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"O consumidor brasileiro vem desenvolvendo, a cada dia, uma relação mais forte com o mercado de seguros", afirma Vladimir Alves

vladimirO economista e especialista na área de seguros, Vladimir da Costa Alves, foi o palestrante do Economia em Pauta, realizado no dia 22, no Auditório da Faculdade de Desenvolvimento do RS (Fadergs), em Porto Alegre. Numa promoção do Corecon-RS, com o apoio do Curso de Ciências Econômicas da Faculdade de Desenvolvimento do RS (Fadergs), o economista falou sobre “O setor de seguros no Brasil: uma análise conjuntural”, apresentando um panorama atual da atividade no Brasil, com foco sobre as possibilidades de inserção de economistas e de pessoas com formação na área financeira neste mercado.


A coordenadora do Curso de Ciências Econômicas da Fadergs, professora e economista Cláudia Catherine Rodrigues, agradeceu a presença do palestrante e deu boas vindas aos estudantes, que prestigiaram o encontro.

Vladimir Alves iniciou sua apresentação falando sobre os conceitos básicos utilizados pelo setor de seguros, órgãos reguladores, história da regulação, gerenciamento de risco, além dos conhecimentos necessários para o exercício da atividade. Disse que, pelo conhecimento que vão adquirindo ao longo do curso, os estudantes de economia possuem o domínio de história, matemática e estatística, o que os torna extremamente hábeis e preparados para atuar no setor. Falou sobre o Sistema Nacional de Seguros Privados, a representação institucional, sindicatos e traçou um perfil das empresas atuantes no mercado e, através de gráficos, demonstrou o histórico de arrecadação de seguros, por segmento, elencando as 20 maiores empresas atuantes no País. Salientou que o setor de seguros no Brasil vem crescendo a cada ano e que, do total do PIB brasileiro de 2017, que foi R$ 6,56 trilhões, o setor foi responsável pela fatia de R$ 428,9 bilhões em arrecadação, o equivalente a 6,5% do PIB do Brasil. “As políticas de incentivo governamental, em especial a produtos que envolvem capacitação de poupança e a eficiência do sistema financeiro, com a redução dos custos de transação, geração de liquidez, fomento de economias de escala, entre outros, são as maiores causas desse crescimento”, afirmou. Apresentou, ainda, dados por segmento sobre a arrecadação de seguros no Brasil, a distribuição de receitas por região do país e ressaltou a importância do setor para a economia brasileira. Disse, também, que o comportamento da economia acarreta impacto direto no setor e que o consumidor brasileiro vem desenvolvendo uma relação gradualmente mais sólida com o mercado de seguros, dada a ampliação das suas aquisições de proteção, muito além de somente proteção automotiva, tais como seguros de vida, planos de previdência e garantias de execução contratual entre empresas.

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