Corecon-RS faz entrega oficial do Prêmio “Economista do Ano” a André Nunes de Nunes

 O Conselho Regional de Economia do RS (Corecon-RS) realizou a entrega formal do prêmio “Economista do Ano”, edição 2020, a André Nunes de Nunes, Economista-Chefe da Federação das Indústrias do Estado do RS (Fiergs). A distinção foi entregue, nesta quinta-feira, dia 25 de fevereiro, pelo presidente da Entidade, economista Mário de Lima, durante visita do homenageado à Sede do Corecon, no Centro Histórico de Porto Alegre.


O Prêmio, outorgado anualmente pelo Corecon-RS, é um reconhecimento a economistas que atuam nos mais diferentes campos da profissão, engajados em atividades dos setores privado ou público, academia ou profissionais autônomos, no Rio Grande do Sul, e que tenham se destacado por sua contribuição no fortalecimento do desenvolvimento econômico regional ou nacional, através de análises críticas e inovadoras sobre assuntos relevantes e de interesse público.

 

Os candidatos ao Prêmio são indicados por entidades públicas, privadas, universidades e entidades de  categoria, como associações e sociedades, entre outras, sediadas no Rio Grande do Sul. A Comissão  Julgadora é independente e formada por nove economistas com atuação profissional no âmbito do Rio  Grande do Sul, sendo três representantes do setor público, três do setor privado e três do setor acadêmico.


Graduado em Economia pela Universidade Federal do RS (UFRGS), Doutor em Economia Aplicada pela  UFRGS. Atualmente é Economista-chefe da Federação das Indústrias do Estado do RS (Fiergs) e      Coordenador do Comitê de Investimentos da Sociedade de Previdência Privada do RS (InduspreviRS).

 A solenidade de premiações do Prêmio Corecon-RS 2020 foi realizada na noite do dia 22 de dezembro   último, na modalidade online, e transmitida pelos canais da Entidade, no Facebook e no YouTube. Na oportunidade, também foram homenageados os autores das melhores Monografias, Artigos Técnicos e Dissertações de Mestrado, os vencedores das reportagens de Economia do Ano, além das distinções “Economista Destaque do Ano – Prêmio Roberto Camps de Moraes”, outorgado ao economista Giácomo Balbinotto Neto, e “Jornalista de Economia do Ano”, a Leonardo Vieceli, do Jornal Zero Hora.

Corecon-RS faz entrega oficial do Prêmio “Economista Destaque do Ano” a Giácomo Balbinotto Neto


O Conselho Regional de Economia do RS (Corecon-RS) fez, nesta quinta-feira, dia 18, a entrega formal do prêmio “Economista Destaque do Ano/2020 – Prêmio Roberto Camps de Moraes” ao professor Giácomo Balbinotto Neto. A distinção foi entregue pelo presidente da Entidade, economista Mário de Lima, durante visita do homenageado à Sede do Corecon, no Centro Histórico de Porto Alegre. O Prêmio é um reconhecimento à trajetória do professor da Universidade Federal do RS (UFRGS), que tem um dos principais focos de atuação na Economia da Saúde, especialmente neste ano em que o tema ganhou destaque no mundo da Economia.

Giácomo Balbinotto Neto possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestrado em Economia pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas e doutorado em Economia pela Universidade de São Paulo. Atualmente é Professor Associado IV da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologias em Saúde da UFRGS (IATS/UFRGS) e professor de Economia da Saúde do PPGE/UFRGS. Orientador de Doutorado e mestrado. Suas linhas de pesquisa são Economia da Saúde, Avaliação de Tecnologia em Saúde, Economia dos transplantes e Farmacoeconomia.

A solenidade de premiações do Prêmio Corecon-RS 2020 foi realizada na noite do dia 22 de dezembro último, na modalidade online, e transmitida pelos canais da Entidade, no Facebook e no YouTube. Na oportunidade, também foram homenageados os autores das melhores Monografias, Artigos Técnicos e Dissertações de Mestrado, os vencedores das reportagens de Economia do Ano, além das distinções “Economista do Ano” a André Nunes de Nunes e “Jornalista de Economia do Ano” a Leonardo Vieceli, do Jornal Zero Hora.

Acesse aqui para conferir os trabalhos vencedores do Prêmio Corecon-RS 2020

Acontece, nesta quinta, mais uma aula da oficina de Introdução à Economia da Oralidade

Acontece, nesta quinta-feira, dia 18, às 17 horas, mais uma aula da oficina gratuita de Introdução à Economia da Oralidade (Módulo 02), ministrada pelo economista e jornalista Jorge Cury Neto, que enfocará "Tese, Antítese e Síntese: o discurso como ativo socioeconômico". A transmissão ocorrerá nesta quinta-feira, 18 de fevereiro, das 17h às 18h, no canal do Cofecon no Youtube – www.youtube.com/c/Cofecon

A qualificação faz parte do Programa EAD para Economistas, desenvolvido pelo Cofecon desde 2020. Após a apresentação do conteúdo ao vivo, os vídeos ficam disponíveis na plataforma ( www.cofecon.org.br/ead ) durante dois meses. Os interessados devem acessá-la para realizar inscrição e baixar material. Após a conclusão, será emitido certificado.

A economia da oralidade é um campo que trata da expressão oral como elemento econômico. Como campo do conhecimento, é dedicado ao estudo transdisciplinar aplicado ao pleno uso econômico da oralidade e suas implicações sociais, políticas, culturais, tecnológicas e educacionais. Já o processo de voice design é a aplicação prática da economia da oralidade, o projeto e planejamento da voz e, por extensão, o planejamento do ato de fala capaz de gerar credibilidade e consequentes resultados econômicos.

Jorge Cury Neto é graduado em Economia pela FESP, em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo pela PUC-PR e possui certificado internacional em coaching. É autor do livro digital “Economia da Oralidade”.

Leia mais, no Site do Cofecon

 

Conselheiro do Corecon-RS participa de formatura da FURG

Madail1O conselheiro do Corecon-RS, economista João Carlos Medeiros Madail, representou a Entidade durante a formatura do Curso de Ciências Econômicas da Fundação Universidade de Rio Grande (FURG), ocorrida, no dia 11 de fevereiro, quinta-feira. Ocorrida na modalidade online, a solenidade contou com a formatura também dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Hotelaria e Tecnólogo.
Na oportunidade, Madail saudou o formando destaque da Economia, Gustavo Henrique Pedroso.

2021 será o ano internacional da economia criativa para o desenvolvimento sustentável, segundo a ONU


Apesar das perdas geradas pela pandemia do coronavírus, o setor segue se reinventando
e o mercado está otimista em relação à sua recuperação

Como bem sintetiza o nome, o setor de economia criativa é o que engloba profissionais e empresas cuja matéria-prima principal de trabalho é a criatividade. Incluindo áreas como design, arquitetura, moda, publicidade, mídias editoriais e audiovisuais, tecnologia, games, artes, música, artes cênicas e outras diversas expressões culturais, de acordo com a definição do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), tal mercado abrange a criação, produção e distribuição de bens e serviços que têm inovação, cultura e capital intelectual como insumos básicos.

Um dos maiores mercados de economia criativa entre os países emergentes, o Brasil teve o setor bastante afetado pela crise gerada pelo surgimento do coronavírus em 2020. Antes da pandemia, o mercado vivia uma boa fase no país. Para se ter uma ideia, a produção cultural era responsável por milhões de empregos formais diretos. Segundo dados oficiais do IBGE, em 2018 o setor já representava nada menos do que 4% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Em 2019, o faturamento foi de 190 bilhões e as projeções eram de crescimento anual médio de 4,2%.

Com a crise sanitária, o mercado só deve voltar a de fato crescer em 2022. De acordo com o estudo “Pesquisa de Conjuntura do Setor de Economia Criativa – Efeitos da Crise da Covid-19”, desenvolvido pela a FGV Projetos, em parceria com o SEBRAE e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, o setor sofreu um grande impacto em 2020 e 88,6% de micro e pequenas empresas e profissionais autônomos indicaram ter sofrido com queda do faturamento. O impacto econômico teve como consequência demissões, suspensão dos contratos de trabalho, redução de salário com complemento do seguro desemprego e redução de jornadas.

Ainda assim, apesar de ser um dos mais afetados pela crise gerada pela pandemia de COVID-19, o setor continua sendo bastante valorizado, e sua capacidade de reinvenção fez com que ele despontasse como possível solução para a economia como um todo, se tornando fundamental para ajudar criar, produzir e utilizar bens e serviços na nova realidade mundial que vivemos.

Com um modelo de desenvolvimento pautado pela criatividade, cultura e inovação, a economia criativa transforma o capital intelectual em valor econômico. Apesar de não quantificável, a criatividade humana quando aplicada em empresas e indústrias, cria soluções capazes de gerar riqueza, tornando-se uma força vital na aceleração do desenvolvimento humano.

Não à toa, a ONU declarou 2021 como “Ano Internacional da Economia Criativa para o Desenvolvimento Sustentável”. Segundo a organização, nos últimos 15 anos, o setor foi um dos que obteve crescimento mais rápido da economia mundial em função de seu poder transformador de geração de renda, empregos e exportações.

Em tempos de crise, é natural que novos modelos de negócios orientados pela criatividade e inovação se destaquem ainda mais. “Se bem nutrida, a economia criativa pode ser uma fonte de transformação econômica estrutural, progresso socioeconômico, criação de empregos e inovação. Ao mesmo tempo, contribui para a inclusão social e o desenvolvimento humano sustentável”, diz o relatório da organização sobre a economia criativa.

Com a urgência de se promover um crescimento econômico sustentável e inclusivo potencializada pelo coronavírus, a tendência é que mesmo com os impactos negativos da pandemia de COVID-19, o setor siga se reinventando e ganhando ainda mais valor agregado. Neste momento de flexão da economia, com expectativa de retomada do mercado de trabalho aos poucos, a criatividade se fortalece como um caminho para diversificação da produção econômica mundial e o mercado está bastante otimista.

O Banco Mundial estima que o setor responda atualmente pelo índice de 7% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. Na América Latina, mesmo com a crise, ele deve movimentar algo em torno de US$ 174 bilhões, contribuindo para a geração de mais de 20 milhões de empregos nos próximos anos.

Mercados específicos como o de games e serviços de streaming, por exemplo, cresceram bastante mesmo durante a pandemia. De acordo com dados da NewZoo e do Morgan Stanley Research compilados pela corretora de valores Avenue, após o crescimento de 500% do faturamento de empresas desenvolvedoras de jogos digitais em 2020, a expectativa é que o setor movimente 180,1 bilhões de dólares em 2021. Outra pesquisa, realizada pelo grupo Consumoteca, mostrou que os serviços de streaming ganharam relevância, já que 51% dos brasileiros passaram a considerá-los prioridades de gastos durante a pandemia.

A verdade é que a pandemia terminou acelerando tendências que eram esperadas apenas para os próximos 5 a 10 anos. Grande parte dos negócios foram reconfigurados e a fusão entre o presencial e o digital gerou construção de novas formas de organizações econômicas e sociais mais inclusivas. Em longo prazo, isso significa que a economia criativa deve ajudar a otimizar o crescimento do mercado brasileiro como um todo nos próximos anos, já que outros setores não criativos se vêem obrigados a buscar inovação e diferenciais competitivos que vão muito além da redução de custo ou produtividade.

Fonte:  Matéria e Foto/Site Panamericana Escola de Arte e Design

UPF está com novidades no Curso de Ciências Econômicas

Inovação, Prática e Conveniência: alinhado às transformações do ambiente que nos cerca, exigências do mercado e aos seus mais de 60 anos de experiência na formação de profissionais, o curso de Ciências Econômicas da UPF têm novidades para você!

✅ 4 anos, 8 semestres
✅ Aulas presenciais de segunda à quinta-feira
✅ Currículo flexível com percentual de disciplinas à distância
✅ Sextas-feiras com disciplinas que integram pesquisa, extensão, com métodos e técnicas interdisciplinares
✅ Práticas com simulações e análises de mercados
✅ Os alunos participam de estudos que monitoram o comportamento dos preços dos produtos da cesta básica na região

A seleção será on-line, com provas de redação por meio do site upf.br/ingresso, a qualquer tempo ou utilização notas da redação do Enem de 2010 a 2019. Temos 4 vagas para alunos com 35 anos ou mais de idade no Programa “Recomeçar Plus”, que dá direito a 50% de desconto na mensalidade. 

Alunos já graduados possuem 20% de desconto na mensalidade caso tenham concluído o curso na instituição.
Temos convênios com diversas empresas. Acesse ingresso.upf.br e garanta a sua matrícula até 17/02.

https://www.upf.br/ingresso/novos-curriculos

Corecon-RS faz entrega oficial do Prêmio Jornalista de Economia do Ano a Leonardo Vieceli, de ZH

O presidente do Conselho Regional de Economia do RS, economista Mário de Lima, e o vice-presidente, economista Felipe Garcia Ribeiro, realizaram, na última quinta-feira, dia 4, na Sede da Entidade, em Porto Alegre, a entrega formal do prêmio Jornalista de Economia do Ano, a Leonardo Vieceli, do Jornal Zero Hora. Na oportunidade, o jornalista recebeu, ainda, das mãos dos dirigentes do Corecon-RS, o troféus pelo 2º Lugar, na categoria Mídia Impressa, pela matéria “Brasil tem mais uma década perdida, a pior em 120 anos” e o de 2º Lugar em Mídia Digital, com o trabalho “Entenda como o menor crescimento populacional impacta a economia do RS”.

O Prêmio Jornalista de Economia do Ano, edição 2020, é uma homenagem a um jornalista que se destacou na área de Economia durante o ano. A escolha do nome é feita, anualmente, pelo Corecon-RS e pelas de faculdades gaúchas, que oferecem o curso de Jornalismo no Rio Grande do Sul.

premioleonardo3Leonardo Vieceli tem 27 anos de idade, é natural da cidade de Feliz, no Rio Grande do Sul. É jornalista graduado pela Unisinos, onde estudou de 2012 a 2016. Trabalha desde 2015 em Zero Hora. Ingressou no jornal como assistente de conteúdo e hoje é repórter da editoria de Notícias, com foco na cobertura de economia. Também escreve para a coluna + Economia, como interino, e para o site GZH, além de colaborar com a Rádio Gaúcha. Durante a graduação, estudou por seis meses Comunicação Social na Universidad de Deusto (País Basco, Espanha).

A solenidade de premiações do Prêmio Corecon-RS 2020 foi realizada na noite do dia 22 de dezembro último, na modalidade online, e transmitida pelos canais da Entidade, no Facebook e no YouTube. Na oportunidade, também foram homenageados os autores das melhores Monografias, Artigos Técnicos e Dissertações de Mestrado, os vencedores das reportagens de Economia do Ano, além das distinções “Economista do Ano” a André Nunes de Nunes e “Economista Destaque do Ano-Prêmio Roberto Camps de Moraes” a Giácomo Balbinotto Neto.

Economistas do RS têm local gratuito para reunião no centro de Porto Alegre

 

O Conselho Regional de Economia do RS (Corecon-RS) disponibiliza, gratuitamente, a todos os economistas do RS, estrutura física, com internet e ar condicionado, para reuniões em sua Sede, no Centro Histórico de Porto Alegre.

Os economistas, que tiverem interesse na utilização das salas de reunião, devem entrar em contato pelo telefone (51) 3254.2608 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., com antecedência de quatro horas, para agendamento.

Para utilização da estrutura do Corecon-RS serão respeitadas todas as normas de segurança e distanciamento social, previstas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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PPGE da Unisinos comemora 15 anos


O Programa de Pós-Graduação em Economia, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) comemora 15 anos, neste ano de 2021. Em função disso, estão programados diversos eventos comemorativos à passagem da história deste, que é o terceiro Programa de Pós-Graduação nesta área no estado do Rio Grande do Sul.

No final de fevereiro, as comemorações terão início com um “Coquetel Virtual de Comemoração dos 15 Anos”, com evento de confraternização entre professores, alunos, egressos e convidados, em que serão debatidas as perspectivas da economia brasileira e gaúcha e o papel que o Programa deve desempenhar no cenário atual.

A partir do início do semestre letivo, as comemorações seguirão com Aula Inaugural, Seminário de Pesquisa, Open Class, edição comemorativa da Revista Perspectiva Econômica, vinculada ao Programa, entre outros. O objetivo é resgatar a história deste Programa e refletir sobre a sua participação num novo panorama de ensino e de pesquisa.

O Programa de Pós-Graduação em Economia iniciou suas atividades em 2006, com a primeira turma do Mestrado e sob a coordenação do professor André Filipe Zago de Azevedo. Os demais coordenadores do Curso foram os professores Tiago Wickstrom Alves e Luciana de Andrade Costa. Também integram o Programa, os professores permanentes Angélica Massuquetti, Guilherme Stein, Janaína Ruffoni Trez, Kadígia Faccin, Magnus dos Reis e Marcos Tadeu Caputi Lélis. A professora Gisele Spricigo é colaboradora.
O início do Doutorado em Economia ocorreu em 2017 e o deslocamento da Escola de Gestão e Negócios para o campus Porto Alegre aconteceu no ano seguinte. Nesse novo ambiente, o Programa tem aproveitado a oportunidade para aprofundar suas relações com o mercado e as demais instituições de ensino na área, ampliando suas pesquisas.

A pandemia, que obrigou as instituições de ensino a repensarem suas práticas pedagógicas, foi mais uma oportunidade para o Programa intensificar o uso de novas tecnologias na modalidade remota de ensino, aprofundar sua relação com a sociedade por meio da Open Class e se preparar para o ensino híbrido. A prática híbrida, na realidade, já era adotada pelo Programa em seus Seminários de Pesquisa, realizados nas sextas-feiras, pois eles eram realizados presencialmente e transmitidos pelo Canal do YouTube.

O Programa já certificou mais de 150 mestres, contribuindo para a formação de pesquisadores e de profissionais na área de organização industrial e de economia internacional no país. Em 2020, ocorreu a primeira Defesa de Tese do Doutorado, de Luís Antônio Sleimann Bertussi, que também integrou a primeira turma de Mestrado, em 2006. Em 2021, os demais doutorandos da primeira turma realizarão suas defesas, começando pelo futuro Doutor em Economia Thiago Fabris, que ocorrerá na última semana de fevereiro. Atualmente, o Programa é coordenado pelo professor Magnus dos Reis, que iniciou sua trajetória na Unisinos, cursando a Graduação em Ciências Econômicas e o Mestrado em Economia. O professor Magnus foi premiado em duas oportunidades pelo Corecon-RS, com sua Monografia e sua Dissertação. Ele tem a missão de conduzir o Programa, juntamente com a equipe qualificada de professores, pelos novos caminhos impostos à educação superior após a pandemia.

A parceria entre a Unisinos e o Conselho de Economia do RS (Corecon-RS) já vem de longe, materializando-se através de eventos conjuntos, realizados nas sedes da Universidade, em São Leopoldo ou no Campus Porto Alegre. Os professores Tiago W. Alves, Angélica Massuquetti e Guilherme Stein têm uma estreita relação com o Corecon-RS, onde ocuparam assentos como conselheiros da Entidade. O professor Stein reassumiu como conselheiro da Entidade, em janeiro último. 

Processo Seletivo Complementar para Mestrado e Doutorado em Economia

Estão abertas as inscrições do Processo Seletivo Complementar para o Mestrado e o Doutorado em Economia. As inscrições seguem até 01/03 e todas as informações estão disponíveis no site: http://www.unisinos.br/mestrado-e-doutorado/economia/presencial/porto-alegre/processo-seletivo

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