Previdência do Estado: “Não se resolverá o problema sem mexer na idade mínima,” afirma Darcy

O vice-presidente do Corecon/RS, economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos, proferiu palestra, na última terça-feira, dia 22, na Fundação de Economia e Estatística. A palestra, que enfocou a situação previdenciária do Estado do RS, foi aberta pelo diretor-técnico da FEE, economista Martinho Lazzari, e contou com a mediação do economista Pedro Zuanazzi.

O professor Darcy iniciou sua apresentação demonstrando, através de gráficos, a atual estrutura do sistema previdenciário gaúcho. Disse que o déficit da previdência pública do estado, em termos de valor, encontra-se em torno de R$ 8,5 bilhões e que, da receita corrente líquida, o Governo gasta 38% com o pagamento inativos e pensionistas. Explicou que, como uma parte desse montante é paga pelos funcionários, restam cerca de 34% da referida receita, ficando o déficit em 26% da receita corrente líquida, descontada a contribuição patronal. “De cada R$ 3 que o Estado arrecada, R$ 1 é gasto com a Previdência”, afirmou.


O vice-presidente do Corecon/RS ressaltou que o grande problema do Estado são as chamadas aposentadorias especiais, que permitem que o servidor, ao invés de se aposentar com 35 anos de contribuição e 60 anos de idade, o faça com 10 ou cinco anos a menos, tanto na contribuição como na idade. “Atualmente, 87% dos servidores estaduais são beneficiados por esse tipo de aposentadoria”, lembrou. Citou o exemplo dos professores, em que as mulheres representam 90% dos casos, que se aposentam com 10 anos a menos e com idade mínima de 50 anos. Outro caso, levantado pelo economista, é o dos policiais civis e militares, que entram na inatividade com 30 anos para o homem e 25 anos para a mulher, sem limite de idade mínima. “Esse é o grande problema, que se agravará ainda mais com o passar dos anos se nada for feito com relação à idade mínima”, afirmou, lembrando que policiais e professores perfazem 73% do total dos servidores. 

Disse que a melhor solução para amenizar essa situação de déficit da Previdência seria aumentar a idade mínima, já que não se pode mexer na alíquota, que está em 13,25%, porque um desconto superior a 14% é entendido pelo STJ como confisco. “Não tem sentido se imaginar que, enquanto nos países desenvolvidos os trabalhadores, tanto homem como mulher, se aposentem com 65 ou 67 anos, no serviço público estadual a metade se aposente com 50 anos de idade mínima e, pior, uma quarta parte sem limite mínimo de idade”, disse.

O professor Darcy lembrou, ainda, que as reformas da Previdência, ocorridas em 1998 e 2003, embora tenham apresentado alguns avanços, não mexeram na idade mínima, estabelecendo que o trabalhador, a partir dali, passaria a se aposentar pela média de contribuição. “Só que, ao mesmo tempo em que fez isso, criou uma regra de exceção, permitindo a quem tivesse 20 anos de serviço público, 10 anos na carreira e cinco no cargo, ficaria beneficiado pela integralidade e pela paridade com os ativos”. Lembrou, ainda que, para conseguirem uma mexida forte na Previdência, embora fosse gerar descontentamento, deveriam acabar com essa exceção, estabelecendo, então, a média das contribuições. “Temos consciência de que Previdência é algo que mexe com os sentimentos, mas as pessoas não entendem que se alguém ganha sem contribuir o necessário, outros terão que pagar por elas”, concluiu.

 

Cofecon realiza Gincana para estudantes de Economia

 

Juros altos, inflação e crescimento negativo do PIB. O cenário da economia brasileira é desafiador até para os economistas mais experientes. Mas, e se um estudante de Economia tivesse a chance de se aventurar a resolver essas questões? Na Gincana Nacional de Economia, realizada anualmente pelo Cofecon, os universitários de todo o País têm essa oportunidade.

Por meio de um jogo virtual, os participantes se deparam com um problema econômico e devem solucioná-lo usando conhecimento, estratégia e uma pitada de sorte. Cada carta do jogo representa uma decisão macroeconômica, que pode ter consequências como aumento da inflação ou recessão. Ao todo, são realizadas três etapas, com objetivos diferentes. Ganha quem vencer duas delas.

As etapas locais da Gincana são organizadas pelos Conselhos Regionais de Economia. A fase final é realizada pelo Cofecon, com data marcada para 1º e 2 de setembro, em Natal (RN). As inscrições estarão disponíveis a partir do dia 5 de abril, sendo que cada Conselho adotará um cronograma específico para a etapa regional.

Coordenadora nacional da Gincana, a economista e conselheira federal Denise Kassama acredita que a iniciativa do Cofecon proporciona uma experiência única aos estudantes. “Além da oportunidade de testar conhecimentos, a competição em um ambiente controlado prepara os participantes para a vida profissional, pois o mercado está cada vez mais competitivo. É também uma oportunidade de conhecer estudantes de outras instituições de ensino de todo o território nacional”, indica.

Com a Gincana, os alunos começam a enxergar a Economia de forma prática. “Uma coisa é estudar os conceitos na faculdade, outra é decidir o que fazer para solucionar um problema com as variáveis disponíveis, por meio do sorteio de cartas. A Gincana representa um preparo para que o estudante entenda na prática a conjuntura econômica do País. Todas as oportunidades de enxergar a Economia de uma forma mais prática são válidas, já que o curso tem um viés muito teórico”, explica Denise Kassama. Com a atual crise econômica no País, não falta material nem inspiração para estudar. “Esse ano (o jogo) estará mais difícil por causa da atual conjuntura econômica. Preparem-se!”, sugere.

Para saber mais sobre a Gincana Nacional de Economia e conferir o regulamento da competição, acesse o site

 

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Corecon/RS e Sindesc/RS firmam parceria


O Corecon/RS e o Sindicato dos Empregados em Escritórios e Empresas Contábeis do Estado do RS (Sindesc/RS) assinaram, na última segunda-feira, dia 21, Termo de Cooperação, visando à integração entre as entidades. Com o convênio, os economistas e alunos registrados no Conselho passarão a usufruir dos cursos e palestras promovidas pelo Sindicato, além de serem incluídos na formação de grupos de descontos para cursos de pós-graduação.

O Termo foi assinado pela presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, e pelo presidente do Sindesc/RS, Luiz Fernando Branco Lemos, e o ato contou com a participação também da coordenadora de Cursos do Sindicato, professora Magda Brazil.

Simone Magalhães agradeceu a presença dos representantes do Sindesc/RS, ressaltando a importância da parceria, “que abrirá um leque de oportunidades, fundamentais para o treinamento e qualificação dos profissionais da Economia no estado”.

Consulte informações sobre os cursos no site http://goo.gl/CH6yHI

Corecon/RS na formatura da UPF


O Corecon/RS esteve presente, no último sábado, dia 19, na solenidade de colação de grau dos alunos do Curso de Ciências Econômicas da Universidade de Passo Fundo (UPF). Representaram a entidade a presidente Simone Magalhães, o conselheiro Rogério Tolfo e o conselheiro federal Henri Bejzman.

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Durante o evento, o diretor do curso, professor Eloi Dalla Vecchia, destacou a presença da presidente e do conselheiro do Corecon/RS, e do conselheiro do Cofecon, e ressaltou a importância da escolha profissional, feita pelos novos bacharéis de Economia. 

A cerimônia também contou com a participação do coordenador do Curso de Ciências Econômicas da UPF e diretor da Associação dos Economistas do Planalto Médio (Asseplam), professor Julcemar Bruno Zilli.

 

 

 

 Conselheiro federal Henri Bejzman e diretor Eloi Dalla Veccia

Iniciam reuniões para XXI Enesul e I Econesul

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Representantes do Cofecon e dos Corecons do Rio Grande do Sul, Paraná e de Santa Catarina reuniram-se na última quinta-feira, dia 17, em Florianópolis, para discutirem a apresentação dos projetos do XXI Encontro dos Economistas da Região Sul (Enesul) e o I Encontro dos Economistas do Cone Sul (I Econesul), que serão realizados em agosto próximo, na capital catarinense.

O Rio Grande do Sul, foi representado pelo conselheiro Aristóteles Galvão. Da reunião, coordenada pelo presidente do Corecon/SC, economista Paulo Roberto Polli Lobo, participaram também os vice-presidentes dos Conselhos de Santa Catarina, Odisnei Béga, e do Paraná, Celso Bernardo, além dos conselheiros Alexandre Antônio Flores e Marly Célia Carvalho (SC) e do presidente da comissão organizadora do evento, economista Flávio Lopes Perfeito.

Vice-presidente do Corecon/RS fala, na FEE, sobre Previdência do RS

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O vice-presidente do Corecon/RS, economista Darcy Carvalho dos Santos, fará palestra, na próxima terça-feira, dia 22, às 14 horas, na sede da Fundação de Economia e Estatística (FEE), na rua Duque de Caxias, 1691, em Porto Alegre. O professor Darcy abordará o tema “Situação Previdenciária do Estado do RS”.

Darcy Francisco Carvalho dos Santos é graduado em Economia e Ciências Contábeis pela UFRGS, com especialização em Comércio Internacional e Integração Econômica pela PUCRS. Foi Auditor de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado e Auditor de Finanças Públicas da Secretaria da Fazenda do RS. Contemplado três vezes com o Prêmio do Tesouro Nacional com estudos sobre finanças públicas e autor de diversos livros, entre eles “O Rio Grande tem saída?”.

A mediação será do economista Pedro Tonon Zuanazzi, da FEE.

 

Corecon/RS firma parcerias com Banrisul e FEE

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A diretoria do Corecon/RS realizou, na última quarta-feira, dia 17, uma nova rodada de visitas a instituições públicas do Rio Grande do Sul. Pela manhã, a presidente da Entidade, economista Simone Magalhães, acompanhada dos conselheiros Marcos Silla Maisonnave e Alfredo Meneghetti Neto, reuniu-se com o presidente do Banco do Estado do RS (Banrisul), economista Luiz Gonzaga Veras Mota. Na parte da tarde, com o presidente da Fundação de Economia e Estatística (FEE), economista Igor Morais.

No encontro com o presidente do Banrisul, Simone Magalhães expôs as principais ações e projetos que vêm sendo desenvolvidos pela nova gestão do Corecon/RS. Falou das visitas às instituições gaúchas, que têm por objetivo buscar maior aproximação da Entidade com o setor produtivo do Rio Grande do Sul, e do acompanhamento às solenidades de formaturas dos novos bacharéis de Economia, “com excelente retorno à Entidade, em função dos contatos com os novos profissionais e, ainda, com os professores e coordenadores dos cursos de Ciências Econômicas de todo o estado. Os conselheiros Maisonnave e Meneghetti também apresentaram projetos do Corecon/RS ao presidente Mota, especialmente o de Educação Financeira, que tem como um dos focos principais a realização do Concurso de Redação em Educação Financeira, programa que conquistou o Selo Enef, concedido pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) ao Conselho gaúcho, único do País a adquirir a marca.

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Gonzaga Mota lembrou que, por influência das culturas italiana e alemã, o povo gaúcho, principalmente do interior do estado, possui a genética da poupança. “As famílias são poupadoras e os nossos empresários são investidores”, complementou. Falou do projeto “Juntos na Diversidade”, onde o Banco promove a culura e os idiomas dos imigrantes gaúchos, como italiano, alemão, entre outros. Ressaltou a importância do programa do Corecon/RS e convidou a Entidade para participar, junto com o Banco, de parcerias na área da educação financeira. O presidente lembrou, ainda, que das sete diretorias do Banrisul, cinco são ocupadas por economistas devidamente registrados no Corecon/RS.

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Na parte da tarde, a presidente Simone Magalhães e o conselheiro Alfredo Meneghetti Neto estiveram na FEE. Além de Igor Morais, participaram da reunião o diretor-técnico Martinho Lazzari, o chefe de gabinete Jorge Accurso e o assessor da presidência, e também conselheiro do Corecon/RS, Bruno Breyer Caldas.

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Ficou acertado entre as entidades a elaboração de parcerias, através de cursos e palestras em cidades do interior do estado, e de maior aproximação na produção e divulgação de eventos comuns, a exemplo do que já acontece com o Encontro de Economia Gaúcha, que acontece em maio na PUCRS.

Corecon/RS nas reuniões do Enesul 2016

 

 

O conselheiro do Corecon/RS, ecoomista Aristóteles Galvão,  participará, no dia 17 de março, na sede do Corecon/SC, em Florianópolis, da reunião para apresentação e aprovação do projeto do Enesul 2016 e do I Econesul. O convite foi feito pelo presidente do  Corecon/SC, economista Roberto Poli  Lobo.

O Novo Corecon/RS foi tema do Economia em Pauta

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Lideranças da economia do Rio Grande do Sul reuniram-se, na noite da última quarta-feira, dia 9, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, para debaterem temas, como mercado de trabalho, relações com a comunidade, empresas e universidades das diferentes regiões do estado. Sob o tema central “O Novo Corecon/RS”, o evento teve como palestrantes a presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, o presidente da Associação dos Economistas da Região da Serra Gaúcha (Ecoserra), economista Carlos Wanderlei da Silva, o presidente da Associação dos Economistas da Região Sul do RS (Aeconsul), economista Sylvio Motta, e o diretor de Relações Institucionais da Associação dos Economistas do Planalto Médio (Asseplam), economista Julcemar Bruno Zilli. A promoção, do Corecon/RS, teve como tema central, as reestruturações do Corecon/RS, de suas Associações e Delegacias do interior do extado.

simone1A presidente Simone Magalhães abriu o encontro agradecendo a presença dos palestrantes e da plateia, e anunciou que cada uma das Associações presentes apresentarão a sua programação de trabalho para o ano, ações essas que serão desenvolvidas em conjunto com o Corecon/RS. Disse que a noite era especial para o Corecon/RS porque, “o perfil dos palestrantes convidados, já demonstra, por si só, a importância que esta gestão dará às ações e iniciativas produzidas pelas entidades representantes dos economistas no interior do estado. “Tratam-se de agentes do desenvolvimento, com ações cotidianas, que interagem de forma muito próxima com suas comunidades, suas empresas, colégios, universidades e seus gestores políticos. Porque é pelo bairro, pelo município, pela região que o desenvolvimento começa, até se espalhar por todo o estado”, acrescentou.

Simone Magalhães apresentou um histórico de ações pretendidas ao longo de sua gestão, lembrando que “O Novo Corecon/RS” fora idealizado durante a campanha da Chapa 2 para as eleições da Entidade, “fruto da intenção conjunta de seus membros, de buscar realmente uma renovação de pessoas, de propostas na busca do fortalecimento da profissão do Economista”.

 

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simone5 ep 032016Explicou que o Plano de Trabalho 2016 foi elaborado a partir de análise dos últimos resultados internos obtidos da cooperação com outros Corecons e do Cofecon, com vistas às necessidades de crescimento e valorização da profissão. Disse que o grande objetivo é o fortalecimento da categoria profissional, através de uma série de ações, que passam pela maior visibilidade da profissão, estímulo à integração institucional através de parcerias, realização de pesquisas e estudos econômicos, incremento da oferta de produtos e serviços aos registrados, instrumentalização profissional dos economistas, entre outros. Explicou que, para que os projetos sejam melhor desenvolvidos, houve a necessidade de reestruturar as comissões de trabalho, que são responsáveis pela totalidade das atividades produzidas pela Entidade. Citou as comissões de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, que possibilitarão maior aproximação dos economistas e dos estudantes com as informações da profissão, com o próprio Corecon/RS e com as instituições públicas e privadas, de ensino, além de preparar esse profissional para o mercado de trabalho, e falou de suas atribuições, com destaque à comunicação, atendimento ao Economista, interiorização, encontros dos coordenadores de cursos, formaturas e relações com os formandos, Corecon Acadêmico, entre outros.

Falou sobre as atribuições da Comissão de Administração e Finanças e das comissões de Educação, Estudos, Pesquisas e Eventos, que ficam com a responsabilidade pelos cursos internos, convênios de cooperação técnica, programas voltados à educação, prêmios, entre outros.

Ao concluir sua apresentação, Simone Magalhães lembrou a resolução 1790/2007, do Cofecon, que trata das atividades do profissional da Economia, e disse que, “As 49 áreas principais, desmembradas, representam mais de 200 áreas de atuação no mercado de trabalho. Isso demonstra que nós, economistas, temos grande espaço de trabalho para desempenhar nossa atividade profissional”, acrescentou.

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O diretor da Asseplam, que é professor e coordenador do Curso de Ciências Econômicas da Universidade de Passo Fundo (UPF), Julcemar Zilli, iniciou sua apresentação falando da importância da cinquentenária Associação na história da economia da região do Planalto Médio. Disse que a Entidade, que tem na presidência o professor Marco Antônio Montoya, conta atualmente com 213 associados. E que tem desenvolvido, ao longo desse tempo, ações de grande interatividade com as entidades de classe da região, inclusive com cadeiras de representação junto ao CDL, Acisa, Coredes e a própria UPF, através de sua Fundação. Lembrou que a área de atuação da Asseplam na região compreende a mesma área de atuação de três Coredes da região, o que tem implicado numa série de reuniões e debates junto a prefeitos, vereadores e lideranças de diversos segmentos políticos, empresariais e da sociedade como um todo. “E aí está a importância dessas atividades para mostrarmos o que o profissional de Economia pode fazer pela sociedade”. Disse que somente a UPF já formou, nesses últimos 50 anos, mais de dois mil bacharéis em Economia e um dos objetivos da Associação é cadastrá-los e agregá-los institucionalmente. Julcemar afirmou, ainda, que a entidade vem interagindo, de forma muito efetiva, junto aos meios de comunicação da região, “o que tem nos dado um excelente retorno, em termos do reconhecimento à atividade do Economista”.

 

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O presidente da Aeconsul, Sylvio Motta, apresentou o programa de trabalho estabelecido pela Entidade e falou sobre a importância da ampliação do quadro associativo e da inserção cada vez maior dos economistas no mercado de trabalho das diferentes localidades da Região Sul do estado. Lembrou que a Entidade atua em 23 municípios da Zona Sul e que o eixo de desenvolvimento Pelotas-Rio Grande é muito importante para a economia do estado, o que tem nos levado a buscar a construção de parcerias com entidades da região, com o intuito de divulgar a atividade do Economista e, mesmo, ampliar as ofertas de trabalho no mercado. Lembrou que o Curso de Economia foi criado em 1937 no antigo Colégio Gonzaga, que acabou dando origem à própria Universidade. Apresentou, ainda, o programa de trabalho proposto pela atual diretoria, eleita para o biênio 2016-17. Dentro das prioridades, também está o incentivo à publicação de artigos, integração de economistas e estudantes de Economia dos municípios vizinhos, disponibilização de informações sobre o mercado de trabalho, promoção de cursos de atualização e a aproximação com as lideranças empresariais da região, entre outros.

 

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O presidente da Ecoserra, economista Carlos Wanderlei da Silva, falou sobre as ações que estão sendo tomadas com vistas a promover a categoria dos economistas e sua inserção nas atividades dos diferentes segmentos produtivos da região. Disse que o grande objetivo da Entidade é aproximar cada vez mais o associado, assim como o estudante de Economia, de sua Associação, de forma a torná-la cada vez mais forte e participativa, com o intuito de promover a categoria dos economistas e dar maior visibilidade à importância da profissão. Ressaltou a importância da aproximação da Associação com as entidades públicas e privadas da região e, no caso das faculdades, aumentar a participação de representantes dos economistas em eventos ligados ao meio acadêmico como forma de divulgar a importância do Conselho na fiscalização da atividade profissional. “Queremos uma Associação mais forte, capaz de promover o acesso dos economistas no mercado profissional, contribuindo, dessa forma, para o desenvolvimento de toda a nossa região”.

Também prestigiaram mais esta edição do Economia em Pauta os conselheiros do Corecon/RS Alfredo Meneghetti Neto, Aristóteles Galvão, Bruno Breyer Caldas, Rogério Vianna Tolfo, e o ex-presidente Lauro Renck.

Corecon/RS reúne-se com Secretário do Desenvolvimento, Fábio Branco

A presidente do Corecon/RS, economista Simone Magalhães, reuniu-se, na última segunda-feira, dia 7, com o secretário do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Fábio de Oliveira Branco. Também participaram do encontro o conselheiro do Corecon/RS, economista Alfredo Meneghetti Neto, e o diretor-presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção de Investimento (AGDI), Álvaro Woiciechoski.

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Durante a reunião, Simone Magalhães explicou a composição da nova Diretoria da entidade e disse que um dos objetivos desta gestão é desenvolver uma parceria entre o Corecon/RS e o Governo do Estado visando à elaboração de projetos de desenvolvimento econômico e de inovação tecnológica para o estado do Rio Grande do Sul. Falou sobre as iniciativas que estão sendo colocadas em prática pela nova Direção e que a entidade está realizando uma série de visitas às principais instituições gaúchas, com o intuito de buscar maior aproximação com o setor produtivo do estado. “Queremos propor uma parceria entre o Corecon/RS e o Estado do Rio Grande do Sul para o desenvolvimento de projetos que venham ao encontro do desenvolvimento do estado”, disse.

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O conselheiro Alfredo Meneghetti lembrou que existem 45 segmentos na Matriz de Indumo-Produto do Rio Grande do Sul e poderiam ser desenvolvidas ações em conjunto, entre a AGDI, a FEE e o Corecon/RS, para identificar e estimular, através do Fundopem, setores que estejam produzindo abaixo da média do estado. “Precisamos criar um grupo de inteligência e monitorarmos os indicadores, o custo que o Estado tem para promover a geração de emprego na indústria”, afirmou, lembrando que o Rio Grande do Sul foi o estado brasileiro que menos cresceu nos últimos 10 anos, levando-se em conta os números do PIB.

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O secretário Fábio Branco parabenizou a iniciativa do Corecon/RS em disponibilizar seus quadros para colaborar no apoio ao desenvolvimento do estado. Disse que a Secretaria está empenhada em mapear as cadeias produtivas do estado. “Assim poderemos saber para onde queremos caminhar e como melhorar a competitividade do Rio Grande do Sul, em relação a outros estados”. Fábio Branco disse que promoverá uma reunião entre a AGDI, a FEE e o Corecon/RS, com o intuito de desenvolver estudos sobre os APLs existentes no RS.

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