população pertencente às classes D e E, que levaram sete ou oito anos para passarem para a classe C, retornarão à situação anterior em apenas dois anos. “Estamos jogando fora nosso bônus demográfico, já que a riqueza de um País é a formação da inteligência e da capacidade do jovem”, afirmou. A nossa inabilidade, como sociedade, de ter um movimento inclusivo, não deu certo. É um fracasso.”, complementou.

Jornalista de Economia do Ano 2015

Jornalista Eugênio Bortolon
Jornal Correio do Povo

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O jornalista Eugênio Bortolon, editor de Economia do jornal Correio do Povo, foi escolhido o “Jornalista de Economia do Ano”, prêmio concedido pelo Corecon/RS, com o apoio da Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI) e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do RS (Sindjors). O “Prêmio Corecon/RS Jornalista de Economia do Ano” tem como objetivo homenagear um jornalista, devidamente registrado no Sindicato dos Jornalistas do RS, colunista, repórter, editor de economia, comentarista econômico, de mídia eletrônica ou digital, que se destacou na sua área de atuação durante o ano. A escolha é feita por membros da ARI, do Sindjors, do Corecon/RS e de faculdades gaúchas que oferecem o curso de Comunicação Social/jornalismo.

Reportagem de Economia do Ano – 2015

Numa promoção do Corecon/RS, com o apoio da ARI e do Sindjors, os prêmios de Reportagem de Economia têm como objetivo valorizar trabalhos jornalísticos produzidos sobre a economia gaúcha, por profissionais em atividade no Estado, nas áreas da mídia impressa (jornais/revistas) mídia eletrônica (radiojornalismo).

Mídia Impressa (Jornal/Revista)

1º Lugar

Série “Encare a crise”
Jornalista Erik Farina
Jornal Zero Hora

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2ºLugar

“Série “Vida de Startup”
Jornalista Patrícia Comunello
Jornal do Comércio.


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3º Lugar

“A vida depois da crise”
Jornalista Andreas Müller
Revista Amanhã


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Mídia Eletrônica (Rádio)

“A maior crise financeira no RS”
Jornalista Eduardo Matos
Rádio Gaúcha

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Economistas, jornalistas, estudantes, professores e empresários lotaram o auditório do Hotel Plaza SÃo Rafael para assistirem à solenidade. Também prestigiaram o evento conselheiros, ex-conselheiros, presidentes e expresidentes do Corecon/RS. Após a solenidade, foi servido um coquetel aos presentes.


Para ver mais fotos da Premiação, clique aqui

Economista Henri Bejzman é eleito Conselheiro Federal

 

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O economista gaúcho e conselheiro do Corecon/RS, Henri Wolf Bejzman foi eleito, do dia 1º de dezembro último, conselheiro federal efetivo junto ao Cofecon, para o triênio 2016-2018. A eleição foi realizada durante a Assembleia dos Delegados Eleitores, em Brasília, da qual participaram 24 representantes dos Conselhos Regionais. O presidente do Cofecon, Paulo Dantas da Costa, e o vice-presidente, Júlio Miragaya, participaram da reunião.

Junto com o economista Henri Bejzman, assumirão, em janeiro próximo, como Conselheiros Titulares, Bianca Lopes de Andrade Rodrigues, de Roraima, Felipe Macedo de Holanda, do Maranhão, Nei Jorge Correia Cardim, da Bahia, Denise Kassama Franco do Amaral, do Amazonas, e Pedro Andrade de Oliveira, do Piauí. Como Suplentes, Eduardo Rodrigues da Silva, de Goiás, Fernando de Aquino Fonseca Neto, de Pernambuco, Sebastião Demuner, do Espírito Santo, Paulo Polli Lobo, de Santa Catarina, Arthur Nemrod Menezes Guimarães, da Bahia, e Henrique Jorge Marinho, do Ceará.

Matéria completa no site do Cofecon

Fotos: Assessoria de Imprensa/Cofecon

Corecon/RS entrega Prêmios nesta quinta-feira, no Plaza São Rafael

 


O Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (Corecon/RS) promove, nesta quinta-feira, dia 3, às 20 horas, no Hotel Plaza São Rafael (Av. Alberto Bins, 514), em Porto Alegre, a solenidade de entrega do “Prêmio Corecon/RS 2015”, o “Prêmio Economista do Ano” e os prêmios “Destaque Especial em Economia” e o “Docente Destaque do Ano”. Na oportunidade, também serão entregues pelo Corecon/RS o “Prêmio Jornalista de Economia do Ano” e o “Prêmio Reportagem de Economia do Ano”, que homenageia os autores das melhores reportagens de Economia de jornal e de rádio.

Prêmio Economista do Ano – Economista Flávio Vasconcellos Comim
Prêmio Economista Destaque Especial 2015 – Economista Cláudio Francisco Accurso
Prêmio Docente Destaque do Ano – Economista André Moreira Cunha
Prêmio Corecon/RS:

Dissertações de Mestrado
1º lugar
Titulo: “Crescimento Econômico e restrição Externa no Brasil: uma análise a partir da hipótese de Thirlwall”
Autora: economista Eduarda Martins Correa da Silveira (Corecon/RS nº 7310)
Orientador: economista Marcos Tadeu Caputi Lélis (Corecon/RS nº 7589)
Universidade: Unisinos

2º lugar
Título: “Políticas Econômicas anticíclicas e seus efeitos regionais e setoriais utilizando um modelo de equilíbrio geral computável inter-regional”.
Autora: economista Marívia de Aguiar Nunes (Corecon/RS nº 8072)
Orientador: economista Gustavo Inácio de Moraes (Corecon/RS nº 7863)
Universidade: PUCRS

3º lugar
Titulo: “O Boom de preços de commodities e a economia brasileira nos anos 2000”
Autora: economista Clarissa Black (Corecon/RS nº 7850)
Orientador: economista André Moreira Cunha (Corecon/RS nº 5243)
Universidade: UFRGS

Monografias

1º lugar
Título: “Reservas Internacionais: determinantes, custos, montante ótimo e impactos macroeconômicos”.
Autora: economista Caroline Pelisser (Corecon/RS nº 8362)
Orientador: economista André Moreira Cunha (Corecon/RS nº 5243)
Universidade: UFRGS

2º lugar
Título: “Constant-Market-Share: determinantes do efeito competitividade”.
Autora: economista Iuna Lamb Scheffler (Corecon/RS nº 8289)
Orientador: economista Marcos Tadeu Caputi Lélis (Corecon/RS nº 7589)
Universidade: Unisinos

3º lugar
Título: “Preferências adaptativas e aspirações educacionais: uma análise empírica para a cidade de Porto Alegre”.
Autora: economista Daiane Zanon (Corecon/RS nº 8360)
Orientador: economista Flávio Vasconcellos Comim (Corecon/RS nº 8313)
Universidade: UFRGS

Prêmio Jornalista do Ano – Jornalista Eugênio Bortolon
Prêmio Reportagem de Economia do Ano (1º Lugar/ Jornal) – Jornalista Erik Farina
Prêmio Reportagem de Economia do Ano (2º Lugar/Jornal) – Jornalista Patrícia Comunello
Prêmio Reportagem de Economia do Ano (3º Lugar/Jornal) - Jornalista Andreas Muller
Prêmio Reportagem de Economia do Ano (Rádio) – Jornalista Eduardo Matos

Cofecon encaminha Carta Aberta à Presidência da República e ao Congresso Nacional

 

O Cofecon encaminhou Carta Aberta à Presidência da República e ao Congresso Nacional, na última sexta-feira, dia 27, em que sugere a reinstituição da incidência do IRPF sobre lucros e dividendos. O documento, assinado pelo presidente Paulo Dantas, é tido pela entidade, como “uma medida em apoio ao equilíbrio fiscal e à justiça tributária, sem prejuízo de outras ações que venham ser adotadas, tanto no âmbito da receita quanto, sobretudo, no da despesa”.

Brasília, 27 de novembro de 2015


CARTA ABERTA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E AO CONGRESSO NACIONAL


O Brasil é um dos países que possui modelo tributário de maior regressividade, concentrandose
em tributos que incidem sobre a produção e o consumo em detrimento daqueles sobre a
renda e a riqueza, o que é socialmente injusto por onerar mais as classes de menor renda.
Além dessa composição, mesmo quando se analisa a tributação sobre a renda, os mais ricos
pagam proporcionalmente muito menos, agravando o caráter regressivo de nossa estrutura
tributária.

Dessa forma, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) dirige-se a V.Exªs por meio desta
carta aberta para sugerir o patrocínio de uma medida que, parcialmente, corrigiria tais
distorções, contribuindo para o equilíbrio fiscal e a justiça tributária, sem prejuízo de outras
medidas que venham a ser adotadas, tanto no âmbito da receita quanto, sobretudo, no da
despesa:

Reinstituir a incidência do IRPF sobre lucros e dividendos


De acordo com dados recentemente divulgados pela Receita Federal do Brasil relativos a

2014, as 71.440 pessoas mais ricas do país, cujos rendimentos mensais médios superam R$
108,5 mil, pagam 6,7% de imposto de renda sobre os rendimentos totais, enquanto que
estratos intermediários, por exemplo, aquele com rendimentos mensais entre R$ 13,6 mil e
R$ 27,1 mil, pagam 11,8%. Tal distorção decorre principalmente do fato de o topo da pirâmide
social brasileira ser mais beneficiado pela não incidência do tributo sobre lucros e dividendos
distribuídos a sócios e acionistas de empresas. Ressalte-se que, além de já ter sido cobrada
no Brasil até 1995, referida taxação vigora em 35 dos 36 países integrantes da OCDE,
inexistente apenas na Estônia.

A título de exercício, estudo realizado por técnicos do IPEA aponta que, com uma alíquota de

15% como era até 1995, a taxação renderia R$ 43 bilhões por ano (valores de 2013) e o
imposto sobre o rendimento total no topo da distribuição seria de 13,2%. Já com a aplicação
da tabela progressiva do IRPF, com um teto de 27,5%, a arrecadação chegaria a R$ 59
bilhões e a alíquota efetiva atingiria 17,5%.

Acabar com esse benefício fiscal é uma medida fundamental para a maior justiça tributária no

Brasil, na medida em que alcançaria a renda dos muito ricos, abrindo perspectivas para
futuras desonerações do setor produtivo.

Conselho Federal de Economia

Leia no Site do Cofecon

 

Fiscalização do Corecon/RS realiza ações em Caxias do Sul

O Corecon/RS esteve em Caxias do Sul, na última quarta-feira, dia 25, realizando uma série de ações de fiscalização do exercício profissional e de esclarecimentos a empresas e ao setor público sobre a importância da atividade de Economista nos diversos segmentos do mercado de trabalho.



Na parte da manhã, o conselheiro e Delegado Regional Milton Biazus e o fiscal Antonio Hickmann tiveram reunião, na Prefeitura Municipal, com o secretário da Receita, Paulo Dahmer, com o intuito de buscar a viabilização do acesso, por parte do Corecon/RS, às informações das pessoas jurídicas cadastradas no ISQN e que atuam em atividades inerentes à profissão de Economia.

Mais tarde, após visita à empresa Zanchin Assessoria Empresarial, a equipe reuniu-se com os formandos de 2016, de Ciências Econômicas da Universidade de Caxias do Sul (UCS), oportunidade em que foi feita uma explanação sobre a atividade do Economista no mercado de trabalho, assim como a importância do seu registro profissional junto ao Conselho.

 

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